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Programação

Como programar em Java?

Java é uma linguagem de programação usada para desenvolver aplicações, sistemas e serviços de alta complexidade. Você quer aprender a programar em Java? Continue lendo e descubra como!

Introdução à programação Java

Java é um tipo de linguagem de programação criada e comercializada pela Sun Microsystems em 1995 e atualmente é mantida pela Oracle. Ela é definida como uma linguagem de programação orientada a objetos que é amplamente usada para o desenvolvimento de sites e aplicativos.

O Java está presente em muitas coisas do nosso cotidiano, podendo encontrá-lo em:

  • Supercomputadores;
  • GPS;
  • Cartão de crédito;
  • Terminais lotéricos;
  • Jogos;
  • E muito mais!

A principal função do Java é construir aplicações em rede, como jogos e programas. Ou seja, um programador Java consegue projetar softwares que podem ser operados e distribuídos em múltiplas plataformas, como mac, windows e linux sem a necessidade de modificá-los e, inclusive, sem pensar na arquitetura da máquina.

Aprenda a programar em Java 

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, aprender a linguagem Java é relativamente fácil e nós te explicamos o porquê: a sintaxe em inglês torna todo o processo de aprendizagem muito mais fácil, inclusive ler os programas e escrever programas em Java rapidamente. 

Além disso, a linguagem de programação Java é madura, ou seja, você não corre o risco de estar escolhendo uma linguagem que possa desaparecer daqui a pouco tempo. O Java está em constante evolução e se mantém presente nas primeiras posições no ranking de linguagem de programação mais populares e promissoras do mundo. 

Se você quer descobrir como é a demanda por especialistas na área, como organizar seu processo de aprendizagem e, principalmente, como conseguir seu primeiro emprego na área, clique no vídeo abaixo e confira um webinar gratuito em que Sérgio Lopes dá dicas imperdíveis para iniciantes no mundo da programação!

Além disso, também sugerimos que você clique no vídeo abaixo e confira, como um complemento ao seu conhecimento, um webinar em que Kamila Santos dá um guia completo do que você precisa estudar para se tornar um Desenvolvedor Java!

Salário de um Programador Java

Além dos motivos citados acima, a demanda por profissionais qualificados está crescendo a cada ano e, se você deseja entrar no mercado de TI, tornar-se um programador Java será uma boa decisão para garantir empregabilidade e um salário promissor. 

De acordo com o Glassdoor, o salário médio de um desenvolvedor de Java no Brasil está definido da seguinte forma:

  • Desenvolvedor Java Júnior: R$ 3.000,00
  • Desenvolvedor Java Pleno: R$ 6.000,00
  • Desenvolvedor Java Sênior: R$ 8.000,00

Como é o dia a dia de um Programador Java?

A carreira de um Programador Java vai muito além do que podemos imaginar. O profissional dessa área tem um leque de possibilidades, podendo atuar desde a programação até níveis de gestão e liderança.

Geralmente, os profissionais começam no nível júnior, escrevendo códigos simples e entendendo o ciclo de vida das aplicações. Quando alcançam o nível pleno e sênior, já conseguem criar aplicações do começo ao fim.

Quando atingem a experiência necessária para exercer cargos de liderança, podem se tornar gerentes de desenvolvimento, arquitetos e engenheiros de TI. No estágio mais alto, podem atuar como diretor de tecnologia, sendo responsável pela visão estratégica, planejamento e execução dos projetos de tecnologia.

Curso para programar em Java

Agora que você conheceu um pouco mais sobre essa área que não para de crescer, aproveite a oportunidade e converse com um de nossos consultores de forma gratuita! Não deixe para amanhã a carreira de sucesso que você pode embarcar hoje mesmo. 

Com o curso “Profissão Desenvolvedor Java” você terá acesso a 3 cursos completos em um programa para que você possa expandir seus horizontes profissionais ao aprender tudo sobre Java, SQL e Conhecimento de Programador Universal. 

Serão 20 meses aprendendo na prática, laboratório prático de desenvolvimento exclusivo para alunos, mentor para acompanhar seu progresso e dar feedbacks personalizados, cases reais para incluir no portfólio e a ajuda do nosso Centro de Carreiras para você entrar diretamente no mercado de trabalho.

Após a conclusão do curso, você estará apto para:

  • Escrever um código bem estruturado;
  • Desenvolver aplicativos móveis e para desktop;
  • Escrever códigos usando princípios da POO;
  • Testar seu software;
  • Dominar Spring Boot e MySQL;
  • Trabalhar com versões no Git;
  • Desenvolver arquivos em HTML;
  • Desenvolver o seu próprio portfólio e concluir o curso preparado para entrar no mercado.

Nosso objetivo é transformar o seu desafio em solução! Entre em contato conosco e saiba como podemos te ajudar.

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Design

A jornada dos formandos do curso de Web Design

Com o objetivo de revolucionar o mercado de ensino e desenvolvimento profissional no país, nossos alunos têm todo o apoio necessário para se tornarem profissionais qualificados em poucos meses e iniciarem uma jornada de sucesso em sua carreira profissional.

A Mentorama se orgulha em  fazer parte da trajetória de diferentes pessoas que buscam novos horizontes na vida profissional. Para celebrar este momento marcante na vida de todos, conversamos com alguns alunos que nos contaram mais detalhes sobre os desafios e a emoção de concluir o curso de Web Design. Continue lendo e confira!

Matheus Santos

aluno Matheus Santos
Como você descreveria a sua jornada de aprendizado até agora?

A partir do momento que decidi me aprofundar em UX Designer optei por cursos disponíveis na internet e após esses primeiros passos eu julguei necessário uma especialização para me inserir no mercado. 

Por que e quando você escolheu a Mentorama para estudar?

Após ver cursos gratuitos, conheci a Mentorama através de um Webinar e tive a certeza que eles poderiam me conduzir neste próximo passo.

O que te motivou a escolher este curso?

A mentoria disponível e o projeto final que seria um bom desafio para me preparar para o mercado.

Quais desafios você encontrou ao longo do curso e como superou eles?

O curso nos disponibiliza muitas tarefas onde devemos pesquisar e nos aprofundar em diversos assuntos.

Como foi a experiência e o processo de fazer um projeto de conclusão de curso?

Desafiador, venho de uma transição de carreira e acho que foi um processo satisfatório, tive a ajuda do mentor em todos os processos o que me deixou seguro na apresentação! 

Apresentação do projeto final
Apresentação do projeto final

Pedro Tauffer

aluno Pedro Tauffer
Você desenvolveu o trabalho de conclusão como se fosse um projeto para uma empresa real e com a avaliação de profissionais estabelecidos no mercado. Você acredita que essa jornada foi determinante para você se sentir ainda mais preparado para ingressar no mercado de trabalho?

Com certeza. Foi muito bom receber feedback de profissionais do mercado.

Quais suas expectativas profissionais para o futuro?

Quero combinar minhas habilidades atuais para adentrar em outros mercados.

Quais desafios você acredita que vai encontrar nessa nova fase da sua jornada profissional?

Novas ferramentas, processos e diferenças de contextos.

Qual conselho você daria para quem está pensando em começar a estudar na Mentorama?

Faça logo. Depois me agradeça.

Apresentação do projeto final
Apresentação do projeto final

A história continua!

Toda boa saga tem uma continuação e se depender de nós, os próximos passos serão de constante evolução! Se assim como nossos formandos, você pensa em investir e trabalhar nas principais carreiras do futuro, acesse nosso site e comece agora a sua #JornadaMentorama!

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Design

A jornada dos formandos do curso de Game Design

Com o objetivo de revolucionar o mercado de ensino e desenvolvimento profissional no país, nossos alunos têm todo o apoio necessário para se tornarem profissionais qualificados em poucos meses e iniciarem uma jornada de sucesso em sua carreira profissional.

A Mentorama se orgulha em  fazer parte da trajetória de diferentes pessoas que buscam novos horizontes na vida profissional. Para celebrar este momento marcante na vida de todos, conversamos com alguns alunos que nos contaram mais detalhes sobre os desafios e a emoção de concluir o curso de Game Design. Continue lendo e confira!

Jefferson William

aluno Jefferson William
Trabalho realizado pelo aluno ao longo do curso
Como você descreveria a sua jornada de aprendizado até agora?

Sem sombra de dúvidas este é o curso que me proporcionou o maior nível de aprendizado, tem sido uma jornada desafiadora com partes práticas, e muito gratificante com resultados concretos.

Por que e quando você escolheu a Mentorama para estudar?

Escolhi a Mentorama pela didática e professores qualificados. Me surpreendi quando tive acesso a guia de carreiras e um projeto final ao estilo de um case real.

O que te motivou a escolher este curso?

Depois de realizar vários cursos ainda me sentia inseguro com o aprendizado. Conheci a Mentorama com uma didática diferente, com atividades práticas e as avaliações feitas por profissionais consolidados no mercado. Isso me motivou na escolha, pois só com a prática o conhecimento é consolidado.

Leonardo Calil

aluno Leonardo Calil
Trabalho realizado pelo aluno Leonardo Calil
Quais desafios você encontrou ao longo do curso e como superou eles?

A área era muito nova para mim no conceito geral, então eu saí de fato do ‘zero’, o que gerou algumas dificuldades, mas principalmente pela dedicação eu pude alcançar meus objetivos.

Como foi a experiência e o processo de fazer um projeto de conclusão de curso?

Foi bem interessante, a presença de uma empresa de fora demandando, a existência de prazos e a necessidade de atingir um patamar de qualidade foram um bom desafio.

Você desenvolveu o trabalho de conclusão como se fosse um projeto para uma empresa real e com a avaliação de profissionais estabelecidos no mercado. Você acredita que essa jornada foi determinante para você se sentir ainda mais preparado para ingressar no mercado de trabalho?

Acredito que sim, embora não possa prever o futuro, ter esse tipo de vivência só pode ajudar no seu desenvolvimento profissional, além disso a convivência com os profissionais e com os colegas é uma boa interação daqueles que estão e estarão inseridos na mesma situação que você profissionalmente.

Paula Bertolaccini

aluna Paula Bertolaccini
Trabalho realizado pela aluna ao longo do curso
Quais suas expectativas profissionais para o futuro?

Me sinto mais capaz de criar um jogo solo ou fazer parte de uma equipe em alguma empresa.

Quais desafios você acredita que vai encontrar nessa nova fase da sua jornada profissional?

Talvez em questão das áreas mais específicas que ainda não fiz curso, como a programação, por exemplo.

Qual conselho você daria para quem está pensando em começar a estudar na Mentorama?

Peguem o conteúdo e pesquisem. Mesmo que tirem a nota suficiente para passar, busquem tirar 100! Isso é treinamento e aprendizado.

A história continua!

Toda boa saga tem uma continuação e se depender de nós, os próximos passos serão de constante evolução! Se assim como nossos formandos, você pensa em investir e trabalhar nas principais carreiras do futuro, acesse nosso site e comece agora a sua #JornadaMentorama

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Gamedev

Quem faz games: Designers de Jogabilidade e Sistemas

O grupo de aventureiros avança pela caverna. A luz da entrada já não os alcança, e através da sua única tocha eles percebem uma grande abertura à frente. Destemido, o guerreiro atravessa o portal, espada em punho, seguido pelos companheiros. Assim que todos entram na sala, uma grade de ferro desce sobre a porta bloqueando o caminho de volta, e eles descobrem que não estão sozinhos ali. “Goblins!”, sussurra o arqueiro, enquanto o mago declama um feitiço de luz. A batalha é longa, as criaturas esguias de pele verde surgem de todos os lados empunhando armas improvisadas, mas os aventureiros sentem que esse é um desafio sob medida para suas habilidades. No fim, apesar de alguns ferimentos, eles recebem a merecida recompensa: tesouros, uma túnica encantada para o mago, e muita experiência de combate que os torna ainda mais habilidosos e preparados para os próximos desafios.

A cena acima poderia ser parte de uma partida de RPG de papel e caneta. Nela, um mestre de jogo conta a história, organiza a aventura e utiliza um livro de regras com centenas de páginas para decidir o resultado das ações dos outros jogadores. Mas, na verdade, essa é uma cena de um video game. Nesse caso, não existe um mestre presente, a história é contada pelo computador, e as ações dos jogadores e seus resultados precisam ser simuladas e calculadas pelo jogo. Na segunda parte da nossa viagem pelos papéis dos desenvolvedores de games, nós vamos conhecer algumas especialidades dos profissionais que fazem tudo isso acontecer, atuando como mestres de cerimônia, contadores de histórias e autores dos sistemas de regras nos jogos eletrônicos: os Game Designers.

Mapa de uma caverna típica de RPGs de papel e caneta como Dungeons & Dragons.

Cada ação que o jogador pode tomar dentro do game necessita de uma definição das suas condições e resultados no jogo. O quão alto e longe o Mario pode pular? A resposta dessa pergunta aparentemente simples determina uma multitude de outras características do game: a distância e altura das plataformas, o comportamento dos inimigos, os desafios de cada fase do jogo, e muito mais.

O Designer de Jogabilidade define e balanceia todas as ações do jogador, chamadas de mecânicas, incluindo quando e onde podem ser acionadas, quais botões do controle precisam ser apertados, e qual o resultado de cada uma delas dentro do jogo. Em muitos casos, é preciso explorar todas as possibilidades muito a fundo, definindo milimetricamente cada uma dessas variáveis, e utilizando técnicas de prototipagem rápida para encontrar o balanço perfeito entre desafio e diversão.

Algumas ações de jogabilidade dos games da série Mario.

Além das mecânicas, os designers precisam definir também como o mundo do jogo reage ao jogador, qual nível de desafio será oferecido a cada momento, e como o player se torna mais forte e apto para enfrentá-los conforme avança no game. Esse é o papel do Designer de Sistemas, que se assemelha bastante ao dos autores de sistemas de regras dos jogos de tabuleiro e RPGs de papel e caneta.

Cabe a esse profissional garantir que o jogador esteja sempre enfrentando um desafio proporcional ao seu nível de poder dentro do jogo, definir uma curva de aprendizado que o mantenha engajado durante toda a jornada, e proporcionar um sentimento de progressão e conquista de novas habilidades em intervalos regulares.

Sistema de progressão do personagem em Star Wars: Jedi Fallen Order, da Electronic Arts.

Mesmo sendo uma indústria ainda jovem, os games nos proporcionaram experiências memoráveis ao longo dos anos, e alguns Game Designers se destacam pela inovação, ousadia e polimentos das suas obras, que servem de inspiração para as novas gerações de desenvolvedores de games. Shigeru Miyamoto, o eterno Game Designer da Nintendo, é o criador de muitos games que influenciaram toda a indústria, como as séries Mario e Zelda. Com 40 anos de carreira, Miyamoto ainda continua revolucionando os games e reinventando o papel do Game Designer com lançamentos recentes de grande sucesso como The Legend of Zelda: Breath of the Wild.

Shigeru Miyamoto, da Nintendo, um dos Game Designers mais importantes da indústria dos games.

Já o Game Designer e diretor da From Software, Hidetaka Miyazaki, vem revolucionando o gênero de games de ação com jogos mais desafiadores que remetem ao sentimento de conquista que era tão presente no início da história da indústria de games, além de combate minuciosamente balanceado, level design primoroso e narrativa intrincada.

Hidetaka Miyazaki, da From Software, é o Game Designer responsável pela revolucionária série Dark Souls.

E você, conhece outros Game Designers lendários? Conte pra gente nos comentários e fique ligado em breve na terceira parte da série Quem Faz Games?, na qual conheceremos as especialidades dos Level Designers e Designers de Narrativa. Espero vocês!

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Design

Como dominar as ferramentas do Design Gráfico?

O Design Gráfico é uma área que cuida dos desenhos, imagens, identidade visual, animações, diagramações e outros projetos de comunicação visual. Se você quer aprender como dominar as ferramentas do Design Gráfico e como funciona essa área na prática, continue a leitura!

O que é Design Gráfico?

O Design Gráfico é uma área que pode ser compreendida como uma forma de se comunicar por meio de peças visuais. Ao contrário do que muitos pensam, ela não se limita a fotos ou ilustrações, podendo ser feita de diversas formas, como:

  • Textos;
  • Diagramações;
  • Imagens;
  • Animações;
  • Códigos;
  • Desenhos;
  • Entre outros.

Como podemos ver, as possibilidades em Design Gráfico são infinitas! Uma prova disso é aquela embalagem bonita dos produtos que você utiliza no seu dia a dia, ou então, aquele cartão de visita sofisticado e minimalista que você recebe ao fazer uma compra. Esses e outras centenas de recursos são feitos por meio do Design Gráfico!

O que faz um Designer Gráfico?

O que faz um Designer Gráfico?

O Designer Gráfico é responsável por desenvolver a comunicação visual de embalagens de produtos, outdoors, catálogos, revistas, websites, criação de logotipos e toda a identidade visual de uma marca para redes sociais, por exemplo.

Inclusive, esse profissional desempenha um importante papel ao transformar a imagem e comunicação de uma marca, e é justamente sobre isso que o Gustavo Camarano, mentor do nosso curso “Profissão Designer Gráfico”, falou em um webinar 100% gratuito e recheado de dicas exclusivas! Para conferir, basta dar play no vídeo abaixo:

Além disso, o Designer Gráfico também pode atuar na área de Design de Produtos, desenhando novos produtos e levando em conta os aspectos funcionais, estéticos e utilitários do objeto. Ele pode ainda desenhar móveis, joias, vestuário, equipamentos médicos e odontológicos, peças para maquinário industrial, eletrodomésticos, etc.

Quanto ganha um Designer Gráfico?

Segundo dados do Glassdoor e do LinkedIn, atualmente existem 2363 vagas abertas para Designer Gráfico e o salário médio desse profissional está definida da seguinte forma:

Designer Gráfico Júnior: R$ 3.100,00

Designer Gráfico Pleno: R$ 6.000,00

Designer Gráfico Sênior: R$ 9.104,00 

Qual o perfil de um Designer Gráfico?

Embora o designer gráfico tenha vivência com arte em seu dia a dia, é importante lembrar que ele não pode se limitar em ser um artista, mesmo que tenha competência para isso. 

Falando em perfil, o profissional dessa área deve ser criativo, inovador, ter bom senso estético, ter afinidade com artes e, se possível, ter facilidade com softwares e plataformas digitais. Além disso, organização, disciplina e comprometimento com resultados são fundamentais para que um bom designer gráfico consiga gerenciar seus projetos e entregá-los no prazo.

Como virar Designer Gráfico?

Com o “Design Gráfico do zero ao PRO”, você terá um panorama completo dessa área, do zero ao avançado, com todas as informações necessárias para você aprender a utilizar as principais ferramentas de Design Gráfico.

E para turbinar ainda mais o seu conhecimento, com o “Profissão Designer Gráfico” você poderá mergulhar de cabeça no universo dessa carreira tão requisitada pelo mercado! Ao longo de 12 meses, intensivão com +50 módulos e 4 cursos em um só programa, você se tornará um profissional completo e competirá para conquistar a vaga dos sonhos.

Após a conclusão dos cursos, você estará apto para:

  • Criar logos únicos e com identidade própria;
  • Compreender marcas, seus objetivos e lugar no mercado;
  • Portfólio com primeiros projetos profissionais;
  • Dominar ferramentas básicas de Design Gráfico;
  • Desenvolver uma identidade corporativa;
  • Entender as necessidades do cliente para traduzi-las nos projetos;
  • Determinar as áreas de responsabilidade do gerente de produto no projeto;
  • Realizar um mapa de competências;
  • Entender a diferença entre gerente de produto, proprietário do produto e gerente de projeto.

Você sabia que aqui na Mentorama nós temos vários webinars gratuitos sobre tecnologia todos os meses? Isso, mesmo. São gratuitos e abordam diferentes temas das áreas mais promissoras da tecnologia, como UX/UI Design, Programação, Marketing e Games. Para ficar por dentro do nosso cronograma, clique aqui e já se inscreva para o próximo webinar!

Nosso objetivo é transformar o seu desafio em solução! Entre em contato conosco e saiba como podemos te ajudar.

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Design

“Desenvolver o projeto do curso de UX me ajudou a conseguir esse emprego”

O processo para migrar de área de atuação no mercado pode despertar um frio na barriga de muitas pessoas, porém, toda a jornada começa a valer a pena quando seus objetivos são alcançados!

Entrevistamos Rafael Yamanouti, nosso ex-aluno do curso de UX Design que, pouco mais de um mês de sua apresentação de projeto de conclusão de curso, conseguiu o seu primeiro emprego na área de Design!

Confira a entrevista e inspire-se. Venha mudar o seu futuro com a Mentorama!

Rafael, parabéns pelo emprego novo na Deeploy! Conta um pouco mais sobre a Deeploy e o cargo que você vai exercer?

Rafael – Muito obrigado pelos parabéns!  A Deeploy é uma empresa que lida com recrutamento, especificamente de profissionais da área de UX Design. Nesse processo, ela auxilia os designers a melhorarem a sua postura profissional e ficarem mais “atrativos” no mercado. E do outro lado, a Deeploy também ajuda empresas com a contratação de designers! Estou muito animado em atuar como UI designer! 

Como foi o processo de contratação? 

Rafael – Por incrível que pareça, o processo de contratação foi super tranquilo! Eu tive a sorte de já conhecer o entrevistador. O Mao Barros é um querido e ele esteve na banca avaliadora do meu projeto final do curso de UX (mais pra frente eu falo disso).

Essa é a sua primeira experiência profissional?

Rafael – Eu sou formado em arquitetura e urbanismo e minhas experiências de trabalho até então eram dessa área. Em design é sim meu primeiro emprego. 🙂

Na Mentorama você desenvolveu o trabalho de conclusão de curso como se fosse um projeto para uma empresa real e com a avaliação de profissionais do mercado. Você acredita que toda essa jornada foi determinante para conquistar a vaga? 

Rafael – Com certeza eu ter desenvolvido o projeto de conclusão do curso de UX me ajudou a conseguir esse emprego. Eu aprendi muito durante o processo com o pessoal da Duck Design Studio e meus colegas. Sem contar que foi na apresentação onde o Mao e eu nos conhecemos, isso acabou tornando as coisas mais fáceis pra gente!

Quais desafios você acredita que vai encontrar nessa nova fase da sua jornada profissional?

Rafael – Vejo dois tipos de desafios. Um mais voltado para a parte ferramental da coisa, que também é muito legal porque aprender a usar novas ferramentas acaba aumentando as nossas possibilidades de projeto. E o outro ponto é relacionado às boas práticas e o dia a dia de um designer que ainda estou me adaptando. 

O Centro de Carreiras da Mentorama desempenhou um papel importante na sua contratação?

Rafael – O Centro de Carreiras da Mentorama me ajudou bastante. Tomei conhecimento dessa vaga quando as meninas do CdC avisaram no grupo do Discord. Me candidatei e depois de uns dias já tive o bate papo com o Mao.

Você gostaria de passar algum recado para os alunos da Mentorama?

Rafael – Acho que o melhor conselho que eu posso deixar é: para os alunos de UX, façam o projeto final e bastante! Ele abre portas, além de você sair com um case para seu portfólio! 😀

É isso! Muito obrigado, Mentorama e espero que essa conversa possa ajudar o pessoal! 😀

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Programação

Como programar em Python?

O Python é uma linguagem de programação que foi projetada visando ser de fácil leitura e utilização, além de ser muito semelhante à língua inglesa. Você quer aprender a programar em Python? Continue lendo e descubra como!

O que é Python?

O que é Python?

O Python é uma linguagem de programação de alto nível, do termo em inglês, high level language. Estruturas desse tipo geralmente são classificadas como orientadas a objetos, funcional, tipada, imperativa e de script. Em outras palavras, o Python é uma linguagem de programação que foi criada com o intuito de construir um código de fácil leitura e utilização. 

O Python é muito semelhante à língua inglesa, isso porque a linguagem tenta utilizar comandos intuitivos, como “print” para imprimir um texto na tela, “open” para abrir um arquivo, ou “find” para encontrar a posição de uma palavra.

Por ser uma linguagem flexível, é possível utilizá-la em: 

  • Machine Learning
  • Inteligência Artificial;
  • Aplicações Web;
  • Análise de Dados.

Como aprender a programar em Python?

Como aprender a programar em Python?

Para aprender a programar em Python, é necessário ter noção da teoria e prática dos comandos dessa prática. Confira abaixo alguns dos principais conhecimentos que serão essenciais nessa jornada!

  • Fundamentos da programação

Por ser leigo no assunto, o ideal é que você procure entender mais sobre a história dessa linguagem de programação e como ela funciona na prática através de fontes confiáveis. Uma dica é acessar o python.org.br onde é possível encontrar informações seguras que te darão um overview completo dessa linguagem.

Além disso, se você quer descobrir tudo sobre a jornada de programação em Python, clique no vídeo abaixo e confira o webinar em que Felipe Assunção, mentor do curso Python do zero ao PRO, compartilhou seu processo de aprendizado na programação, principais desafios e dicas exclusivas para futuros desenvolvedores na área!

Além disso, também sugerimos que você clique no vídeo abaixo e confira, como um complemento ao seu conhecimento, um webinar em que Felipe Assunção dá uma introdução à programação com python! 

  • Bootcamps de programação

O bootcamp é um tipo de treinamento intensivo que lhe permitirá conhecer de perto como funciona essa linguagem de programação, além de ter acesso a informações exclusivas, orientação de um especialista e uma comunidade de pessoas para trocar conhecimentos. 

Nesses eventos, o processo de aprendizagem é dividido entre prática e teoria, simulando projetos reais. No fim do curso, os alunos estão aptos para colocar seus conhecimentos e ideias em prática de forma independente. 

Quanto ganha um Programador Python?

Atualmente, o salário mensal desse profissional está definido da seguinte forma:

  • Desenvolvedor Júnior Back-End: R$ 4.500,00
  • Desenvolvedor Pleno Back-End: R$ 9.000,00
  • Desenvolvedor Sênior Back-End: R$ 10.000,00

Além disso, todos os dias surgem novas tecnologias que dependem de programadores e, por isso, a demanda por profissionais qualificados dessa área está crescendo cada vez mais e daqui a dez anos isso estará em ainda mais evidência.

De acordo com os dados do site Indeed.com, o salário médio de um desenvolvedor Python no Brasil é de R$ 63.600,00 por ano. Além disso, segundo a BLS, o crescimento do emprego de desenvolvedores Python de 2018 a 2028 será de 21%.

Curso de programação Python

Mais do que uma decisão, investir na carreira de Desenvolvedor Python é ter a certeza de que está fazendo a escolha certa! Quer saber como? Ela ocupa o 2º no ranking das linguagens mais usadas no mundo e é utilizada por grandes corporações, como Google, Facebook e Spotify.

Com o curso “Profissão Desenvolvedor Python”, você terá acesso a 3 cursos completos em um programa para que você possa expandir seus horizontes profissionais ao aprender tudo sobre Python, SQL e Conhecimento de Programador Universal. 

Serão 15 meses aprendendo na prática, laboratório prático de desenvolvimento exclusivo para alunos, mentor para acompanhar seu progresso e dar feedbacks personalizados, cases reais para incluir no portfólio e a ajuda do nosso Centro de Carreiras para você entrar diretamente no mercado de trabalho.

Após a conclusão do curso, você estará apto para:

  • Escrever códigos concisos;
  • Desenvolver aplicativos desktop e aplicativos móveis;
  • Especialização em Git, SQL e CSS3;
  • Domínio do Django;
  • Desenvolver projetos em Machine Learning.
  • Compreensão de World Wide Web, incluindo HTTP e API;
  • Utilização de bibliotecas do Python.

Nosso objetivo é transformar o seu desafio em solução! Entre em contato conosco e saiba como podemos te ajudar.

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Programação

Como se tornar Cientista de Dados?

Vivemos numa era em que todos os dias surgem novas tecnologias que dependem de profissionais que saibam lidar com grandes quantidades de dados. Mas afinal de contas, o que faz um Cientista de Dados? Quanto ganha? Como se tornar um? Continue lendo e descubra!

O que faz um Cientista de Dados?

Como se tornar um Cientista de Dados?

Considerada a profissão mais sexy do século 21 pela Harvard Business Review, o Cientista de Dados é responsável por reunir, interpretar e transformar uma grande quantidade de dados para que seja possível extrair um conjunto de informações relevantes.

A partir dos algoritmos de Machine Learning e Big Data, o Cientista de Dados consegue fazer com que os dados ganhem valor e se tornem inteligência de negócio, solucionando problemas e ampliando estratégias que as empresas possuem. 

Esses dados são necessários para criar buscadores, aplicativos de trânsito, compras, redes sociais, serviços financeiros, entretenimento, entre muitos outros serviços que são essenciais em nosso dia a dia. 

Onde atua um Cientista de Dados?

O Cientista de Dados trabalha em conjunto com os setores de tecnologia e negócios de empresas em geral. Esse serviço vem ganhando cada vez mais espaço nas grandes empresas e principalmente nas startups que entenderam o valor que há no conjunto de dados que podem recolher diariamente de seus clientes. 

Atualmente, o Cientista de Dados encontra boas oportunidades em empresas de tecnologia, bancos, corretoras de investimento, empresas de marketing, centros de pesquisa, empresas de seguro e empresas de segurança cibernética.  

Se você quer descobrir quais são as principais habilidades, demandas e como funciona essa profissão na prática, clique no vídeo abaixo e confira um webinar gratuito em que a Jéssika Ribeiro, Gerente de Ciência de Dados no Grupo Boticário, deu dicas exclusivas e indispensáveis para quem deseja ingressar nessa área!

O que um Cientista de Dados precisa saber?

O que um Cientista de Dados faz?

Atualmente, os especialistas dessa área precisam lidar diariamente com a missão de reunir, traduzir e transformar dados brutos para resolver problemas de negócios, prever e acompanhar tendências, além de estar em contato com stakeholders, gerência e outras áreas importantes dentro de uma empresa.

Abaixo, listamos os 5 principais conceitos que os profissionais da área de Ciência de Dados precisam saber no seu dia a dia. Confira!

  • Matemática e estatística

Apesar de não ser necessário ser um especialista, é muito importante que você compreenda os principais conceitos de matemática e estatística já que elas serão as bases que fundamentam a coleta e análise de dados, bem como o desenvolvimento de algoritmos de Machine Learning.

A dica é se aprofundar em modelos estatísticos, regressão linear, álgebra linear, regressão múltipla e clustering que são alguns dos conceitos que você usará em seu dia a dia como Cientista de Dados.

  • Linguagens de programação

Compreender as linguagens de programação mais utilizadas entre os cientistas de dados (Python e R) permitirá que você as aplique em seu dia a dia, além de lhe tornar um profissional mais completo.

Também indicamos que você se aprofunde nos fundamentos de programação, principalmente voltadas para back-end, servidores, coleta e comunicação de dados que são conhecimentos indispensáveis para profissionais que queiram se destacar no mercado de trabalho.

  • Banco de dados

Existem diversos tipos de banco de dados, sendo o mais utilizado o MySQL, no qual você precisa conhecer a linguagem SQL para acessá-lo, coletar dados importantes e analisá-los. Além disso, você também precisa saber como converter dados brutos para que eles sejam compreendidos com mais facilidade.

  • Machine learning e Deep learning

Além de ser fundamental na Ciência de Dados, o Machine Learning, também conhecido como aprendizado de máquina, é essencial para criar algoritmos que coletam dados de maneira automatizada.

Já o Deep Learning, também conhecido como aprendizagem profunda, envolve o uso de dados para modelar abstrações mais complexas. Ou seja, além de precisar entender Machine e Deep Learning, é necessário saber como implementá-los em seu dia a dia.

  • Apresentação e visualização

Muito além de saber reunir, interpretar, minerar e limpar dados, também é importante que você saiba transformar dados em representações gráficas para que as pessoas ao seu redor possam analisá-los com facilidade.

A capacidade de desenvolver e entregar uma visualização de dados efetiva e simplificada tem sido um requisito cada vez mais procurado e valorizado pelas empresas, portanto, procure ferramentas que possam te auxiliar a transformar dados em gráficos e infográficos.  

Dica: Para os iniciantes, compreender esses conceitos pode parecer um desafio, mas uma das vantagens que essa profissão oferece é a flexibilidade, ou seja, não é necessariamente obrigatório dominar essas habilidades para começar a atuar na área. Com o “Cientista de Dados: do zero ao PRO” você aprenderá todos os conceitos teóricos necessários para começar a estagiar e colocar seus conhecimentos em prática.

Quanto ganha um Cientista de Dados?

Considerada a profissão do futuro, o Cientista de Dados é um dos profissionais mais requisitados e bem remunerados do mercado de trabalho justamente por ser útil em quase todas as áreas dentro de uma empresa. 

Atualmente, o salário mensal desse profissional está definido da seguinte forma:

  • Cientista de Dados Sênior: R$ 12.000,00
  • Cientista de Dados Pleno: R$ 8.500,00
  • Cientista de Dados Júnior: R$ 4.500,00 

Como se tornar um Cientista de Dados?

Agora que você conheceu um pouco mais sobre essa área que não para de crescer, aproveite a oportunidade e converse com um de nossos consultores de forma gratuita! Não deixe para amanhã a carreira de sucesso que você pode embarcar hoje mesmo. 

Com o Cientista de Dados: do zero ao PRO,  você terá todo o suporte necessário para se tornar um cientista de dados, e a única exigência é ter força de vontade. Com oito meses aprendendo Data Science na prática e dois cursos em um só programa, você será capaz de trabalhar com bibliotecas e bancos de dados, criar sistemas de recomendação e resolver problemas reais usando redes neurais.

Após a conclusão do curso, você estará apto para:

  • Dominar Python e trabalhar automaticamente com grandes sequências;
  • Aprender a representar dados na forma de painéis e infográficos interativos para que todos possam entender;
  • Trabalhar com as bibliotecas Pandas e NumPy, bem como dominar os bancos de dados PostgreSQL, SQLite 3 e MongoDB;
  • Organizar e realizar testes A/B;
  • Treinar redes neurais usando frameworks e aumentar significativamente a velocidade de trabalho;
  • Aprender a criar um sistema de recomendação e criar o seu próprio.

Além disso, caso você queira se especializar ainda mais, com o Profissão Cientista de Dados, você terá acesso a 4 cursos diferentes e 21 meses aprendendo na prática para se tornar um profissional completo e altamente capacitado!

Ao final do curso, você estará apto para se candidatar para vagas de Cientista de Dados e saberá como:

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Quem faz games: Artistas

Games são arte. Os jogos oferecem experiênciais audiovisuais, emocionais e multisensoriais riquíssimas, amplificadas ainda mais pelo elemento que diferencia essa mídia de todas as outras: a participação do jogador. E talvez nenhum outro componente da apresentação de um game cause um impacto tão imediato quanto os gráficos.

Na Parte 1 da nossa viagem pelos diferentes papéis dos desenvolvedores de games, vamos conhecer os profissionais responsáveis pela estética, estilo e detalhamento dos gráficos nos games: Artistas.

Arte 2D e Pixel Art

Técnicas clássicas de ilustração formam a base de conhecimento do Artista 2D, mas o profissional precisa conhecer a fundo o funcionamento dos games para que sua arte seja adequada ao jogo. O uso de cores e da iluminação é fundamental para destacar objetos importantes do cenário, como uma alavanca que o jogador deve puxar, por exemplo. Além disso, o profissional precisa ser capaz de desenhar de maneira modular, ou seja, definir peças, chamadas de tiles, que possam ser reutilizadas e encaixadas umas nas outras. Muitos games utilizam dessa arquitetura modular para compor uma quantidade gigantesca (e em alguns casos, infinitas combinações) de cenários 2D nos games.

Uma outra técnica muito popular nos games clássicos que vem sendo resgatada há vários anos nos jogos mais modernos é o pixel art. Nela, o artista literalmente pinta cada pixel da imagem, e os mais talentosos deles conseguem transmitir relevo, iluminação e movimento de forma impressionante.

Modelagem, Texturas e Animação 3D

A tecnologia de renderização 3D em tempo real dos consoles e computadores modernos tem permitido aos games atingirem níveis cada vez mais altos de realismo e detalhamento. Os profissionais de modelagem 3D são os responsáveis pela escultura digital dos personagens, objetos e cenários dos games, que são representados internamente por polígonos. Parte fundamental do trabalho do modelador 3D é otimizar seus modelos, ou seja, atingir a qualidade desejada utilizando o menor número possível de polígonos de forma a não sobrecarregar o jogo durante a renderização.

Além da estrutura geométrica dos modelos 3D, os objetos dos games são compostos por várias imagens, chamadas de texturas, que são utilizadas para dar aos modelos informações de cor, relevo, iluminação, e muito mais. O artista de texturas é o responsável por pintar cada uma dessas imagens e conhecer profundamente o seu funcionamento nos games. Por exemplo, o artista de texturas determina quais partes do modelo possuem um material metálico, que reflete muito mais a luz, e quais partes possuem material de tecido, que não brilha tanto.

A animação também exerce um papel fundamental para dar aos personagens e objetos do jogo um comportamento realista e convincente. Para isso, os animadores 3D utilizam técnicas de animação tradicional e também de captura do movimento de atores reais utilizando a técnica conhecida como motion capture ou mocap. Com ela é possível importar para o game a performance feita na vida real por atores utilizando roupas com muitos sensores, que se traduzem nas posições precisas de cada parte do corpo do personagem dentro do game.

Outras Especialidades

Além dos papéis citados acima, muitos outros artistas fazem parte do desenvolvimento de games nos grandes estúdios da indústria.

  • Artistas conceituais e diretores de arte: definem o estilo, a estética e a ambientação do game, que servirão de referência para os demais artistas durante a produção do jogo.
  • Artistas de efeitos visuais: utilizam técnicas avançadas de renderização de efeitos físicos, atmosféricos ou até mesmo mágicos nos games, como fumaça, explosões e partículas.
  • Artistas técnicos: fazem a ponte entre os artistas e os programadores, definindo formato de arquivos, escrevendo ferramentas de exportação automática e ajudando na otimização de modelos e texturas.

O Brasil em Destaque na Arte dos Games

Hoje temos muitos artistas brasileiros de muito renome na indústria de games mundial. Na Sony Santa Monica, o brasileiro Rafael Grassetti atua como diretor de arte e foi o responsável pela reimaginação do personagem Kratos, da série God of War, em sua fase mais madura e paternal. Já a dupla Amora Bettany Pedro “Santo” Medeiros obteve um grande destaque no mundo do pixel art com seu trabalho fantástico em jogos independentes de grande sucesso como Towerfall: Ascension e Celeste.

E você, conhece algum game que se destaca pela arte? Conte pra gente nos comentários e fique ligado em breve na segunda parte da série Quem Faz Games?, na qual conheceremos as muitas especialidades dos Game Designers. Até lá!

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Como desenvolver um jogo?

Você é um amante dos games e gostaria de dar vida aos seus próprios jogos mas não sabe por onde começar? Confira nesse artigo 5 passos que são essenciais para começar no desenvolvimento de jogos!

Leia também: Game Engine: o que é?

#1 Vá devagar consigo mesmo

Antes de mais nada, você precisa entender que o jogo dos sonhos requer muita experiência, conhecimento e, se estamos falando de pelo menos um grande jogo, um time de profissionais. 

Nessa fase inicial, o ideal é que seu objetivo seja criar algo que você possa montar e começar a testar com a mesma rapidez. Ou seja, considere seus primeiros projetos como exercícios de aprendizagem. Afinal, é isso que eles são.

#2 Pense sempre no enredo

É necessário pensar em como você gostaria que o seu jogo fosse. Como serão os personagens? O estilo do jogo? A história? Essa e outras perguntas precisam ser respondidas para que você consiga construir uma história interessante o suficiente para que as pessoas tenham vontade de jogá-la. 

#3 Escolha as ferramentas certas

É essencial que você encontre um mecanismo que vai te ajudar a dominar os fundamentos do desenvolvimento. Nesse processo inicial de aprendizado, os mais indicados são o GameMaker Studio 2, Unity e Unreal Engine.

#4 Aprenda programação

Basicamente, todos os jogos têm como base a programação, ou seja, todos os comandos utilizados neles envolvem um complexo trabalho matemático e de raciocínio lógico, que são habilidades que você irá desenvolver quando começar a programar. 

#5 Se especialize

Além dos passos citados anteriormente,  participar de eventos, começar um novo curso, tirar as suas dúvidas e trocar experiências vai te ajudar a avançar. 

Você sabia que aqui na Mentorama nós temos vários webinars gratuitos sobre tecnologia todos os meses? Isso, mesmo. São gratuitos e abordam diferentes temas das áreas mais promissoras da tecnologia, como UX/UI Design, Programação, Marketing e Games

Além disso, é importante que você esteja em constante atualização para se destacar na concorrência. Como? Conhecendo as novas ferramentas da sua área, estudando com mentores altamente qualificados e tendo o auxílio de uma escola que pode e vai te orientar. 

É isso o que fazemos aqui na Mentorama, e é por isso que somos considerada a escola online das profissões mais procuradas. Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução. Entre em contato conosco agora mesmo e saiba mais!