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5 mulheres pioneiras que revolucionaram a tecnologia

A luta por igualdade de direitos é longa e, a cada dia, um novo capítulo é escrito. Nessa semana tão simbólica destinada às mulheres, decidimos reunir alguns 5 mulheres pioneiras que revolucionaram a história da tecnologia. Continue lendo e saiba quais são elas!

Ada Lovelace

Quando falamos de mulheres pioneiras que revolucionaram a história da tecnologia, é claro que não poderíamos deixá-la de fora. Incentivada desde pequena por sua mãe a se destacar na matemática, Ada Lovelace é considerada a primeira mulher programadora de computador.

Em 1843, Augusta Ada King, traduzia os textos de Luigi Menabrea, um matemático italiano, sobre as ferramentas analíticas usadas por Charles Babbage, um matemático inglês. Esse trabalho resultou no primeiro algoritmo criado na história, muito antes da existência de máquinas que pudessem processá-lo.

Infelizmente, Ada Lovelace não viveu tempo o suficiente para ver a Máquina Analítica pronta e, consequentemente, seu algoritmo funcionando. Porém, em 1953, mais de cem anos após a sua morte, suas anotações foram republicadas. A máquina foi reconhecida como o primeiro modelo de computador, e as notas de Ada como a primeira descrição de um computador e um software.

Grace Hopper

Quando o quesito é pioneirismo, Grace Hopper tem inúmeros títulos para chamar de seus. Conhecida como a rainha da computação, ela foi a primeira mulher a se formar na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, com PhD em matemática, além de ter sido a primeira almirante da Marinha dos EUA. 

No campo da tecnologia, ela foi uma das criadoras do COBOL, uma linguagem de programação destinada a bancos de dados comerciais. Além disso, Grace foi a responsável pela criação do termo “bug”, usado para indicar problemas em um software. 

Entretanto, Hopper tornou-se oficialmente protagonista quando desenvolveu linguagens de programação para o UNIVAC, o primeiro computador comercial fabricado nos Estados Unidos. Uma de suas principais frases que se tornou inspiração para as mulheres que lutam por representatividade na indústria da tecnologia foi: “é mais fácil pedir perdão do que permissão”. 

Hedy Lamarr

Você já se perguntou quem foi o responsável por criar o Wi-fi que você usa diariamente? Se não, agradeça a Hedy Lamarr! Além de ter sido atriz hollywoodiana, onde estrelou mais de 30 filmes, incluindo os clássicos “Sansão e Dalila” e “A História da Humanidade”, Hedy não se contentou apenas com seu destaque no cinema. 

Dona de uma inteligência absurda, Hedy Lamarr também tinha um grande fascínio pela ciência. Hedy inspirou-se ao observar um piano, notando que cada tecla emitia uma frequência de longo alcance diferente. 

Assim como nas melodias, nas quais as notas alternavam-se rapidamente, ela pensou em como isso poderia ser usado em espectros de comunicação militar. Projetado juntamente com o compositor George Antheil, o sistema foi concebido para que estações de radiocomunicação mudassem o seu sinal 88 vezes seguidas. 

A importância de sua invenção é tão grande que chegou a ser empregada em tecnologias de comunicação de guerra. Nos dias atuais, ela é usada também em redes celulares, no GPS, Bluetooth e até mesmo no Wi-Fi.

As garotas do ENIAC

As garotas do ENIAC, Betty Snyder, Marilyn Wescott, Fran Bilas, Kay McNulty, Ruth Lichterman e Adele Goldstine trabalharam em um dos primeiros supercomputadores criados, o ENIAC. Elas eram responsáveis pela configuração do ENIAC, dando a ele as instruções necessárias para realizar os cálculos. 

Mais do que operar o maquinário, elas foram responsáveis por dar o pontapé inicial em muitos protocolos usados até hoje. Goldstine, por exemplo, criou o primeiro manual do ENIAC, com instruções de uso e melhores práticas, enquanto Goldstine e Jennings tiveram influência fundamental em sistemas de “salvamento” de configurações e preferências. 

Fora do supercomputador, ainda, Snyder criou o primeiro sistema informatizado para o censo americano, inventou o teclado numérico para facilitar na programação e, curiosamente, foi uma das precursoras dos computadores na cor “gelo”, totalmente comuns nos anos de 1990.

Carol Shaw

Por fim, mas não menos importante: Carol Shaw, a primeira mulher a trabalhar na indústria de games, sendo uma das principais pioneiras para a igualdade de gêneros nesse segmento.  

Inicialmente, a desenvolvedora trabalhou em Polo (jogo de 1978 feito para uma campanha promocional da grife Ralph Lauren), e na sequência foi lançado comercialmente o primeiro jogo criado por uma mulher: o 3D Tic-Tac-Toe, de 1979, inspirado no tradicional jogo da velha. 

Em meio a discriminação contra mulheres no mundo dos games em 1983, Carol Shaw criou um dos jogos mais emblemáticos e inesquecíveis da sua trajetória: o River Raid. Graças a sua invenção, o game introduziu mecânicas jamais vistas antes, como a movimentação do avião e limitação do combustível, já que sem ele você também morria. 

Esses são apenas alguns dos nomes de mulheres pioneiras que revolucionaram a história da tecnologia. Mais do que nunca, devemos incentivar meninas e mulheres a darem forma ao sonho de entrar na área da tecnologia. 

Devemos sempre lembrar desses grandes nomes e formar cidadãs que têm tudo para fazer ainda mais diferença no mundo!

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Filmes para mulheres que querem programar

Nós reunimos 5 filmes e documentários que buscam inspirar mulheres que desejam ingressar no mercado da tecnologia. Continue lendo e saiba quais são eles!

1- Estrelas além do tempo (2016)

Lançado em 2016, o filme “Estrelas além do tempo” retrata a história real de três cientistas afro-americanas que trabalharam no Centro de Pesquisas Langley da NASA, localizado na cidade de Hampton, no estado da Virginia: Katherine Johnson e Dorothy Vaughan, matemáticas, e Mary Jackson, matemática que viria a se tornar engenheira.

O longa se passa no começo da década de 60, onde os Estados Unidos e a União Soviética brigavam pela corrida espacial. Os soviéticos largaram na frente quando Iuri Gagarin fez a órbita da Terra em abril de 1961.

Quase um ano depois, em fevereiro de 1962, o norte-americano John Glen ultrapassou na disputa dando três voltas na órbita terrestre. Porém, o programa espacial não seria um sucesso sem o trabalho de um trio de mulheres negras. Vale lembrar que nessa época as leis de segregação racial nos EUA ainda estavam em vigor.

Mary Jackson (1921 – 2005), interpretada por Janelle Monáe, trabalhava analisando dados dos experimentos de voo e túneis de ventos. Além de ajudar outras mulheres a promoverem suas carreiras científicas dentro da NASA.

Katherine Johnson (1918 – 2020), interpretada por Taraji P. Henson, começou trabalhando nos testes de voo, mas após os soviéticos darem o primeiro passo, John Glen pediu para ela fazer a análise de trajetória para a sua missão, a Freedom 7.

Dorothy Vaughan (1910 – 2008), interpretada por Octavia Spencer, foi a primeira supervisora negra da NACA (agência anterior à NASA) e uma das únicas mulheres a estarem no posto. Ela garantia que as funcionárias recebessem promoções e aumentos merecidos, além de ser programadora especialista em FORTRAN, uma linguagem computacional da época.

2- Code Girl (2015)

Com o intuito de incentivar mulheres a programar, o Google e a diretora Lesley Chilcott decidiram lançar um documentário chamado “Code Girl” que está disponível gratuitamente no site de streaming de vídeo do gigante da web. 

O filme documenta a vida de jovens mulheres de diversos países que participaram do desafio Google Technovation 2015, que reúne times de meninas de 10 a 18 anos e alguns mentores para desenvolver aplicativos de celular que solucionem um problema social.

O objetivo da diretora é inspirar meninas a ingressarem na carreira de programação, capacitando-as com o conhecimento necessário e, principalmente, conscientizando que garotas possam aprender a codificar e desenvolver aplicativos que melhorem o mundo. 

Code Girl também destaca o cenário brasileiro ao mostrar a trajetória do time de meninas de Recife que foram até a final da competição em São Francisco em junho de 2015. O documentário foi lançado em diferentes idiomas, incluindo hindi, inglês e português.

3- She Started It (2016)

Seguindo cinco mulheres ao longo de dois anos enquanto, montam equipes, trazem produtos ao mercado, fracassam e começam de novo, She Started It leva os espectadores a uma montanha-russa global de São Francisco ao Mississippi, França e Vietnã.

Ao longo de seu desenvolvimento, She Started It obteve perspectivas gerais de mulheres como a investidora Joanne Wilson; Megan Smith, CTO da Casa Branca; Debbie Sterling, CEO da GoldieBlox; e Ruchi Sanghvi, a primeira engenheira do Facebook.

Por meio de uma narrativa íntima e voltada para a ação, She Started It explora as raízes culturais da sub-representação feminina no empreendedorismo – incluindo a dúvida generalizada, o medo do fracasso e a aversão ao risco entre as mulheres jovens. 

Além disso, o filme também expõe as realidades estruturais que as mulheres enfrentam ao se tornarem empresárias, incluindo a falta de modelos femininos e investidores, e a persistente escassez de fundos de capital de risco disponibilizados para empresas lideradas por mulheres.

4- CODE: Debugging the Gender Gap (2015)

Nesse documentário, a diretora Robin H. Reynolds busca inspirar jovens mulheres a seguirem carreira na ciência da computação ao descrever perfis de mulheres bem sucedidas na programação.

CODE é um documentário de longa-metragem extremamente relevante que visa explicar por que mulheres não estão buscando carreiras em ciência da computação, apesar das oportunidades lucrativas de trabalho e da alta demanda por programadores.

Segundo o documentário, muitos fatores contribuem para essa carência, incluindo estereótipos culturais, falta de modelos de comportamento, acesso limitado à educação em ciência da computação, sexismo e barreiras socioeconômicas. 

Além disso, o documentário CODE explora como a tecnologia seria diferente se um campo mais diverso de programadores codificasse os aplicativos e dispositivos dos quais a sociedade depende.

Além do documentário, foi idealizado um projeto, o She ‘s Coding, que fornece educação, recursos e diretrizes acionáveis ​​para quem deseja aprender a codificar ou ajudar a fomentar a lacuna de gênero no campo da ciência da computação.

5- Go Against the Flow (2015)

Este documentário mostra mulheres que desafiaram as chances de se tornarem empresárias de sucesso criando e construindo empresas iniciantes que se tornaram empreendimentos comerciais extremamente promissores. 

No mundo dominado pelos homens de tecnologia e startups, essas jovens demonstraram sua inteligência, impulso, determinação, resiliência e coragem para ter sucesso. 

Elas compartilham suas percepções sobre como se tornar empreendedoras bem-sucedidas, desde começar a conceituar, construir tecnologia, contratar, obter financiamento e escalar até finalmente administrar a vida profissional.

Go Against the Flow, “Vá contra o fluxo” em tradução livre, está na lista de 5 filmes para mulheres em tecnologia e empreendedorismo da Hackbright Academy.

Esses são apenas alguns dos filmes e documentários que reunimos com o intuito de engajar e estimular mulheres que queiram iniciar carreira em programação.

Conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio do IBGE, só 20% dos profissionais que atuam no mercado de TI são mulheres. Mais do que nunca, devemos incentivar mulheres a darem forma ao sonho de entrar na área da tecnologia! 

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Programação

Mulheres na tecnologia: iniciativas

Algumas pessoas se mobilizaram e desenvolveram iniciativas para mulheres que têm como propósito inserir cada vez mais meninas na tecnologia. Continue lendo e acompanhe 10 iniciativas e projetos para mulheres que desejam ingressar na área!

PrograMaria

Com a missão de diminuir a disparidade de gênero no mercado de trabalho e combater preconceitos, o PrograMaria surgiu da iniciativa de designers e jornalistas que tinham como objetivo aprender a programar.

Buscando estimular que as mulheres tenham voz e espaço na programação, o PrograMaria, em parceria com a Intel, lançou em 2020 o projeto #MulheresPodem. Através de ações e eventos, o projeto possibilitou a inserção, capacitação e valorização de mulheres apaixonadas pelo mundo da tecnologia.

Com quase 22 mil seguidores no Instagram, o PrograMaria ainda possui mais de 5 mil mulheres na base, organizou 27 eventos e teve participação em mais de 55, sempre abordando temas sobre tecnologia e diversidade. 

Minas Programam

Criado por Ariane Cor, Fernanda Balbino e Bárbara Paes, o projeto “Minas Programam” está desde 2015 buscando desconstruir estereótipos de gênero e de raça e promover a democratização na programação.

Através de cursos de introdução gratuitos, oficinas, treinamentos e conteúdos, o projeto ajuda na inclusão de diversas meninas e mulheres. O blog Minas Programam ainda apresenta dicas de leitura, resenhas, entrevistas e muito mais!

A ideia é promover um espaço de formação básica para mulheres que queiram saber mais sobre programação, mas não sabem por onde começar. 

Pyladies Brazil

A área da tecnologia é uma das áreas que mais crescem no Brasil, porém falta mão de obra qualificada. Um estudo da Brasscom revelou que a área de TI deve ter até 2024 cerca de 290 mil vagas abertas. 

A comunidade mundial PyLadies é uma das iniciativas que veio ao Brasil com o objetivo de inserir mulheres nesse mercado promissor e promover uma comunidade Python mais diversificada. 

O PyLadies Brazil possui um blog que oferece dicas, auxilia iniciantes, promove reflexões e mostra um panorama das mulheres na área da tecnologia. Além disso, sempre na última sexta-feira do mês acontece o Boteco das Pyladies no Discord. Já anota na sua agenda!

Women Up Games

A pesquisa Game Brasil 2017, realizada todos os anos pela agência de tecnologia interativa Sioux, revelou que as mulheres são maioria quando se trata de videogame, sendo que 56,6% dos jogadores no país são do público feminino. 

Pensando nisso, a Ariane Parra criou o Women Up Games, uma organização que promove a inclusão de mulheres no mundo dos games através de palestras, eventos corporativos, campeonatos femininos e eventos de desenvolvimento de games.

+Mulheres em UX Rio

“+Mulheres em UX Rio” é a versão brasileira do “+Mujeres en UX LATAM”, uma iniciativa que busca promover um espaço acolhedor para todas as mulheres da área. Não importa se você é iniciante ou está no mercado há muitos anos, todas são bem vindas.

Através de lives no YouTube, o +Mulheres em UX proporciona debates com profissionais da área para promover e viabilizar a presença feminina na área de Experiência do Usuário. Também vale conferir o IGTV do canal, onde várias palestrantes compartilham o seu depoimento.

A versão latino americana possui o podcast Nota Mental con +Mujeres en UX, que está disponível no Spotify e procura explorar e compartilhar os desafios enfrentados pelas mulheres, tanto em ambiente profissional, quanto no dia a dia. 

InfoPreta

Com mais de 30 colaboradores, o “InfoPreta” é a primeira empresa especializada em tecnologia no Brasil que tem por objetivo inserir pessoas negras, LGBTQI+ e mulheres no mercado de tecnologia.

Um dos projetos do InfoPreta é o #NoteSolidárioDaPreta. A partir de doações de notebooks que estão em bom estado, ou de equipamentos usados que necessitem de algum reparo, a InfoPreta doa, sem custo algum ao beneficiado, notebooks para estudantes que estão cursando o ensino superior. 

Além disso, a empresa também possui uma parceria com uma cooperativa sem fins lucrativos para receber lixo eletrônico. Assim é possível realizar o descarte de forma correta.

Fico interessado em ajudar #NoteSolidárioDaPreta? É só levar o equipamento até o lab localizado na Rua Artur de Azevedo, 774 – Pinheiros, São Paulo. O local funciona de segunda a sexta, das 10h às 18h. 

Girls Make Games 

A Iniciativa internacional “Girls Make Games” busca valorizar o papel das mulheres na produção de jogos, oferecendo condições para o surgimento de uma nova geração de designers de games do sexo feminino. 

Basicamente, a equipe do projeto realiza workshops e jams de games durante os acampamentos de férias para garotas de várias partes do mundo, com o objetivo de inspirar a próxima geração de designers de jogos. 

A meta do projeto, iniciado em 2014, era ensinar 1 milhão de garotas a desenvolver, programar e criar games até 2020. Em apenas seis anos de trajetória, a iniciativa já alcançou mais de 6.400 meninas que desenvolveram jogos e ingressaram na área. 

De uma pequena oficina de quintal, o projeto já alcançou 14 localidades internacionais em poucos meses e conta com o auxílio de grandes parceiros, entre eles: Google Play, PlayStation, Unity, Nintendo, PayPal e outros.

WoMakersCode

A WoMakersCode é uma das maiores comunidades de tecnologia formada por mulheres na América Latina. Foi fundada em 2015 no interior do Rio Grande do Sul por Cynthia Zanoni, Engenheira de Software que tem como objetivo tornar a área da tecnologia mais acessível para todas as mulheres.

Um dos projetos da WoMakersCode são os Meetups, encontros informais que buscam promover o networking e troca de conhecimentos sobre tecnologia e carreira. Ao longo dos anos, a comunidade já organizou mais de 300 eventos, capacitando mais de 30 mulheres. 

Outro projeto organizado pela comunidade são os Bootcamps de Capacitação. A WoMakersCode já apresentou capacitação em Ciência de Dados, Front-end, Primeiros passos em Programação e Aceleração de Carreira.

Game Jam das Minas 

Realizada por mulheres, a Game Jam das Minas é uma iniciativa pernambucana que  incentiva a inserção do público feminino na indústria de desenvolvimento de jogos digitais, especialmente no mercado local, fortalecendo a comunidade gamer do Recife e de Pernambuco. 

Este incentivo contribui para a descoberta e capacitação de talentos femininos na área, possibilitando uma maior diversidade nas empresas, que resulta em mais criatividade, identificação e todos os benefícios que equipes diversas são capazes de gerar. 

Além de produzir a maratona, a equipe da Game Jam das Minas tem o objetivo de ajustar a fortalecer o senso de pertencimento e oferecer um ambiente diverso e acolhedor de aprendizagem e networking para as que desejam entrar nesta indústria.

Ladies That UX São Paulo

O Ladies That UX São Paulo é um chapter do Ladies That UX para a cidade de São Paulo, com a proposta de ser uma comunidade acolhedora e colaborativa de mulheres criativas e curiosas. 

O principal objetivo da iniciativa é reunir e promover as mulheres na área de UX Design para trocar conhecimento, contar experiências e fornecer apoio umas às outras.

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Gamedev

Mulheres nos games: 5 nomes que você deve conhecer

Se você é uma apaixonada por games e deseja iniciar carreira em uma das áreas que mais cresce no mundo, saiba que chegou a hora de dar o “play” nos seus projetos e dar vida aos seus próprios games. Continue lendo e acompanhe 5 nomes de mulheres nos games que você deve conhecer!

Mariana Boucault

Com dez anos de experiência na indústria de jogos, Mariana Boucault é graduada em Design de Jogos pela Universidade Anhembi Morumbi e atualmente é diretora de monetização da Ubisoft, um dos maiores publishers de games do mundo. 

Mariana trabalhou na economia e balanceamento dos jogos para celular da Behaviour e participou do desenvolvimento de mais de 15 jogos mobile para iOS, Android, Windows Phone e Amazon Store.

Mariana testou ótimos títulos como Call of Duty, God of War, Blur, Family Feud, Deer Hunter, Paperboy, entre outros. Além disso, ela também trabalhou como Líder de QA para jogos desenvolvidos dentro do estúdio.

Com mais de 20 projetos publicados, Mariana Boucault desenvolveu jogos de PC, móveis, consoles e muito mais. Entre seus projetos mais famosos, estão: Turma do Chico Bento, Leap of Fate, For Honor e Pool Trick Shots.

Luísa Cecília

Graduada em Produção Audiovisual e Pós-graduada em Desenvolvimento de Jogos Digitais pela PUCRS, Luísa Cecília é produtora de jogos e seu maior objetivo é proporcionar a outras pessoas experiências memoráveis ​​por meio de jogos.

Luísa trabalha desde 2019 como produtora no Hermit Crab Game Studio, responsável pela franquia “Football Freestyle” com jogos oficiais para celular de grandes times de futebol como Paris-Saint Germain e Arsenal FC.

Atualmente, ela é gerente de projeto da franquia “Football Freestyle”. Sendo responsável por liderar equipes de lançamento de games para os mercados Premium e Free-to-Play, garantindo a qualidade do produto em tempo e escopo limitados.

Além disso, desde 2020 ela faz parte da equipe brasileira de organização do Women Game Jam, uma maratona de desenvolvimento de games voltada para o público cis/ trans feminino e não binário.

Com inúmeros projetos publicados, Luísa Cecília desenvolveu jogos que foram premiados. Entre seus projetos mais famosos, estão: Chiiip, AstroBunny e Hipnotizado. 

Amora Bettany

Em um mercado dominado por homens, Amora Bettany conquistou seu espaço e tem se tornado uma referência para muitas mulheres que desejam iniciar carreira na área de games.

Ela é uma das fundadoras do estúdio de desenvolvimento de games MiniBoss, um negócio que começou por acaso em parceria com o marido Pedro Medeiros, em 2010, e que hoje é uma dos principais estúdios da cena independente de games.

Com apenas 27 anos, Amora Bettany tem jogos de sucesso para chamar de seus. Seus trabalhos mais conhecidos são: Celeste, Out There Somewhere e o aclamado Towerfall. Além disso, ela é uma figura super inspiradora para as meninas que se aventuram pelos pixels.

Renata Rapyo

Com seis anos de experiência em múltiplas áreas e cargos, Renata Rapyo começou sua trajetória com administração, foi para a publicidade e encontrou-se em design. 

Ela é designer de jogos desde 2018 e desde 2019 é organizadora da versão LATAM da Women Game Jam, o maior evento de produção de jogos do mundo realizado apenas com mulheres.

Atualmente, Renata Rapyo é produtora e designer de games. No momento, atua como profissional de marketing, designer de jogos e sistemas baseado no Brasil, criando jogos gratuitos para celular, entre eles estão: Blob, Jamming Dilemma, Cook Me a Story e Logic Pic.

Ana Ribeiro

Sendo uma das pioneiras no desenvolvimento de jogos de realidade virtual no Brasil, Ana Ribeiro é a desenvolvedora do Pixel Ripped: um jogo de realidade virtual que ganhou destaque pela sua originalidade, inovação tecnológica, qualidade gráfica, diversão e, principalmente, nostalgia.

Formada em psicologia, Ana Ribeiro largou seu emprego de funcionária pública em um negócio de venda de empadas para fazer uma pós-graduação em Design e Desenvolvimento de Jogos na National Film and Television School do Reino Unido. Descoberta pela Eurogamer e pela mídia internacional em 2014, o Drops de Jogos passou a acompanhar a carreira dela e descobriu que ela foi a primeira mulher brasileira a desenvolver um jogo em realidade virtual.

Com o grande sucesso de seu jogo, a última versão de Pixel Ripped 1989 chegou na Brasil Game Show 2017 e conquistou milhares de jogadores que lotaram seu estande. Hoje, Ana Ribeiro é um dos nomes mais renomados quando o assunto é desenvolvimento de jogos de realidade virtual no Brasil e mulheres nos games.

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Desenvolvedor Web: tudo sobre a carreira e profissão!

Algum dia você já se perguntou quem é o responsável pelo desenvolvimento dos aplicativos e sites que você utiliza? Se não, agradeça ao Desenvolvedor Web! Ele é responsável pela criação de muitas ferramentas que você usa diariamente e nem imagina. Continue lendo e saiba o que é um Desenvolvedor Web, o que faz e como se tornar um!

Desenvolvedor Web: o que é?

Antes de falarmos sobre o Desenvolvedor Web, devemos entender o que é Desenvolvimento Web. 

Desenvolvimento Web é a área da tecnologia voltada à construção de sites, aplicativos, softwares, bancos de dados e quaisquer outras ferramentas que, de certa forma, constroem a internet que conhecemos e utilizamos hoje em dia.

Dentro da área de Desenvolvimento Web, existem diversas especialidades e dentre elas, podemos encontrar desenvolvedores front-end, back-end e full stack

O Desenvolvedor Front-End é responsável por todo o conteúdo que fica visível para o público, ou seja, ele é responsável pela interação com o usuário, cuidando do layout, efeitos visuais e até mesmo a validação dos formulários dos sites que você visita.

Enquanto isso, o Desenvolvedor Back-End é responsável por toda parte interna de um site, ou seja, tudo aquilo que diz respeito ao seu funcionamento e armazenamento de dados e informações.

Já o Desenvolvedor Full Stack é capaz de atuar tanto em front-end, quanto em back-end. Esse profissional tem a capacidade de receber, entender e entregar um projeto completo, podendo contribuir em todas as partes de um sistema.

Desenvolvedor Web: o que faz?

Os profissionais dessa área são conhecidos como programadores, ou, desenvolvedores web. Eles são responsáveis por compreender, manusear e utilizar linguagens de programação com o objetivo de construir sistemas voltados ao serviço do usuário.

Essencialmente, um Desenvolvedor Web realiza o desenvolvimento de websites na internet. Ele é o responsável por toda a estrutura de um determinado site. Ou seja, planeja, constrói e dá manutenção para tudo que roda em uma plataforma web. Esse profissional também precisa garantir que tudo funcione de acordo com o esperado.

Ao se tornar um Desenvolvedor Web, você vai ser capaz de construir uma aplicação web por completo, tanto de interface (programação da visualização) como de integração com o servidor (tudo que está por trás do que vemos). É ele quem planeja, desenvolve e faz a manutenção para tudo que roda em uma plataforma web.

Desenvolvedor Web: onde posso trabalhar?

Aos entusiastas e futuros desenvolvedores, a boa notícia é que o mercado de trabalho para profissionais dessa área é altamente promissor e muito bem remunerado.

Para quem almeja ingressar em uma carreira versátil que é sempre muito bem requisitada, investir no desenvolvimento web é a pedida certa! Segundo a Revelo, houve um aumento de 169% na procura por especialistas em desenvolvimento Web entre 2018 a 2019.

De acordo com pesquisa do Salario.com.br junto a dados oficiais do Novo CAGED, eSocial e Empregador Web com um total de 3.430 salários de profissionais admitidos e desligados pelas empresas:

A faixa salarial do Programador fica entre R$ 2.200,00 salário mediano da pesquisa e o teto salarial de R$ 7.959,36, sendo que R$ 2.972,77 é a média do piso salarial 2021 de acordos coletivos levando em conta profissionais em regime CLT de todo o Brasil.

Existem várias possibilidades de atuação para o Desenvolvedor Web. Todo tipo de empresa pode requisitar um profissional que seja capaz de desenvolver aplicações para a web. Portanto, você pode encontrar vagas em empresas de pequeno a grande porte, além de agências focadas em marketing digital e criação de sites.

Desenvolvedor Web: como se tornar um?

Nós, da Mentorama, oferecemos todo o suporte necessário para maximizar suas habilidades e impulsionar sua carreira! 

Além de ensiná-lo o Desenvolvimento Web do zero, nós te ajudamos na organização de portfólio e currículo profissional, oferecemos treinamentos para entrevistas com nossas empresas parceiras e consultoria personalizada para desenvolvimento de carreira e o melhor de tudo: te ajudamos a encontrar o seu emprego dos sonhos!

Com o Profissão de Desenvolvedor Web, você vai ser capaz de construir uma aplicação web por completo, tanto de interface, como de integração com o servidor. Esse curso é válido para iniciantes, aprendizes de front-end e desenvolvedores de back-end. 

São 5 cursos em um programa, 15 meses aprendendo na prática, projeto de conclusão de curso baseado em casos reais do mercado e os melhores profissionais do mercado para acompanhar o seu progresso de perto!

Tá esperando o quê para dar início a uma das carreiras mais promissoras do mundo? A hora de mudar sua vida é aqui e agora! Para mais informações, entre em contato conosco. 

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Ciência de dados: o que é, o que faz e para que serve?

Em algum momento da sua vida você deve ter ouvido falar sobre Ciência de Dados, também conhecida como Data Science. É por meio dela que extraímos informações extremamente valiosas, a partir dos dados obtidos em uma corporação ou empresa.

Vivemos em uma era onde a tecnologia está em constante evolução e, com isso, a Ciência de Dados tem ganhado cada vez mais evidência e tornou-se um campo muito promissor para ser explorado. Neste artigo, reunimos um compilado de informações para sanar todas as suas dúvidas. Continue lendo e saiba mais!

Ciência de Dados: o que é?

A tecnologia e a transformação digital estão em constante evolução e, para acompanhá-las, só é possível se explorarmos a capacidade dos dados gerados por essas inovações. 

Data Science é uma ciência que visa estudar as informações, processo de captura, transformação, geração e, posteriormente, análise de dados. A Ciência de Dados envolve diversas disciplinas, entre elas: estatística, computação, conhecimento do negócio e matemática.

Além da grande quantidade de dados disponíveis, o que incentiva a revolução na área de dados são as tecnologias que alteram a forma como coletamos, armazenamos, analisamos e transformamos as informações.

Ou seja, a Data Science vai muito além de interpretar números, a partir dela é possível tomar decisões, fazer previsões e estabelecer estimativas, sendo uma ótima oportunidade de crescimento para as empresas. 

Ciência de Dados: onde é utilizada? 

A Data Science estava presente, mesmo que indiretamente, no cotidiano dos nossos ancestrais quando desenvolveram ferramentas e métodos práticos para medir volume, temperatura, distância, peso, tempo e localização.

Com ferramentas avançadas de análise de dados, os profissionais de Data Science conseguem realizar previsões que resolvem grandes problemas e melhoram a nossa vida cotidiana, como o Uber e o Waze que transformaram a forma como nos transportamos para os lugares.

Apesar de muitos desconhecerem, a Data Science está em praticamente tudo. Aqui estão algumas aplicações do nosso dia a dia:

  • Airbnb: usa dados para fornecer os melhores resultados de pesquisa para quem deseja alugar uma acomodação, mostrando as melhores opções, contendo localização ideal e até mesmo hosts compatíveis;
  • Amazon: por meio da filtragem colaborativa, ela oferece os produtos que pessoas de perfil semelhante compraram e com a ajuda de insights de análise de Big Data, consegue prever quem solicitará a compra de um produto e quando;
  • Fraude e risco: as informações referentes aos perfis dos clientes, a análise do histórico de gastos e a avaliação do poder de compra permitem avaliar as probabilidades de risco para a instituição financeira;
  • Jogos: muitos títulos vêm usando algoritmos que se atualizam quando o jogador avança na aventura, possibilitando que o adversário analise movimentos anteriores para se adaptar ao estilo do jogador;
  • Reconhecimento de imagem e fala: Google Voice, Siri, Cortana e o próprio WhatsApp utilizam a ciência de dados. Quando é preciso enviar uma mensagem escrita ou fazer uma pesquisa, basta dizê-la para o aplicativo.

Quanto ganha um Cientista de Dados?

Segundo a Glassdoor, o salário de um cientista de dados com 3 a 5 anos de experiência é de R$ 90.000 por ano, e o salário médio de um cientista de dados junior é de R$ 72.000 por ano.

Onde o Cientista de Dados pode trabalhar?

O Cientista de Dados trabalha em conjunto com os setores de tecnologia e negócios de empresas em geral. Esse serviço ganha cada vez mais espaço nas grandes empresas e principalmente nas startups que entenderam o valor que há no conjunto de dados que podem recolher diariamente de seus clientes. 

Em resumo, praticamente todas as empresas precisam de profissionais qualificados para analisar grandes quantidades de dados e, consequentemente, resolver problemas complexos. 

O cientista de dados encontra boas oportunidades em empresas de tecnologia, bancos, corretoras de investimento, empresas de marketing, centros de pesquisa, empresas de seguro e empresas de segurança cibernética.  

Como se tornar um Cientista de Dados?

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, qualquer pessoa pode se tornar um cientista de dados e não existe um pré-requisito para embarcar nessa carreira promissora. 

Com o curso Cientista de Dados: do zero ao PRO,  você terá todo o suporte necessário para se tornar um cientista de dados, e a única exigência é ter força de vontade. Com oito meses aprendendo Data Science na prática, auxílio de experts e treinamento com dados reais, nós ensinaremos a linguagem python desde o zero, bem como os conceitos teóricos.

Após a conclusão do curso, você estará apto para:

  • Dominar Python e trabalhar automaticamente com grandes sequências;
  • Aprender a representar dados na forma de painéis e infográficos interativos para que todos possam entender;
  • Trabalhar com as bibliotecas Pandas e NumPy, bem como dominar os bancos de dados PostgreSQL, SQLite 3 e MongoDB;
  • Organizar e realizar testes A/B;
  • Treinar redes neurais usando frameworks e aumentar significativamente a velocidade de trabalho;
  • Aprender a criar um sistema de recomendação e criar o seu próprio.

Atualmente, cientista de dados é uma profissão altamente procurada e muito bem remunerada! Não deixe para amanhã a carreira de sucesso que você pode embarcar hoje mesmo. 

Nosso objetivo é transformar o seu desafio em solução! Entre em contato conosco e saiba como podemos te ajudar.

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JavaScript em Front-End: saiba tudo sobre!

Imagina reunir o melhor dos dois mundos: JavaScript e Front-End, duas áreas extremamente promissoras e bem remuneradas. Para os entusiastas de plantão e futuros desenvolvedores, a boa notícia é que iniciar uma carreira de sucesso é aqui e agora! Continue lendo e saiba tudo sobre JavaScript em Front-End.

JavaScript em Front-End: o que é?

Também conhecida como JS, JavaScript é uma linguagem de programação usada para desenvolver aplicações, sistemas e serviços de alta complexidade. Ela é uma das linguagens mais populares e isso é dado pelo fato dela possuir uma curva de aprendizado consideravelmente fácil, por mais que a linguagem tenha as suas particularidades. 

Sabe quando você passa o mouse em um ítem do menu, e aparece um submenu com vários outros itens? Isso ocorre graças ao JavaScript. 

Com o JavaScript é possível incluir, em uma página estática, elementos dinâmicos como mapas, formulários, operações numéricas, animações, infográficos interativos e muito mais.

O JavaScript é uma das mais importantes tecnologias voltadas para o front-end e, unindo-se ao trio HTML, CSS e PHP, formam um grupo de linguagens que abrangem praticamente todas as exigências do desenvolvimento de uma página completa, dinâmica e com boa performance.

Com o grande sucesso do JavaScript, tal tecnologia evoluiu para atender às mais diversas demandas que surgiam com a evolução da internet. Atualmente, é possível não apenas desenvolver sites e aplicativos ricos, mas também aplicativos para smartphones e até mesmo programas desktop. 

Os códigos criados em JavaScript são de fácil interpretação e, geralmente, os comandos são provenientes da língua inglesa, sempre com instruções básicas relacionadas ao que a programação deseja direcionar para aquela linha do código. Ou seja, é como se o profissional dissesse de forma escrita o que ele deseja da aplicação naquele momento.

JavaScript: onde é utilizado?

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a aplicação de JavaScript vai muito além de websites e aplicativos. Você pode encontrá-lo em:

E-commerce: o pequeno box onde é feito o cálculo do total da sua compra, e que se modifica quando um item é incluído ou excluído, ou ainda quando é ativado um cupom de desconto, pode ser desenvolvido com o JavaScript;

Jogos:  com o auxílio do HTML5, o JavaScript auxilia bastante no desenvolvimento de jogos, devido à sua versatilidade e tamanho de conteúdo;

SmartTVs: com o JavaScript, é possível criar aplicativos para SmartTVs, como a Netflix e a Amazon, contidas nas televisões inteligentes;

Hardware: podemos usar o JavaScript para trabalhar além das telas dos computadores e celulares, como controlar drones;

ioTs: ao programar placas, podemos criar códigos para até mesmo integrar vários objetos, podendo controlar, lâmpadas, portas e janelas de acordo com a iluminação do ambiente, por exemplo.

JavaScript: onde posso trabalhar?

Com o surgimento de novas empresas de tecnologia no Brasil e negócios cada vez mais disruptivos digitalmente, estima-se que neste ano, mais uma vez, cerca de 70 mil vagas ficarão sem preenchimento na área de TI. 

Segundo o levantamento da Brasscom, a procura por profissionais na área de TI é de 420 mil pessoas, até 2024, no país. Atualmente, segundo a entidade, o Brasil forma 46 mil profissionais com perfil tecnológico por ano, ou seja, sobram vagas e falta mão de obra.

Devido às soluções web cada vez mais interativas, os usuários elevaram seu nível de exigência em serviços, exigindo cada vez mais dos desenvolvedores, que devem entregar muito mais do que trabalhos repetitivos.

Outro fator importante é que Javascript é o conhecimento essencial para o desenvolvedor de software avançar para tornar-se um Desenvolvedor full-stack completo e atuar com ReactJS, React Native, Angular e Node.js.

A tecnologia é uma das áreas que mais crescem e, consequentemente, está entre as que mais contratam. Com a possibilidade de trabalho inteiramente remoto, as contratações não pararam durante o período com regras mais rígidas de isolamento social e continuam a todo vapor.

Geralmente, há vagas disponíveis em startups dos mais diversos segmentos, empresas da área tecnológica, streaming e até mesmo via varejo.

JavaScript: o que é preciso para ser um desenvolvedor?

Segundo o Glassdoor, o salário médio de um Desenvolvedor JavaScript nas grandes cidades do Brasil é de R$ 6.800,00.

Devido a alta demanda do mercado de trabalho, a cada dia são abertas 3.000 vagas exigindo o domínio da linguagem JavaScript na plataforma de trabalho Indeed, apenas no Brasil.

Além disso, sendo um Desenvolvedor JavaScript, você poderá trabalhar com todas as plataformas, isso porque o código escrito em JavaScript se adapta automaticamente às diferentes plataformas nas quais é executado (por exemplo, MacOS e Windows).

Você quer uma profissão moderna, está interessado em programação, mas não sabe por onde começar? A Mentorama oferece todo o suporte necessário para que você possa se tornar um desenvolvedor de sucesso com o auxílio de mentores, aprendizagem na prática e um projeto real no portfólio.

Com o JavaScript em Front-End, você vai dominar a linguagem de programação mais usada no mundo, escrevendo códigos para programas variados. Na primeira parte, você aprenderá a lógica da programação em JavaScript, e a segunda parte se debruça no desenvolvimento desta linguagem em Front-End.

São 20 módulos descrevendo cada passo, 5 meses aprendendo na prática, um mentor estabelecido na área para orientar seus projetos e um portfólio para te preparar para entrar no mercado.

Nos cursos da Mentorama não mostramos tutoriais, mas criamos situações reais com o cliente. Assim você obtém as habilidades práticas necessárias para o dia-a-dia de trabalho. 

Após a conclusão do curso, você estará apto para:

  • Escrever um código bem estruturado;
  • Otimizar o tempo de software;
  • Desenvolver aplicativos de desktop e móveis;
  • Habilitações do JavaScript na Interface web;
  • Animações de interfaces;
  • Trabalhar em frameworks com Vue.js, React e Angular.

Venha mudar o seu futuro com a Mentorama! Não deixe para amanhã a carreira de sucesso que você pode começar hoje mesmo. 

A Mentorama conta com um time de especialistas preparados para ouvir o seu desafio e transformá-lo em solução. Entre em contato com um de nossos especialistas e saiba mais!

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Artista 3D: o que é, o que faz e como é o mercado de trabalho?

Você já pensou em transformar sua paixão por arte em profissão? Se sim, ser um artista 3D é uma boa pedida! Segundo o Indeed, a carreira de artista 3D é uma profissão com alta demanda e muito bem remunerada. Seja nos games, filmes, séries e animações, você algum dia já teve contato com o trabalho de um artista 3D e nem imagina.

Por trás do desenvolvimento de jogos e animações que assistimos no dia a dia, existem pessoas que trabalham com modelagem e animações de personagens e ambientes. Continue lendo e saiba o que é, o que faz e como é o mercado de trabalho para um artista 3D!

Artista 3D: o que faz?

Você sabia que, mesmo indiretamente, o trabalho do artista 3D está presente em seu dia a dia? Você provavelmente já assistiu Toy Story, Os incríveis e outras animações da Disney e Pixar. 

O que essas animações têm em comum? Todas elas possuem o trabalho de um artista 3D! Por trás do desenvolvimento de jogos e animações que assistimos, existem pessoas que trabalham com modelagem e animações de personagens e ambientes. 

Existe uma infinidade de trabalhos que um artista 3D pode desenvolver. Entre as mais comuns, ele atua criando projetos de jogos de vídeo, comerciais e inúmeras campanhas de marketing. 

A rotina desse tipo de artista inclui muito estudo de anatomia, perspectiva e física para que entenda como os objetos interagem entre si em uma animação. 

Independentemente do conhecimento do profissional, sempre há o que aprender, seja técnicas novas, efeitos visuais ou estilos. Com a atualização de softwares, novas possibilidades são propostas a cada ano e, mais do que nunca, é preciso estar alinhado a elas. 

Artista 3D: qual é o perfil?

Para quem deseja se aventurar na área, é essencial ter acima de tudo muita dedicação! Se você tiver um apreço pela arte, ilustração e desenho, já é meio caminho andado.

Entretanto, se esse não for o caso, não se desespere! Muitos estúdios consideram essas habilidades como um diferencial, mas isto não é imprescindível.

O artista 3D precisa dominar programas como o Photoshop, 3ds Max, Pixologic e ZBrush, entender um pouco da física dos seres e objetos e, além disso, pensar também em outros aspectos como cores, iluminação e mapeamento.

Você também precisará conhecer a área e ter muitas referências. Uma boa dica é começar a pesquisar sobre o universo do 3D por meio dos trabalhos e portfólios que são disponibilizados no Behance, DeviantART e ArtStation. 

Artista 3D: como é o mercado de trabalho?

Segundo o Bureau of Labor Statistics, nem todos os modeladores 3D trabalham na indústria. Um levantamento do instituto indica que 27% dos modeladores 3D trabalham de forma autônoma, desenvolvendo projetos para pequenos empresários. 

Ainda de acordo com o Bureau of Labor Statistics, cerca de 13% dos artistas multimídia são empregados na indústria de cinema e vídeo – o maior empregador de artistas de multimídia. 

Além de ser uma profissão ligada diretamente às principais inovações tecnológicas do mercado, um dos grandes benefícios de trabalhar com 3D está no fato de que este mercado tem se mostrado crescente desde o momento em que surgiu.

Segundo o Indeed, a carreira de artista 3D é uma profissão com alta demanda e muito bem remunerada! Além disso, o salário médio para um artista 3D no Brasil com um ano de experiência é de R$ 48.000,00 por ano. 

Artista 3D: onde posso trabalhar?

Profissionais que trabalham com modelagem 3D muitas vezes podem fazer parte de uma equipe de design que desenvolvem projetos de jogos de vídeo, comerciais e inúmeras campanhas de marketing. 

Atuando como artista 3D, você pode trabalhar em diversas áreas e empresas. Entre as mais comuns, podemos citar:

  • Mercado publicitário: o mercado publicitário precisa de ilustradores e o campo de trabalho é bem amplo, podendo atuar desde a criação de mascotes e comerciais, até  vídeos para a internet.
  • Mercado de construção civil: a construção civil utiliza as imagens 3D para tornar os projetos arquitetônicos mais reais, tornando mais fácil a visualização e a aprovação por pessoas que não são da área.
  • Mercado de games: o mercado de games está em alta no Brasil, você poderá atuar criando personagens, ambientes e jogos;
  • Mercado de entretenimento: as produtoras de filmes, séries, novelas e seriados precisam de animadores 3D para criarem animações que possam reproduzir situações reais, personagens e aberturas.

Para quem deseja trabalhar produzindo conteúdo tridimensional, como funcionários de empresas, há diversas vagas disponíveis em produtoras, estúdios de cinema, agências de comunicação visual e publicidade, emissoras de TV, gráficas, escritórios de arquitetura, e muito mais.

Artista 3D: como posso me tornar um?

Como pudemos ver, o mercado de trabalho para profissionais da área é extremamente promissor. 

Se você está em dúvida ou não sabe por onde começar, fique tranquilo! Nós oferecemos todo o suporte necessário para maximizar suas habilidades e transformá-las em sucesso.

Com o Profissão Artista 3D, você vai ter acesso a quatro cursos diferentes: 

  • Modelagem 3D: aprenda na prática como criar uma representação tridimensional de qualquer objeto. Sabe quando você está jogando e se depara com personagens e cenários repletos de detalhes e texturas? Eles foram criados usando a técnica de Modelagem 3D;
  • Matte Painting: saiba como criar mundos e cenários artificiais para filmes e séries. Sabe os cenários incríveis e ultra realistas de Game of Thrones? Eles foram criados com a técnica do Matte Painting;
  • Animação 3D: aprenda como moldar, criar e manipular objetos para filmes e animações. Sabe quando você está vendo um filme no cinema e se surpreende com os movimentos ultra realistas dos personagens? Isso acontece graças às técnicas da Animação 3D;
  • Photoshop: aprenda na prática como trabalhar com gráficos raster e finalize suas renderizações rapidamente com o photoshop, editando imagens, corrigindo imperfeições e deixando-as ainda melhores. 

Com esse curso, você vai ganhar habilidades artísticas em 3D, mesmo se não tiver nenhuma experiência na área. Você irá começar no Maya, passará por Marmoset Toolbag e chegará na pós produção dominando o Photoshop. Com as habilidades adquiridas, você vai poder fazer gráficos para jogos, filmes e anúncios.

São 14 meses aprendendo na prática, treinamento com trabalhos reais e um mentor expert na área para acompanhar seu progresso de perto, corrigindo tarefas e dando dicas exclusivas para o seu desenvolvimento profissional.

O curso é destinado para iniciantes, designers 3D iniciantes, aspirantes a ilustradores e designers de web e gráficos.

Incrível, não? Agora é a hora de tirar seus sonhos do papel e embarcar em uma carreira que pode te proporcionar no mínimo muito sucesso!

Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução! Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos ajudá-lo a se tornar um artista 3D.

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Gamedev

Game Developer: saiba tudo sobre a profissão e carreira!

Já pensou em se divertir enquanto trabalha? Apesar de parecer um sonho distante, a profissão de Game Developer existe para nos provar o contrário. Além de ser uma carreira extremamente promissora, versátil e divertida, a área de Desenvolvimento de Games é muito bem remunerada.

Algum dia você já se perguntou quem é o responsável pelo desenvolvimento dos jogos que você utiliza? Se não, agradeça ao Game Developer! Ele é responsável por transformar o conceito de um jogo em algo jogável a partir do framework inicial e dos conceitos visualizados pelo Game Designer. Continue lendo e saiba mais sobre!

Game Developer: o que faz?

Ao contrário do que muitos pensam, a indústria de games engloba uma série de profissionais, entre eles: artistas plásticos, roteiristas, designers, produtores executivos, engenheiros, dubladores, ilustradores, desenvolvedores de games e diversas outras profissões. 

Os jogos nada mais são do que um imenso compilado de linhas de código de programação, por isso, o trabalho dos desenvolvedores é escrever milhares de linhas de código e testar seu progresso para transformar histórias incríveis em um jogo bem produzido.

Em resumo, o Game Developer é quem escreve os códigos que fazem o jogo funcionar. Este profissional vai definir a velocidade com que o jogo vai rodar, como os personagens se deslocam e também é ele que vai resolver possíveis bugs.

O trabalho do Game Developer é extremamente minucioso, afinal, a linguagem de programação exige um bom domínio, já que basta um pequeno erro de digitação para travar todo o desenvolvimento do game. 

Para os entusiastas de plantão, a boa notícia é que a rotina dos desenvolvedores de games não se resume apenas a ficar horas na frente do computador. Os profissionais da área contam com momentos repletos de união e diversão, isso porque, não há como não se divertir enquanto joga!

Game Developer: qual é o perfil?

Antes de mais nada, os profissionais que desejam ingressar no mercado devem estar preparados para enfrentar muitas horas de “mão na massa”.

Como sabemos, os cronogramas e as datas de lançamento são muito apertadas e, acima de tudo, muito esperadas pelos fãs. Diante disso, uma das características mais necessárias para ingressar neste mercado é a resiliência e a obstinação.

Além de ter muita dedicação e saber lidar com as altas demandas, um Desenvolvedor de Games precisa:

  • Saber trabalhar em equipe;
  • Ter um alto domínio técnico específico;
  • Ser curioso e conhecer mais de uma plataforma de desenvolvimento;
  • Ser comprometido com entregas e responsabilidades.

Game Developer: como é o mercado de trabalho?

Já fazem mais de 40 anos desde que os primeiros videogames chegaram ao Brasil e, mesmo depois de tanto tempo, o mercado de games está em constante ascensão e as pessoas passaram a se interessar não só pelas missões de games, mas também pela arte de desenvolvê-los.

Hoje, a indústria de jogos é a que mais fatura no mundo. Em 2019, o mercado de games faturou 152 bilhões de dólares, ultrapassando a indústria fonográfica e cinematográfica juntas.

Engane-se quem pensa que apenas o mercado de desenvolvimento de jogos e consoles não param de crescer. Os games competitivos, chamados de e-sports, também estão em constante crescimento, tendo em vista que alguns campeonatos pagam prêmios equivalentes aos pagos por grandes torneios de tênis do circuito profissional. 

O mercado está crescendo e vai continuar se ampliando, principalmente no pós-pandemia, onde esse mercado é considerado uma das profissões do futuro. A remuneração de um Game Developer pode começar com um salário base de R$ 2.550 por mês, enquanto o salário máximo pode exceder R$ 16.000 por mês.

Game Developer: onde posso trabalhar?

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, para se tornar um desenvolvedor de games, não é necessário ter necessariamente um chefe ou trabalhar em uma empresa. Você pode trabalhar de forma independente, sendo o seu próprio chefe e definindo sua carga de trabalho.

Você também pode atuar como freelancer, trabalhando por contrato, sem vínculos empregatícios, ou seja, prestando serviços para uma empresa de games.

De forma geral, o profissional normalmente encontra oportunidades em: Estúdios de desenvolvimento de jogos, Projetos de agências de publicidade e de modo independente, disponibilizando games em lojas de aplicativos.

Além disso, o profissional pode atuar desenvolvendo jogos para:

  • Área da educação: utilizado como ferramenta de ensino, utilizado em educação a distância;
  • Área da saúde: utilizado desde treinamento de funcionários até o apoio a pacientes em processo de reabilitação motora;
  • Simulações: utilizado como representação de atividades da vida real, muito usado por pilotos e militares.

Game Developer: como posso me tornar um?

Se você é um apaixonado por games e deseja transformar histórias incríveis em um jogo bem produzido, saiba que você está no caminho certo! 

Independentemente do seu nível de conhecimento, a Mentorama oferece todo o suporte necessário para maximizar suas habilidades e transformá-los em sucesso.

Com o Profissão Game Developer, você terá acesso a 3 cursos diferentes: Game Developer, Photoshop e Unreal Engine 4. A partir deles, você vai mergulhar no processo de criação de jogos na prática, entender a mecânica dos jogos mais populares, criar personagens, paisagens e definir a dinâmica do seu espaço de jogo, sempre recebendo dicas de profissionais do setor.

São 18 meses aprendendo na prática, treinamento com trabalhos reais e mentores líderes no mercado para acompanhar seu progresso de perto, corrigindo tarefas e dando dicas exclusivas para o seu desenvolvimento profissional.

O curso foi especialmente desenvolvido para aqueles que amam games mas não conhecem nada da profissão, designers de jogos novatos que desejam expandir seus conhecimentos e para programadores de desenvolvimento de games que querem ir para um próximo nível. 

Sua expertise após o curso:

  • Gameplay: aprenda a criar um game dinâmico, para que os jogadores não fiquem entediados, trabalhando no enredo e nos personagens de heróis;
  • Equilíbrio: aprenda a criar regras que sejam justas para o jogador, equilibrando o sistema de desafios e recompensas;
  • Protótipo: aprenda o básico do mecanismo de game, saber como testar ideias para aprimorar o game, formular hipóteses e testá-las;
  • Mecanismo do jogo: aprenda como os dois melhores mecanismos atuais de game, Unreal Engine 4 e Unity, funcionam e como criar games com eles;
  • Trabalho em equipe: tenha uma ideia da estrutura do estúdio de criação e a função dos participantes do projeto e aprenda a falar a mesma língua que eles e a estabelecer decisões claras;
  • Lançamento: consiga analisar o mercado, aprenda a trabalhar com um editor e calcular riscos, promovendo um projeto e desenvolvendo um modelo financeiro;
  • Blueprints: aprenda a escrever lógica de jogo sem código usando a ferramenta Unreal Engine integrada;
  • Assets: importe objetos prontos para o seu projeto, organizando-os no sistema e coletando locais rapidamente;
  • Animação: domine a animação esquelética adequada para objetos orgânicos, aprenda a animar com Blueprint;
  • Efeitos e partículas: ilumine o game adicionando elementos visuais e destruição processual.

Incrível, não? Agora é a hora de tirar seus sonhos do papel e embarcar em uma carreira que pode te proporcionar no mínimo muito sucesso!

Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução! Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos ajudá-lo a se tornar um Game Developer.

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Design

5 TED Talks que todo profissional criativo deveria assistir

TED Talks (Tecnologia, Entretenimento e Design) é uma conferência que mudou completamente a forma de nos comunicarmos durante uma apresentação em público. Em geral, são falas curtas, de até 18 minutos, que têm como principal objetivo propagar ideias que valem a pena divulgar.

As palestras são realizadas em um ambiente descontraído e os palestrantes utilizam uma linguagem simples e clara, para que até uma criança possa entender. Além disso, a maioria das gravações é postada online e legendada em dezenas de idiomas. 

Para os entusiastas de plantão e futuros profissionais da área criativa, selecionamos cinco TED Talks sensacionais que podem contribuir, motivar, engajar e inspirar qualquer profissional criativo. Continue lendo e acompanhe quais são eles!

3 Ways Good Design Makes You Happy

Quem apresenta?

O cientista cognitivo e crítico de design, Don Norman, estuda como as pessoas reais interagem com o design, explorando o abismo entre o que um designer pretende e o que uma pessoa normal realmente deseja. Seu trabalho resultou em alguns livros clássicos, incluindo “The Design of Everyday Things”.

Qual é o assunto?

Don Norman volta seu olhar para a beleza, a diversão, o prazer e a emoção, ao olhar para um design que deixa as pessoas felizes. Por meio de referências e uma linguagem descontraída, ele nomeia os três sinais emocionais que um produto bem projetado deve atingir para obter sucesso.

The Power of Design

Quem apresenta?

JD Hooge é co-fundador e diretor de criação da Instrument, uma empresa de marca e experiência de inovação digital. A equipe de mais de 200 tecnólogos criativos da Instrument ajuda organizações como Google, Nike, One Medical & Mercy Corps a navegar nas complexidades da inovação. 

Qual é o assunto?

Nesta palestra comovente e rica em pesquisas, JD Hooge, inspira um apelo à ação para que todos os designers façam uma diferença significativa no mundo. Ele diz que o design deve ser pensado como um “super poder” e, mais do que nunca, é hora de assumirmos a responsabilidade pelas coisas que criamos. Com nosso bem-estar digital em risco, os designers têm o privilégio e o fardo de exercer mais poder e influência do que nunca.

Simplicity sells

Quem apresenta?

David Pogue foi o colunista de tecnologia semanal do New York Times de 2000 a 2013. Ele é cinco vezes vencedor do Emmy por suas histórias no CBS News Sunday Morning, um autor de best sellers do New York Times, cinco vezes palestrante do TED e apresentador do 20 NOVA especiais de ciências na PBS. 

Qual é o assunto?

Nessa palestra de 2006,  David Pogue aponta os piores infratores do design de interface da tecnologia e fornece exemplos encorajadores de produtos de sucesso. Em uma linguagem descontraída e divertida, ele canta para o público no fim de sua apresentação.

Steal Like An Artist

Quem apresenta?

Austin Kleon é um escritor que desenha, além de ser autor do best-seller do New York Times de uma trilogia de livros ilustrados sobre criatividade na era digital: “Steal Like An Artist”, “Show Your Work!”, “Keep Going”, “Roube como um diário do artista” e “Newspaper Blackout”.

Qual é o assunto?

Austin Kleon, faz sua apresentação baseado em seu livro, Steal Like An Artist, onde ele reproduz 10 coisas que ele gostaria de ter ouvido quando estava começando sua carreira como escritor e artista.

How Airbnb Designs For Trust 

Quem apresenta?

Joe Gebbia é designer, empresário, cofundador e Diretor de Produto da Airbnb. Em 2007, Joe e seus co-fundadores Brian Chesky e Nathan Blecharczyk transformaram o Airbnb em uma grande força revolucionária para a indústria da hospitalidade, criando uma nova economia para milhões de pessoas em 190 países ao redor do mundo.

Qual é o assunto?

Joe Gebbia fundou uma empresa com a ideia de que as pessoas poderiam confiar o suficiente para ficarem nas casas de pessoas desconhecidas e, nesse momento, muitas pessoas se perguntam: como ele superou o viés de perigo-estranho? É sobre isso que Gebbia fala nessa palestra incrível onde ele cita a importância de um bom design.

Independentemente do seu tempo de carreira, procurar boas referências no mercado e manter-se atualizado é sempre de grande valia. 

Esperamos que esse compilado de TED Talks possa te ajudar a dar um upgrade na sua carreira e lembre-se: essas palestras valem o “play” e a hora de ingressar em uma carreira de sucesso é aqui e agora.