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Do GameLab da Mentorama para um grande estúdio de jogos

Renato Alves iniciou sua trajetória profissional na Mentorama estudando no curso de Design de Games do zero ao PRO. Em pouco tempo de estudos e prática, ele já demonstrou ter as habilidades profissionais e interpessoais exigidas pela indústria de games.

Ele participou do GameLab da Mentorama – laboratório interno de aceleração de projetos de alunos dos cursos de desenvolvimento de games – e fez parte da equipe que desenvolveu o jogo September 28 Pizza, atuando como produtor. 

Recentemente, Renato Alves foi contratado como Associate Producer pela AQUIRIS, um dos maiores estúdios de games do Brasil. Nós conversamos com ele sobre essa experiência, estudos, processos seletivos e como é trabalhar na indústria de jogos. Confere abaixo.

Leia também: September 28 Pizza – um jogo criado do zero no GameLab da Mentorama

Por que você decidiu investir em uma carreira em games?

Foi um encontro entre sonho e necessidade. Venho da área de Arte e Cultura e em 2020, com a pandemia, o setor foi sumariamente impactado. Fiquei sem trabalho e em busca de uma alternativa, e aproveitei esse momento para investir num novo futuro.

 Eu queria poder fazer algo que não me prendesse geograficamente, então um trabalho que pudesse ser remoto era essencial, e acima de tudo precisava ser algo que eu gostasse, que tivesse paixão por fazer. 

Depois de assistir um dos webinars da Mentorama sobre jogos, decidi. Assim, comecei o curso de Design de Jogos.

Como foi sua jornada de aprendizado até o momento?

Comecei com o curso de Design de Jogos, procurei me dedicar ao máximo nele, tanto que com uma das tarefas dos primeiros módulos – de criar uma visual novel – consegui um primeiro trabalho formal na área, como game writer.

 Expandindo o conhecimento da área de jogos, tanto pelo curso de Design de Jogos, quanto pelos outros cursos que hoje também estou fazendo pela Mentorama (Profissão Unity Game Developer, Unreal Engine, entre outros) pude ter uma visão mais geral de todo o processo de desenvolvimento. 

Paralelo ao curso, também busquei conhecimento específico de metodologias ágeis de gestão de projetos e experimentei assumir o papel de produtor em alguns projetos independentes e de game jams (maratonas curtas de criação de jogos).

Por que você escolheu a Mentorama para estudar?

Logo de cara a metodologia me pareceu encaixar bem pra mim. Diferente de outros cursos online que são apenas vídeos para assistir, a Mentorama propõe atividades práticas a cada módulo, com avaliações e comentários super atenciosos dos mentores. 

Colocar a mão na massa se mostrou o melhor caminho para absorver esses conhecimentos e já construir material para portfólio!

Recentemente, você foi contratado para trabalhar como Associate Game Producer na AQUIRIS. Como foi o processo seletivo para a vaga e como você se preparou para ele?

O processo contou com três etapas: A primeira, uma entrevista com a responsável pelo recrutamento, foi uma conversa bem tranquila em que pude falar da minha trajetória e experiência como produtor, além de conhecer um pouco mais da própria empresa.

Renato Alves foi contratado como Associate Producer pela AQUIRIS

A segunda etapa foi um teste escrito em inglês com diversas questões sobre fundamentos de gestão de projetos, análise de alguns gráficos e uma mais complexa, em que era necessário descrever todo o processo para implementar uma funcionalidade nova em um jogo. 

Depois de aprovado nessa etapa, veio a última, que foi também uma entrevista, agora com o gestor direto com quem eu viria a trabalhar. 

Foi também uma conversa bem tranquila em que me foi perguntado um pouco mais em detalhes sobre experiências anteriores em produção de jogos. Todo esse processo aconteceu bem rápido, no tempo de uma semana.

Em relação a uma preparação para esse processo e entrevistas, diria que o principal foi conhecer mais sobre a empresa, valores, cultura e, principalmente, os jogos que já criaram. Se identificar com o que o estúdio cria, ao meu ver, é essencial para ter um bom match entre o profissional e a empresa.

Nos conte um pouco como está sendo a experiência de trabalhar em um estúdio de desenvolvimento de games.

Tem sido uma rotina de descobertas constantes! A possibilidade de trabalhar com dezenas de pessoas num mesmo projeto traz um número igual de oportunidades de aprendizado, de troca de experiências, de compreender melhor o trabalho desempenhado por cada pessoa envolvida. 

Temos um time completo, envolvendo concept artists, artistas 3D, audio designers, desenvolvedores, engenheiros de backend, tech-artists, designers de UX e UI, game designers, QAs, entre outros!

 Além disso, trabalho em conjunto com outros produtores mais experientes e toda essa troca de experiências me traz novos conhecimentos a todo momento. 

Tem sido uma experiência tão boa que recomendo a outras pessoas que tenham feito cursos aqui da Mentorama que se desafiem a tentar alguma das vagas abertas!

Quais desafios você encontrou durante sua trajetória e como lidou com eles?

Creio que o maior desafio, nesse ofício de produtor de jogos, tem sido compreender bem como o processo completo da concepção à publicação de jogos funciona e como fazer para que aconteça da melhor maneira, sem bloqueios, dentro do prazo e dentro do orçamento! 

A experiência que tive com o GameLab da Mentorama ajudou muito nessa visão sistêmica do desenvolvimento de jogos.

 Lá tive a oportunidade de atuar como produtor junto a uma equipe que em alguns meses conseguiu desenvolver e publicar um jogo na steam.

Quais são suas expectativas profissionais para o futuro?

Hoje, trabalhando como Associate Producer na AQUIRIS, vejo o quanto aprendi nos poucos meses que estou lá. Estar envolvido num projeto bem maior do que os que estava acostumado tem me proporcionado expandir meus conhecimentos e habilidades como produtor. 

Para mim, esse crescimento constante é um dos melhores combustíveis para continuar trilhando esse caminho. 

Eu sigo estudando, fazendo os cursos da Mentorama de game engines como Unity e Unreal, estudando programação e game design, tudo isso têm contribuído para meu trabalho como game producer e acredito que me ajudem a seguir trilhando carreira nesse ofício. 

Tem muita coisa interessante sendo feita e não vejo a hora de podermos contar tudo isso. Então, fiquem de olho, que logo vem novidades por aí!

Ficou inspirado(a) pela trajetória do Renato Alves e quer trabalhar com games? Entre em contato e descubra como podemos te auxiliar

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Como desenvolver um jogo no Unreal Engine?

Se você sonha em trabalhar na indústria de games, saiba que ter um portfólio faz toda a diferença para conquistar as melhores oportunidades. 

No curso de Unreal Engine da Mentorama, os alunos têm a chance de desenvolver um projeto real de jogo para um cliente, com auxílio de um mentor experiente.  

Com o objetivo de desafiar os estudantes e impulsionar seus currículos e portfólios, o projeto de conclusão do curso de Unreal consistiu no desenvolvimento de um jogo do zero no motor gráfico, em parceria com a The Vectromirror Initiative.

Confira abaixo como foi essa experiência.

Mas, o que é Unreal Engine?

Unreal Engine é um motor de jogos desenvolvido pela empresa Epic Games. O motor gráfico foi criado em 1998 para a primeira edição do Unreal Tournament, um jogo de tiro em primeira pessoa.

Atualmente, o Unreal é utilizado no desenvolvimento de inúmeros jogos como RPGs, ação, plataforma, corrida, esportes e aventura.

Projeto de conclusão de curso com The Vectromirror Initiative

Durante todo o curso de Unreal Engine, os alunos se deparam com uma variedade de jogos para compreenderem de forma geral o funcionamento do motor Unreal. 

No entanto, o trabalho final de conclusão de curso é um momento desafiador em que os conhecimentos e habilidades são utilizados na prática. O desafio dos alunos de Unreal Engine foi desenvolver um protótipo de jogo no motor gráfico do zero. 

Segundo o representante da The Vectromirror Initiative, Gabriel Orlandelli, a proposta livre do projeto de conclusão de curso tinha como intuito não limitar o gênero e tema do jogo para permitir que os próprios alunos escolhessem de que forma gostariam de desenvolver seus games.

Alunos do curso de Unreal Engine desenvolveram um jogo do zero para The Vectromirror Initiative

O prazo para desenvolvimento dos jogos foi de 45 dias – um tempo considerado limitado – e os alunos trabalharam desde a idealização até o planejamento e execução de seus games.

Por conhecermos os alunos, esperávamos que eles fossem entregar projetos interessantes e bem executados e, foi justamente o caso, mas mais do que isso, eles se dedicaram muito e entregaram projetos que nos surpreenderam de diversas formas, seja no conceito da idéia ou no nível da qualidade (Arte, Game Design, Programação, etc.)”, destaca Orlandelli. 

Quais são os desafios no desenvolvimento de um jogo?

Desenvolver um jogo do zero é um grande desafio que exige muita tentativa e erro. Como explica Gabriel Orlandelli, ao não limitar o gênero e tema do projeto há um risco dos estudantes terem dificuldades criativas e de escopo de projeto. Contudo, esses desafios podem acontecer também no mercado de trabalho. 

Além disso, o tempo pode ser um grande inimigo de um projeto. Ao produzir jogos, os desenvolvedores podem enfrentar obstáculos no meio do caminho, pois mesmo planejando bem, algumas dificuldades não esperadas podem surgir atrasando a entrega.

No entanto, não foi isso que aconteceu no projeto de conclusão de curso. Nesse cenário, de acordo com o mentor do projeto, Luciano Soares, por ser um protótipo, é comum que os jogos sejam muito embrionários, mas os resultados surpreenderam. 

“Mas tivemos um nível muito acima disso, com conceitos e até documentação inicial de apoio. Além das propostas terem sido totalmente diferentes e várias delas com possibilidades de avanço para projetos maiores”, aponta Soares.

Jogos desenvolvidos no projeto de conclusão de curso

Com uma proposta livre, os cinco alunos desenvolveram protótipos de jogos variados e com abordagens distintas.

Jogo educativo

O aluno Amadeu Terceiro desenvolveu um protótipo com temática educativa destinado ao estrangeiro e focado na aprendizagem de vocabulários da língua portuguesa. 

É um jogo “point-and-click”, em que o jogador clica em objetos em uma casa e na interface ele observa a grafia da palavra escrita ao mesmo tempo em que escuta o áudio em português do objeto clicado. 

Segundo Amadeu, o maior desafio foi programar utilizando blueprints para desenvolver os sistemas necessários, mas o contato com pessoas experientes contribuiu para o seu trabalho.

Jogo em primeira pessoa

O estudante Carlos Viana desenvolveu um jogo em primeira pessoa chamado “Urban Calls: Kraken” e consiste em uma sequência de histórias populares de terror.

O conto escolhido foi o do Kraken, com algumas modificações, sendo ambientado a partir da visão de um pai que tem a sua filha sequestrada e vai em busca do seu resgate.

Para Carlos, a experiência foi muito gratificante, pois foi possível se aprofundar em técnicas e ferramentas. “Pude ter experiência de como funcionaria o ambiente de um gamedev na prática, com prazos, listas e meetings sobre o desenvolvimento do projeto”, aponta.

Jogo scrolling shooter arcade

O aluno Edson Biral desenvolveu um jogo inspirado em R-Type, um game de nave antigo. O nome surgiu dessa mistura de Unreal com R-Type, resultando no nome: U-Type. 

O jogo conta com modos de jogo Arcade  (3 estágios), Survival (infinito com hordas progressivas), câmera dinâmica (uma câmera central fixa que mantém o foco no player) e multiplayer para até 4 jogadores locais, mas compatível com Steam Play Together (online).

O maior desafio foi o tempo para execução do projeto, pois o prazo de entrega era curto. “Mas como me comprometi, consegui concluir o protótipo e no final ainda coloquei uns modelos de naves mais bonitos do que os placeholders que eu estava usando”, destaca Edson.

Jogo de RPG Hack’n’Slash em terceira pessoa

O projeto desenvolvido pelo aluno Julio Crisanto foi de um jogo Hack’n’Slash básico, com sistemas simples de ataques, no qual o personagem deve avançar derrotando os inimigos. 

O jogo incluiu criação de personagem e suas habilidades, inimigos e chefão, sistemas, level design e implementação de artes e outras features. A maior dificuldade para Julio foi decidir como seria o projeto em pouco tempo. 

  “A experiência em desenvolver um jogo na Unreal é sempre fantástica, a Epic Games nos disponibiliza bastantes materiais de qualidade para que possamos avançar nos projetos, sem falar que acho mais fácil de se programar nela”, explica Julio.

Jogo de tiro em terceira pessoa

O aluno Nicholas Pedroso Francisco desenvolveu um jogo de Survival Horror, com influências de Resident Evil, The Last of Us, Days Gone e The Evil Within. A narrativa acompanha um personagem que tem sua vida modificada por uma explosão que infesta de zumbis. 

Para Nicholas a maior dificuldade foi integrar o Metahuman (personagem) com o Advanced Locomotion System (sistema mais realista de movimentação), o que demandou bastante tempo.

“Esse foi o primeiro jogo/protótipo ‘grande’ que eu desenvolvi 100% sozinho. Foi uma ótima experiência, ter quebrado a cabeça várias vezes para resolver um problema, pesquisar diferentes maneiras que algo poderia ser feito até encontrar a melhor solução”, conta Nicholas.

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Aprendizado do zero até projeto para empresa real: as trajetórias de formados no curso de web design

Conciliar os estudos e a vida pessoal, fazer atividades práticas e desenvolver um projeto de conclusão de curso do zero não são tarefas fáceis. No entanto, os formados no curso de Web Design, Paula Cardoso e Jonathan Cavalcanti, são a prova de que isso é possível. 

Paula Cardoso conheceu a Mentorama através de um anúncio em uma rede social; Durante a faculdade, ela já demonstrava interesse em web design, mas resolveu se aprofundar na área. 

Contudo, a busca por aprimoramento das habilidades não é fácil e possui muitos desafios. Para Paula, o domínio de inglês foi uma das principais dificuldades, pois vários tutoriais disponibilizados na internet são na língua inglesa, “mas  nada que um Duolingo e um Google tradutor não resolvam”, destaca. 

Já Jonathan Cavalcanti optou pela Mentorama devido ao time de mentores qualificados, o networking com experts do mercado foi a peça chave para decidir se inscrever no curso.

Quer trabalhar com web design, mas não sabe por onde começar? Então, assista este webinar gratuito ministrado pelo designer gráfico e sócio da Duck Design Studio, Vinícius Müller.

Os principais desafios do trabalho de conclusão de curso

O projeto de conclusão de curso de web design envolvia a criação de um site para um cliente real. O resultado precisava conter uma retrospectiva, que mostrasse dados sobre como havia sido o ano da empresa. Além disso, a experiência precisava ser customizada para cada usuário. 

De acordo com Paula e Jonathan, o desenvolvimento do trabalho envolveu muito estudo e pesquisa sobre a marca, pois o principal intuito era proporcionar para os colaboradores a melhor experiência possível. 

Para atingir esse objetivo, os estudantes precisaram estudar processos internos da empresa, sua cultura, a forma como trabalham e as marcas envolvidas. Como aponta Jonathan, a oportunidade de trabalhar em um projeto para uma empresa real foi muito produtiva para sua carreira. 

“Pude colocar em prática todas as etapas ensinadas durante as aulas, como o processo de pesquisa, criação de moodboard, ideação e criação do protótipo. E, ainda, mergulhar e conhecer uma empresa com uma cultura inovadora como a ioasys”, conta. 

Expectativas para o futuro

Cada vez mais, profissionais de diferentes áreas buscam uma transição de carreira para as profissões do futuro – que incluem o web design. Os planos futuros de Paula e Jonathan envolvem a migração de área.

Paula aponta que seu principal objetivo para 2022 é participar da criação de produtos que proporcionem uma experiência satisfatória aos usuários e bons resultados para as pessoas que utilizam.

Neste ano, a mudança de área também está nos planos de Jonathan, que também quer aprender mais sobre Front-End e Back-End. Além disso, ele também está trabalhando como freelancer e em busca de oportunidades.

Para Paula, a experiência na Mentorama possibilitou a interação com o mercado de trabalho real e impulsionou sua vida profissional. “Nessas ocasiões, podemos aplicar no mundo real todo o  conhecimento que adquirimos durante o curso e é um aprendizado  valiosíssimo que a escola Mentorama proporciona”, destaca.

Quer impactar sua carreira? Entre em contato e descubra como podemos te auxiliar.

 

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September 28 Pizza: um jogo criado do zero no GameLab da Mentorama

Já imaginou criar um jogo do zero, trabalhar em equipe como em uma empresa real e ter o auxílio de um mentor renomado na indústria? Parece até um sonho, não é mesmo?  Mas, para os alunos da Mentorama,  isso se tornou realidade.

Em parceria com o Mentor Denis Santos, a Mentorama selecionou seis alunos para trabalharem na criação de um game, desde a idealização até o lançamento. 

O jogo September 28 Pizza nasceu no GameLab, um laboratório interno da Mentorama de aceleração de projetos de alunos talentosos dos cursos de  desenvolvimento de games. 

GameLab: um espaço de criação e crescimento

Para quem está trilhando os primeiros passos em busca de uma carreira em games, um dos desafios na busca por uma oportunidade na indústria é a falta de experiência. 

Nesse contexto, o principal objetivo do GameLab é proporcionar as habilidades e competências necessárias para trabalhar no mercado de jogos. 

E, como a criação do jogo funcionou na prática no GameLab? Os estudantes selecionados para participar do GameLab foram mentorados por Denis Santos, Senior Product Manager na Gazeus Games. Nesse processo, o mentor não apenas guiou as etapas de criação do game, mas também compartilhou com os alunos sua própria experiência na área.

Estudantes da Mentorama desenvolvem jogo do zero com auxílio de um mentor experiente. Imagem: Mentorama

De acordo com Denis Santos, lançar um jogo na Steam (software de gestão de direitos digitais) sem ter experiência na área é algo muito importante para quem está começando e representa uma evolução enorme. 

“O pessoal provou que com a direção certa e com a motivação adequada tudo é possível, por isso quero que o September 28 Pizza seja um símbolo de que fazer um jogo não é somente sobre escolher uma boa mecânica, uma boa arte ou uma boa história, é sobre ter dedicação e resiliência sobre as adversidades”, destaca o mentor. 

Como nasceu o jogo September 28 Pizza?

Criar um jogo do zero não é fácil. Além das habilidades técnicas, esse é um trabalho que exige criatividade, inovação, paciência, comprometimento e colaboração. Os criadores do September 28 Pizza têm essas características de sobra. Inclusive, eles criaram seu próprio grupo de desenvolvimento, o Power Mint Game Studio. 

No jogo September 28 Pizza, você tem a chance de se colocar no lugar de Chad Jones, um entregador de pizzas no meio de um apocalipse zumbi. A história começa com uma explosão no laboratório da cidade e, misteriosamente, as pessoas começam a se transformar em zumbis.

Acompanhe Chad Jones, um entregador de pizzas no meio de um apocalipse zumbi. Imagem: September 28 Pizza

Esse é um jogo action top down shooter com elementos de survival e sistema de entregas. É uma experiência cheia de aventuras, na qual você precisa entregar as pizzas, enquanto foge ou atira em zumbis que te perseguem. 

Contudo, esse não é apenas mais um jogo de zumbi. Na verdade, é um jogo de zumbi com entrega de pizzas. A premissa pode parecer inusitada, mas no final o resultado deu muito certo.

Uma ideia tão criativa só poderia ter surgido depois de muita conversa e debate em conjunto. O programador generalista do jogo, Edson Biral, explica que após uma atividade proposta pelo mentor Denis Santos, os criadores do September 28 Pizza chegaram a uma conclusão: todos admiravam entregadores, adoravam pizza e “odiavam” zumbis. 

O nome do jogo também é um detalhe interessante. A sugestão foi dada por Paula Bertolaccini, artista 2D e designer de interfaces do jogo: “É uma referência ao jogo Resident Evil 3, onde os zumbis dominam a cidade no dia 28 de Setembro”, explica.

Conforme aponta o mentor Denis Santos, já que a sugestão tinha uma pegada cômica, pois unia o entregador de pizzas a um apocalipse zumbi, sua maior inspiração foi a franquia Zumbilândia, que traz um tom de comédia, mas, ao mesmo tempo, aborda temas importantes da natureza humana.

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September 28 Pizza é um jogo action top down shooter com elementos de survival e sistema de entregas. Imagem: September 28 Pizza

No entanto, não basta só uma boa ideia para um jogo funcionar e ter qualidade. Durante o processo de desenvolvimento, muitas mudanças podem acontecer em termos de jogabilidade, mecânica e narrativa.

 O produtor do jogo, Renato Alves, aponta que o desenvolvimento do game aconteceu em constante diálogo entre toda equipe para avaliar o que era proposto e se era viável de ser executado. Mudanças aconteceram e eram esperadas para termos um jogo possível de ser finalizado e com qualidade”, destaca.

O caminho para melhores oportunidades

O mercado de games é um dos mais lucrativos do mundo. Um levantamento da empresa de consultoria Newzoo constatou que em 2021 essa indústria movimentou US$ 175,8 bilhões e a tendência é só crescer. 

Não é à toa que essa área vem crescendo cada vez mais em oportunidades e vagas de emprego. No entanto, para trabalhar com games as empresas exigem habilidades, competências e experiência. Um grande desafio para os iniciantes.

Para o designer de som do September 28 Pizza, Cássio Amaral, a experiência com o GameLab foi o mais próximo de uma experiência profissional que ele já teve, devido à proporção do resultado final, que envolveu produção, publicação e marketing. 

Essa oportunidade possibilitou uma nova perspectiva sobre o próprio desenvolvimento de games e sua função no projeto. Vejo o som nos jogos como uma camada essencial para a conexão com quem está jogando. Apesar de essencial, o áudio não deve sobrepor ou atropelar a experiência do jogo”, destaca.

O game e level designer do jogo, Amadeu Terceiro, já tinha experiência na área, pois já trabalhou em outras produções como game writer e game designer. 

Contudo, a chance de ter o processo guiado pelo mentor Denis Santos foi o grande diferencial no desenvolvimento. “A condução do Denis facilitou bastante o desenvolvimento, visto que tínhamos formado uma equipe com diferentes saberes e experiências”, ressalta.

São justamente essas diferenças de saberes e experiências que podem se apresentar como dificuldades na hora de trabalhar em equipe. O artista 3D e de ambientes, Leonardo Custódio, tinha quase desistido de desenvolver jogos em equipe e estava pensando em trabalhar solo.

September 28 Pizza é uma experiência cheia de aventuras. Imagem: September 28 Pizza

No entanto, a motivação para trabalhar em conjunto com outros profissionais voltou ao desenvolver o September 28 Pizza. O jogo também o  ajudou a reconhecer a importância de um artista 3D no processo. “Nesse tipo de projeto, o artista 3D é fundamental para criar o mundo onde o jogador passará a maior parte do tempo que estiver jogando”, explica.

Quer descobrir como funciona uma banca de apresentação de projeto final? Então, assista a banca final em que o September 28 Pizza foi apresentado.

Nunca é tarde para investir no que gosta e a artista 2D do September 28 Pizza, Paula Bertolaccini, é a prova disso. Ela é da área de veterinária, mas decidiu investir em uma carreira no mercado de jogos e em seu primeiro game já trabalhou como artista 2D.

E como conselho final, ela destaca: Vá em frente, arrisque,  se não souber o que fazer, pesquise e não tenha medo de pedir ajuda”.

Ficou inspirado pela trajetória dos criadores do September 28 Pizza e quer trabalhar com games? Entre em contato e descubra como podemos te auxiliar.

 

 

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Aprender Design de Games do zero é possível? Nosso aluno prova que sim

Trabalhar com games pode parecer assustador no início. Afinal, é necessário dominar diversas habilidades para criar um jogo. Contudo, é super possível aprender tudo do zero.

Nosso aluno de Design de Games do zero ao PRO,  Maurício Wolff Garcia, é o exemplo vivo disso. Atualmente, ele trabalha em Porto Alegre na Painful Smile como Designer de Games. 

E não para por aí… Em 2021, Maurício venceu a Game Jam da Mentorama em parceria com Gilliard Lopes, senior Game Designer do Electronic Arts Vancouver na série FIFA.

Confira a entrevista e se inspire na trajetória do Maurício!

Maurício, conta mais sobre você e as suas experiências profissionais?

Oi! Eu sou o Mauricio Wolff Garcia, uma pessoa louca o suficiente para decidir morar na Rússia por um ano e virar fluente naquela língua que parece mais hieróglifos do que um alfabeto normal. 

Eu moro na região metropolitana de Porto Alegre e estudo Relações Públicas na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), com certeza não é a faculdade mais comum ou recomendada para quem quer trabalhar com jogos.

Eu amo jogar “indies bonitos” como Journey, Firewatch e Dodgeball Academia. Eu já participei de diversas Game Jams e ganhei algumas, trabalhei com Tecnologia e Inovação e hoje atuo como Game Designer na Painful Smile!

Você venceu a nossa Game Jam com o Gilliard Lopes. Qual foi a sensação de alcançar essa vitória?

Foi algo inesperado. Eu achei que o nosso projeto estaria entre os finalistas, mas não esperava ganhar a Jam. Eu fiquei muito feliz de saber que ganhei e ainda mais contente de ouvir os relatos e experiências incríveis que os jurados tiveram ao jogar o nosso jogo (SOLO).

Como você desenvolveu o projeto para a Game Jam?

Vou tentar contar muito resumidamente a montanha-russa que foi o desenvolvimento de SOLO. Nós éramos 6 pessoas neste projeto: eu fui responsável pelo Game Design, Level Design e programação e também auxiliei um pouco a narrativa; o Ígor Ferreira escreveu a história de SOLO; o João Vitor Costa Dias foi o mágico por trás da música do jogo; o Matheus Homsi criou os efeitos sonoros; o Lucas Félix auxiliou na programação do jogo e o Miguel Liberato ajudou na arte de SOLO.

A Game Jam tinha a duração de 2 semanas, durante a primeira semana inteira nós não tínhamos IDEIA do que seria o nosso jogo. Sim, metade do tempo da Game Jam já tinha se passado e a gente nem tinha saído da estaca zero. 

O conceito de SOLO só veio no início da segunda semana. A ideia era fazer um jogo sobre síndrome de impostor bastante focado em sua narrativa. As mecânicas seriam as mais simples possíveis para dar tempo de criar o conteúdo do jogo, as fases e a narrativa.

O meu principal objetivo era, através do Level Design, conectar o jogador e transmitir a ele as mesmas emoções que o personagem estava passando. Portanto, pretendia usar dos níveis para potencializar a narrativa.

Ao longo da semana da Jam, a minha rotina diária era: desenhar as níveis do jogo no meu caderno, construir elas na Unity (Game Engine) e testá-las — os testes são extremamente importantes, nunca se esqueça deles.

 Enquanto eu cuidava das fases e implementação, os outros membros desenvolviam as suas partes do jogo. Nos últimos dias, juntamos tudo e surgiu o SOLO, jogo vencedor da Game Jam. Contando assim até parece que foi tudo flores e abraços, mas existiram vários contratempos; e quase não existiu o jogo.

Conta mais detalhes sobre o seu projeto vencedor 

SOLO é uma experiência introspectiva sobre ansiedade e síndrome de impostor. É um pequeno jogo (15 minutos de duração) de plataforma 2D que se destaca pela sua jogabilidade intrínseca à narrativa. As inspirações de SOLO são variadas, vão do jogo Celeste ao filme Soul da Pixar, além de vários outros jogos de plataforma que inspiraram o Level Design.

O projeto SOLO foi vencedor da Game Jam 2021 da Mentorama em parceria com Gilliard Lopes
Como está sendo a experiência de estudar com a Mentorama?

As atividades do curso são muito boas, se assemelham a uma tarefa que você receberia em um ambiente profissional, o que é ótimo. Eu também estou gostando muito da comunidade que se formou em volta do curso. É muito bom interagir e tirar as dúvidas no Discord com os mentores e os outros colegas.

O que te motivou a escolher o curso Designer de Games?

Eu estava há um tempo de olho no curso da Mentorama, especialmente porque ele é mais especializado. Muitos cursos de desenvolvimento de jogos que eu vejo por aí são amplos demais e não se aprofundam em nenhum aspecto do desenvolvimento. 

O curso de Design de Games da Mentorama é o contrário, ele te leva desde o básico até o avançado do Game Design, te proporcionando um conhecimento muito mais profundo e proveitoso.

Como surgiu o seu interesse pelo mundo dos games?

Quando criança eu AMAVA os joguinhos que vinham nos celulares Nokia. Depois disso, eu ganhei um PS1 e passei exorbitantes horas jogando Spyro. Mas o interesse na indústria de games veio muito tempo depois. Mais precisamente, no ano passado. Eu resolvi aprender programação no início da pandemia.

 Eu estudava Python, mas as tarefas que eu fazia eram muito chatas. Então eu comecei a procurar por outras aplicações para a programação e descobri a Unity. Em um fatídico fim de semana, eu segui um tutorial no YouTube e criei um pequeno jogo e o mandei para um amigo jogar.

 O que aconteceu depois eu posso dizer, tranquilamente, que mudou a minha vida. A sensação de ver alguém jogando o meu jogo, algo que eu mesmo construí, foi inexplicável. Eu só conseguia pensar uma coisa “é isso que quero para a minha vida”. A partir daí, eu comecei a estudar e praticar muito para um dia trabalhar com jogos e eu consegui!

Quais desafios você encontrou ao longo do curso e como está superando eles?

De longe meu maior desafio está sendo conseguir tempo para realizar as tarefas do curso e conciliar com o trabalho e faculdade. Para solucionar essa situação, eu tento sintetizar as minhas entregas do curso. 

É algo que ocorre frequentemente também no desenvolvimento de jogos, é preciso refletir quais aspectos do jogo são possíveis cortar sem que ele perca sua essência. E eu trago isso para a realização das minhas tarefas da Mentorama.

Como você se imagina daqui a 4 anos?

Minha carreira tem tido um crescimento exponencial, a cada ano estou trabalhando com algo totalmente diferente. Então para mim é difícil tentar prever o que me espera daqui a 4 anos. Ainda assim, eu me imagino trabalhando como Game Designer em um dos principais estúdios de jogos do Brasil (sonhar não machuca hahaha).

Você gostaria de dar algum recado?

Se você que está lendo isso almeja entrar para a indústria de jogos, a dica de ouro é: desenvolva jogos. Faça jogos pequenos — quanto menores, melhor — e CONCLUA esses jogos. 

Este é o melhor jeito de adquirir experiência e foi a minha estratégia para entrar na indústria de jogos em 1 ano, sem nenhuma experiência prévia. E, de preferência, faça os jogos em equipe. Para desenvolver um jogo, saber se comunicar é tão importante quanto qualquer outra hard skill.

Dito isso, eu me encontro aberto para bater um papo, tirar dúvidas, dar conselhos amorosos ou qualquer coisa! Só me chamar no Twitter, @4maumau, ou LinkedIn, Mauricio Wolff Garcia. Ah, não esqueça de jogar o SOLO!

Quer se tornar designer de games? Entre em contato e descubra como podemos te auxiliar. 

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“Se não fosse pelo Centro de Carreiras jamais ficaria sabendo da vaga”

Você também sonha com o primeiro emprego na área em que ama trabalhar? Nosso aluno do curso Profissão UX/UI com oferta Java, Ítalo Coimbra, transformou esse sonho em realidade.

Atualmente, Ítalo trabalha na empresa DEXTRA e descobriu a vaga no Centro de Carreiras da Mentorama. 

E sabe qual é a melhor parte? Ele foi contratado em setembro como Assistente de Software e, em pouquíssimo tempo, foi promovido à Analista de Sistemas Júnior. Incrível, não é mesmo?

Confira a trajetória do nosso Mentoramer na entrevista abaixo:

Como você descreveria a sua jornada de aprendizado até agora?

Eu sempre tive um pé pro lado da Tecnologia, mas de início sempre acabava tendo dificuldade de achar conteúdo em português na internet, até que encontrei a Mentora! 

Achei que seria algum daqueles cursos tradicionais, que te enchem de conteúdo e não te dão nada de suporte, mas pelo contrário, com o suporte eu acabei tendo mais vontade mesmo de aprender, pois sempre o tinha o mentor para ajudar, e até os próprios alunos também que vão se ajudando!

depoimento mentorama
Ítalo Coimbra transformou um sonho em realidade
Por que e quando você escolheu a Mentorama para estudar?

Escolhi a Mentorama para estudar pela inovação que eles fizeram, nunca tinha visto um curso com mentores te dando suporte e por um preço justo, com isso resolvi comprar a ideia, e acabei ficando mais interessado quanto mais avançava no curso.

Quais desafios você encontrou ao longo do curso e como superou eles?

O maior desafio que encontrei foi com a questão de horário, como eu estudava (Ensino médio ainda) quase não tinha tempo para conciliar o curso com os estudos. Acabei superando isso criando uma rotina de estudos.

Eu estudava em média 2h por dia, ao invés de estudar várias horas por dia. Com isso, senti até a questão de ser mais produtivo com essas 2 horinhas por dia invés de várias horas por dia!

Quais suas expectativas em relação ao seu novo trabalho?

Atualmente, eu entrei em uma empresa considerada boa. A curto prazo, eu tenho objetivo de absorver o máximo de conhecimento possível para mais pra frente, começar a trampar em uma área em específico. 

Ítalo, conta um pouco mais sobre a DEXTRA e o cargo que você vai exercer?

Entrei na Dextra em Setembro como assistente de Software, costumo dizer que era praticamente um “estagiário efetivado”, ficava com o pessoal fazendo Pair Programming durante setembro e outubro  acompanhando a equipe, e indo codando aos pouquinhos.

Como foi o processo seletivo da DEXTRA?

Foi um dos processos mais tranquilos que já vi. Foram fases (que tinham desafios para codar X coisa, coisas simples) e logo após essas 3 fases chamaram para e entrevista. Em menos de 2 semanas já me enviaram um e-mail, e me ligaram dizendo que tinha passado para a vaga!

Você foi contratado em setembro como Assistente de Software e já foi promovido a Analista de Sistemas Jr. Como ocorreu esta mudança?

Acredito que a mudança ocorreu de acordo com a produtividade. Como eu disse, fiquei um mês e meio fazendo Pair Programming com a equipe, pegando algumas tarefas simples e ingressando no projeto. Com isso, fui vivenciando o projeto mesmo.

Com o tempo fui pegando tarefas um pouquinho mais difíceis e fui me desafiando. Acredito que viram a questão de produtividade e me ofereceram a vaga para Analista Jr.

O Centro de Carreiras da Mentorama desempenhou um papel importante na sua contratação?

Conheci a vaga pelo Centro de Carreiras da Mentorama. Se não fosse por eles, jamais ficaria sabendo da vaga! Então só tenho a agradecer pelos Webinars e pelo próprio suporte da equipe!  

Quais são suas expectativas profissionais para o futuro?

Sempre tive o sonho de trabalhar para uma empresa internacional! Acredito que com a programação isso facilita um pouco. Então, minhas expectativas hoje em dia, são de continuar estudando, ir adquirindo conhecimento e fazendo o networking necessário para esse sonho deixar de ser um sonho e virar uma realidade!

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A jornada dos formandos do curso de Web Design

Com o objetivo de revolucionar o mercado de ensino e desenvolvimento profissional no país, nossos alunos têm todo o apoio necessário para se tornarem profissionais qualificados em poucos meses e iniciarem uma jornada de sucesso em sua carreira profissional.

A Mentorama se orgulha em  fazer parte da trajetória de diferentes pessoas que buscam novos horizontes na vida profissional. Para celebrar este momento marcante na vida de todos, conversamos com alguns alunos que nos contaram mais detalhes sobre os desafios e a emoção de concluir o curso de Web Design. Continue lendo e confira!

Matheus Santos

Aluno Matheus Santos
Como você descreveria a sua jornada de aprendizado até agora?

A partir do momento que decidi me aprofundar em UX Designer optei por cursos disponíveis na internet e após esses primeiros passos eu julguei necessário uma especialização para me inserir no mercado. 

Por que e quando você escolheu a Mentorama para estudar?

Após ver cursos gratuitos, conheci a Mentorama através de um Webinar e tive a certeza que eles poderiam me conduzir neste próximo passo.

O que te motivou a escolher este curso?

A mentoria disponível e o projeto final que seria um bom desafio para me preparar para o mercado.

Quais desafios você encontrou ao longo do curso e como superou eles?

O curso nos disponibiliza muitas tarefas onde devemos pesquisar e nos aprofundar em diversos assuntos.

Como foi a experiência e o processo de fazer um projeto de conclusão de curso?

Desafiador, venho de uma transição de carreira e acho que foi um processo satisfatório, tive a ajuda do mentor em todos os processos o que me deixou seguro na apresentação! 

Apresentação do projeto final
Apresentação do projeto final

Pedro Tauffer

aluno Pedro Tauffer
Você desenvolveu o trabalho de conclusão como se fosse um projeto para uma empresa real e com a avaliação de profissionais estabelecidos no mercado. Você acredita que essa jornada foi determinante para você se sentir ainda mais preparado para ingressar no mercado de trabalho?

Com certeza. Foi muito bom receber feedback de profissionais do mercado.

Quais suas expectativas profissionais para o futuro?

Quero combinar minhas habilidades atuais para adentrar em outros mercados.

Quais desafios você acredita que vai encontrar nessa nova fase da sua jornada profissional?

Novas ferramentas, processos e diferenças de contextos.

Qual conselho você daria para quem está pensando em começar a estudar na Mentorama?

Faça logo. Depois me agradeça.

Apresentação do projeto final
Apresentação do projeto final

A história continua!

Toda boa saga tem uma continuação e se depender de nós, os próximos passos serão de constante evolução! Se assim como nossos formandos, você pensa em investir e trabalhar nas principais carreiras do futuro, acesse nosso site e comece agora a sua #JornadaMentorama!

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A jornada dos formandos do curso de Game Design

Com o objetivo de revolucionar o mercado de ensino e desenvolvimento profissional no país, nossos alunos têm todo o apoio necessário para se tornarem profissionais qualificados em poucos meses e iniciarem uma jornada de sucesso em sua carreira profissional.

A Mentorama se orgulha em  fazer parte da trajetória de diferentes pessoas que buscam novos horizontes na vida profissional. Para celebrar este momento marcante na vida de todos, conversamos com alguns alunos que nos contaram mais detalhes sobre os desafios e a emoção de concluir o curso de Game Design. Continue lendo e confira!

Jefferson William

aluno Jefferson William
Trabalho realizado pelo aluno ao longo do curso
Como você descreveria a sua jornada de aprendizado até agora?

Sem sombra de dúvidas este é o curso que me proporcionou o maior nível de aprendizado, tem sido uma jornada desafiadora com partes práticas, e muito gratificante com resultados concretos.

Por que e quando você escolheu a Mentorama para estudar?

Escolhi a Mentorama pela didática e professores qualificados. Me surpreendi quando tive acesso a guia de carreiras e um projeto final ao estilo de um case real.

O que te motivou a escolher este curso?

Depois de realizar vários cursos ainda me sentia inseguro com o aprendizado. Conheci a Mentorama com uma didática diferente, com atividades práticas e as avaliações feitas por profissionais consolidados no mercado. Isso me motivou na escolha, pois só com a prática o conhecimento é consolidado.

Leonardo Calil

aluno Leonardo Calil
Trabalho realizado pelo aluno Leonardo Calil
Quais desafios você encontrou ao longo do curso e como superou eles?

A área era muito nova para mim no conceito geral, então eu saí de fato do ‘zero’, o que gerou algumas dificuldades, mas principalmente pela dedicação eu pude alcançar meus objetivos.

Como foi a experiência e o processo de fazer um projeto de conclusão de curso?

Foi bem interessante, a presença de uma empresa de fora demandando, a existência de prazos e a necessidade de atingir um patamar de qualidade foram um bom desafio.

Você desenvolveu o trabalho de conclusão como se fosse um projeto para uma empresa real e com a avaliação de profissionais estabelecidos no mercado. Você acredita que essa jornada foi determinante para você se sentir ainda mais preparado para ingressar no mercado de trabalho?

Acredito que sim, embora não possa prever o futuro, ter esse tipo de vivência só pode ajudar no seu desenvolvimento profissional, além disso a convivência com os profissionais e com os colegas é uma boa interação daqueles que estão e estarão inseridos na mesma situação que você profissionalmente.

Paula Bertolaccini

aluna Paula Bertolaccini
Trabalho realizado pela aluna ao longo do curso
Quais suas expectativas profissionais para o futuro?

Me sinto mais capaz de criar um jogo solo ou fazer parte de uma equipe em alguma empresa.

Quais desafios você acredita que vai encontrar nessa nova fase da sua jornada profissional?

Talvez em questão das áreas mais específicas que ainda não fiz curso, como a programação, por exemplo.

Qual conselho você daria para quem está pensando em começar a estudar na Mentorama?

Peguem o conteúdo e pesquisem. Mesmo que tirem a nota suficiente para passar, busquem tirar 100! Isso é treinamento e aprendizado.

A história continua!

Toda boa saga tem uma continuação e se depender de nós, os próximos passos serão de constante evolução! Se assim como nossos formandos, você pensa em investir e trabalhar nas principais carreiras do futuro, acesse nosso site e comece agora a sua #JornadaMentorama

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“Desenvolver o projeto do curso de UX me ajudou a conseguir esse emprego”

O processo para migrar de área de atuação no mercado pode despertar um frio na barriga de muitas pessoas, porém, toda a jornada começa a valer a pena quando seus objetivos são alcançados!

Entrevistamos Rafael Yamanouti, nosso ex-aluno do curso de UX Design que, pouco mais de um mês de sua apresentação de projeto de conclusão de curso, conseguiu o seu primeiro emprego na área de Design!

Confira a entrevista e inspire-se. Venha mudar o seu futuro com a Mentorama!

Rafael, parabéns pelo emprego novo na Deeploy! Conta um pouco mais sobre a Deeploy e o cargo que você vai exercer?

Rafael – Muito obrigado pelos parabéns!  A Deeploy é uma empresa que lida com recrutamento, especificamente de profissionais da área de UX Design. Nesse processo, ela auxilia os designers a melhorarem a sua postura profissional e ficarem mais “atrativos” no mercado. E do outro lado, a Deeploy também ajuda empresas com a contratação de designers! Estou muito animado em atuar como UI designer! 

Como foi o processo de contratação? 

Rafael – Por incrível que pareça, o processo de contratação foi super tranquilo! Eu tive a sorte de já conhecer o entrevistador. O Mao Barros é um querido e ele esteve na banca avaliadora do meu projeto final do curso de UX (mais pra frente eu falo disso).

Essa é a sua primeira experiência profissional?

Rafael – Eu sou formado em arquitetura e urbanismo e minhas experiências de trabalho até então eram dessa área. Em design é sim meu primeiro emprego. 🙂

Na Mentorama você desenvolveu o trabalho de conclusão de curso como se fosse um projeto para uma empresa real e com a avaliação de profissionais do mercado. Você acredita que toda essa jornada foi determinante para conquistar a vaga? 

Rafael – Com certeza eu ter desenvolvido o projeto de conclusão do curso de UX me ajudou a conseguir esse emprego. Eu aprendi muito durante o processo com o pessoal da Duck Design Studio e meus colegas. Sem contar que foi na apresentação onde o Mao e eu nos conhecemos, isso acabou tornando as coisas mais fáceis pra gente!

Quais desafios você acredita que vai encontrar nessa nova fase da sua jornada profissional?

Rafael – Vejo dois tipos de desafios. Um mais voltado para a parte ferramental da coisa, que também é muito legal porque aprender a usar novas ferramentas acaba aumentando as nossas possibilidades de projeto. E o outro ponto é relacionado às boas práticas e o dia a dia de um designer que ainda estou me adaptando. 

O Centro de Carreiras da Mentorama desempenhou um papel importante na sua contratação?

Rafael – O Centro de Carreiras da Mentorama me ajudou bastante. Tomei conhecimento dessa vaga quando as meninas do CdC avisaram no grupo do Discord. Me candidatei e depois de uns dias já tive o bate papo com o Mao.

Você gostaria de passar algum recado para os alunos da Mentorama?

Rafael – Acho que o melhor conselho que eu posso deixar é: para os alunos de UX, façam o projeto final e bastante! Ele abre portas, além de você sair com um case para seu portfólio! 😀

É isso! Muito obrigado, Mentorama e espero que essa conversa possa ajudar o pessoal! 😀

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Da sala de aula até a defesa do projeto: A jornada dos formandos do curso de UX Design

Toda jornada tem início, meio e fim. A defesa do projeto final é o final da jornada de alguns de nossos alunos com a Mentorama, mas o início de uma nova fase no mercado de trabalho. 

A Mentorama se orgulha em  fazer parte da trajetória de diferentes pessoas que buscam novos horizontes na vida profissional. Para celebrar este momento marcante na vida de todos, conversamos com alguns alunos que nos  contaram mais detalhes sobre os desafios e a emoção de concluir o curso de UX Design. Continue lendo e confira!

O caminho

Rafael Yamanouti, 25 anos, destacou que “A jornada foi repleta de desafios pelo caminho”, e lembrou dos altos e baixos “como uma boa história deve ser!”

Arianne Anabuki, 35 anos, afirmou a importância do aprendizado durante todas as fases do curso e lembrou como o curso e outras atividades foram importantes em seu processo de migração do Marketing para o Design: “Eu venho de um background de marketing e esse foi meu primeiro curso de UX Design. Além do conteúdo online das aulas pré-gravadas, consumi muito conteúdo de webinars da Mentorama, links disponibilizados pela tutoria no Discord e pratiquei com os exercícios dos módulos.”

Segundo ela, o projeto final foi excelente para treinar o desenvolvimento completo dos processos de UX, desde a pesquisa à entrega de protótipo. Arianne também destaca os tutores e mentores, afirmando que “Todos sempre foram muito zelosos com os alunos no canal do Telegram. Receber o feedback dos mentores ao vivo é muito gratificante e importante para o nosso desenvolvimento profissional. As devolutivas dos tutores durante o curso também foram ótimas, com vídeos explicativos dos trabalhos. Adorei toda a experiência!”

Rafael também destacou a importância dos mentores no processo: “Acho que a parte mais legal foi o finzinho, principalmente pelo  projeto final e o desenvolvimento do trabalho de conclusão ter o  auxílio de ótimos mentores, em especial o Gabriel da Duck Design Studio.”

Desafios

Mas como toda boa jornada, o herói tem que enfrentar algumas dificuldades no processo antes de alcançar o grande objetivo. Felipe Barretti, 27 anos, destacou que um dos principais desafios encontrados foi compreender como uma pesquisa resulta em uma solução digital: “Eu tinha bastante receio de fazer UI, mas como UX Designer você não pode fugir disso, e quando eu comecei a transformar as pesquisas em soluções, eu fiquei extremamente satisfeito” completa.

A gestão do tempo é fundamental para conciliar o cotidiano com os estudos. Esse ponto foi lembrado pelo Fabrício Carvalho, 20 anos: “O meu maior desafio foi a gestão do tempo. Mas resolver isso foi bem simples. Os módulos dos cursos são divididos em aulas curtas, mas completas. E isso garantiu que eu conseguisse estudar pelo menos 1 aula por dia.”

Fabrício também ressalta que o tempo de um mês para a realização do projeto final “foi mais que suficiente!”

A história continua

Toda boa saga tem uma continuação, os próximos capítulos em uma nova carreira ainda serão escritos. Mas se depender da Marianna Oliva, os próximos passos serão de constante evolução.  

Aos 27 anos, ela destaca a importância de estar constantemente  atualizada para enfrentar os desafios do mercado de trabalho: “Vou me inserir no mercado, continuar meus estudos na área e aprimorar minhas soft e hard skills. Como a área de tecnologia e experiência do usuário estão sempre em inovação, temos que estar sempre estudando e atentos às tendências de mercado.”

A todos os nossos formandos, o nosso muito obrigado e sucesso! 🚀