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A jornada dos formandos do curso de Web Design

Com o objetivo de revolucionar o mercado de ensino e desenvolvimento profissional no país, nossos alunos têm todo o apoio necessário para se tornarem profissionais qualificados em poucos meses e iniciarem uma jornada de sucesso em sua carreira profissional.

A Mentorama se orgulha em  fazer parte da trajetória de diferentes pessoas que buscam novos horizontes na vida profissional. Para celebrar este momento marcante na vida de todos, conversamos com alguns alunos que nos contaram mais detalhes sobre os desafios e a emoção de concluir o curso de Web Design. Continue lendo e confira!

Matheus Santos

aluno Matheus Santos
Como você descreveria a sua jornada de aprendizado até agora?

A partir do momento que decidi me aprofundar em UX Designer optei por cursos disponíveis na internet e após esses primeiros passos eu julguei necessário uma especialização para me inserir no mercado. 

Por que e quando você escolheu a Mentorama para estudar?

Após ver cursos gratuitos, conheci a Mentorama através de um Webinar e tive a certeza que eles poderiam me conduzir neste próximo passo.

O que te motivou a escolher este curso?

A mentoria disponível e o projeto final que seria um bom desafio para me preparar para o mercado.

Quais desafios você encontrou ao longo do curso e como superou eles?

O curso nos disponibiliza muitas tarefas onde devemos pesquisar e nos aprofundar em diversos assuntos.

Como foi a experiência e o processo de fazer um projeto de conclusão de curso?

Desafiador, venho de uma transição de carreira e acho que foi um processo satisfatório, tive a ajuda do mentor em todos os processos o que me deixou seguro na apresentação! 

Apresentação do projeto final
Apresentação do projeto final

Pedro Tauffer

aluno Pedro Tauffer
Você desenvolveu o trabalho de conclusão como se fosse um projeto para uma empresa real e com a avaliação de profissionais estabelecidos no mercado. Você acredita que essa jornada foi determinante para você se sentir ainda mais preparado para ingressar no mercado de trabalho?

Com certeza. Foi muito bom receber feedback de profissionais do mercado.

Quais suas expectativas profissionais para o futuro?

Quero combinar minhas habilidades atuais para adentrar em outros mercados.

Quais desafios você acredita que vai encontrar nessa nova fase da sua jornada profissional?

Novas ferramentas, processos e diferenças de contextos.

Qual conselho você daria para quem está pensando em começar a estudar na Mentorama?

Faça logo. Depois me agradeça.

Apresentação do projeto final
Apresentação do projeto final

A história continua!

Toda boa saga tem uma continuação e se depender de nós, os próximos passos serão de constante evolução! Se assim como nossos formandos, você pensa em investir e trabalhar nas principais carreiras do futuro, acesse nosso site e comece agora a sua #JornadaMentorama!

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A jornada dos formandos do curso de Game Design

Com o objetivo de revolucionar o mercado de ensino e desenvolvimento profissional no país, nossos alunos têm todo o apoio necessário para se tornarem profissionais qualificados em poucos meses e iniciarem uma jornada de sucesso em sua carreira profissional.

A Mentorama se orgulha em  fazer parte da trajetória de diferentes pessoas que buscam novos horizontes na vida profissional. Para celebrar este momento marcante na vida de todos, conversamos com alguns alunos que nos contaram mais detalhes sobre os desafios e a emoção de concluir o curso de Game Design. Continue lendo e confira!

Jefferson William

aluno Jefferson William
Trabalho realizado pelo aluno ao longo do curso
Como você descreveria a sua jornada de aprendizado até agora?

Sem sombra de dúvidas este é o curso que me proporcionou o maior nível de aprendizado, tem sido uma jornada desafiadora com partes práticas, e muito gratificante com resultados concretos.

Por que e quando você escolheu a Mentorama para estudar?

Escolhi a Mentorama pela didática e professores qualificados. Me surpreendi quando tive acesso a guia de carreiras e um projeto final ao estilo de um case real.

O que te motivou a escolher este curso?

Depois de realizar vários cursos ainda me sentia inseguro com o aprendizado. Conheci a Mentorama com uma didática diferente, com atividades práticas e as avaliações feitas por profissionais consolidados no mercado. Isso me motivou na escolha, pois só com a prática o conhecimento é consolidado.

Leonardo Calil

aluno Leonardo Calil
Trabalho realizado pelo aluno Leonardo Calil
Quais desafios você encontrou ao longo do curso e como superou eles?

A área era muito nova para mim no conceito geral, então eu saí de fato do ‘zero’, o que gerou algumas dificuldades, mas principalmente pela dedicação eu pude alcançar meus objetivos.

Como foi a experiência e o processo de fazer um projeto de conclusão de curso?

Foi bem interessante, a presença de uma empresa de fora demandando, a existência de prazos e a necessidade de atingir um patamar de qualidade foram um bom desafio.

Você desenvolveu o trabalho de conclusão como se fosse um projeto para uma empresa real e com a avaliação de profissionais estabelecidos no mercado. Você acredita que essa jornada foi determinante para você se sentir ainda mais preparado para ingressar no mercado de trabalho?

Acredito que sim, embora não possa prever o futuro, ter esse tipo de vivência só pode ajudar no seu desenvolvimento profissional, além disso a convivência com os profissionais e com os colegas é uma boa interação daqueles que estão e estarão inseridos na mesma situação que você profissionalmente.

Paula Bertolaccini

aluna Paula Bertolaccini
Trabalho realizado pela aluna ao longo do curso
Quais suas expectativas profissionais para o futuro?

Me sinto mais capaz de criar um jogo solo ou fazer parte de uma equipe em alguma empresa.

Quais desafios você acredita que vai encontrar nessa nova fase da sua jornada profissional?

Talvez em questão das áreas mais específicas que ainda não fiz curso, como a programação, por exemplo.

Qual conselho você daria para quem está pensando em começar a estudar na Mentorama?

Peguem o conteúdo e pesquisem. Mesmo que tirem a nota suficiente para passar, busquem tirar 100! Isso é treinamento e aprendizado.

A história continua!

Toda boa saga tem uma continuação e se depender de nós, os próximos passos serão de constante evolução! Se assim como nossos formandos, você pensa em investir e trabalhar nas principais carreiras do futuro, acesse nosso site e comece agora a sua #JornadaMentorama

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Como dominar as ferramentas do Design Gráfico?

O Design Gráfico é uma área que cuida dos desenhos, imagens, identidade visual, animações, diagramações e outros projetos de comunicação visual. Se você quer aprender como dominar as ferramentas do Design Gráfico e como funciona essa área na prática, continue a leitura!

O que é Design Gráfico?

O Design Gráfico é uma área que pode ser compreendida como uma forma de se comunicar por meio de peças visuais. Ao contrário do que muitos pensam, ela não se limita a fotos ou ilustrações, podendo ser feita de diversas formas, como:

  • Textos;
  • Diagramações;
  • Imagens;
  • Animações;
  • Códigos;
  • Desenhos;
  • Entre outros.

Como podemos ver, as possibilidades em Design Gráfico são infinitas! Uma prova disso é aquela embalagem bonita dos produtos que você utiliza no seu dia a dia, ou então, aquele cartão de visita sofisticado e minimalista que você recebe ao fazer uma compra. Esses e outras centenas de recursos são feitos por meio do Design Gráfico!

O que faz um Designer Gráfico?

O que faz um Designer Gráfico?

O Designer Gráfico é responsável por desenvolver a comunicação visual de embalagens de produtos, outdoors, catálogos, revistas, websites, criação de logotipos e toda a identidade visual de uma marca para redes sociais, por exemplo.

Inclusive, esse profissional desempenha um importante papel ao transformar a imagem e comunicação de uma marca, e é justamente sobre isso que o Gustavo Camarano, mentor do nosso curso “Profissão Designer Gráfico”, falou em um webinar 100% gratuito e recheado de dicas exclusivas! Para conferir, basta dar play no vídeo abaixo:

Além disso, o Designer Gráfico também pode atuar na área de Design de Produtos, desenhando novos produtos e levando em conta os aspectos funcionais, estéticos e utilitários do objeto. Ele pode ainda desenhar móveis, joias, vestuário, equipamentos médicos e odontológicos, peças para maquinário industrial, eletrodomésticos, etc.

Quanto ganha um Designer Gráfico?

Segundo dados do Glassdoor e do LinkedIn, atualmente existem 2363 vagas abertas para Designer Gráfico e o salário médio desse profissional está definida da seguinte forma:

Designer Gráfico Júnior: R$ 3.100,00

Designer Gráfico Pleno: R$ 6.000,00

Designer Gráfico Sênior: R$ 9.104,00 

Qual o perfil de um Designer Gráfico?

Embora o designer gráfico tenha vivência com arte em seu dia a dia, é importante lembrar que ele não pode se limitar em ser um artista, mesmo que tenha competência para isso. 

Falando em perfil, o profissional dessa área deve ser criativo, inovador, ter bom senso estético, ter afinidade com artes e, se possível, ter facilidade com softwares e plataformas digitais. Além disso, organização, disciplina e comprometimento com resultados são fundamentais para que um bom designer gráfico consiga gerenciar seus projetos e entregá-los no prazo.

Como virar Designer Gráfico?

Com o “Design Gráfico do zero ao PRO”, você terá um panorama completo dessa área, do zero ao avançado, com todas as informações necessárias para você aprender a utilizar as principais ferramentas de Design Gráfico.

E para turbinar ainda mais o seu conhecimento, com o “Profissão Designer Gráfico” você poderá mergulhar de cabeça no universo dessa carreira tão requisitada pelo mercado! Ao longo de 12 meses, intensivão com +50 módulos e 4 cursos em um só programa, você se tornará um profissional completo e competirá para conquistar a vaga dos sonhos.

Após a conclusão dos cursos, você estará apto para:

  • Criar logos únicos e com identidade própria;
  • Compreender marcas, seus objetivos e lugar no mercado;
  • Portfólio com primeiros projetos profissionais;
  • Dominar ferramentas básicas de Design Gráfico;
  • Desenvolver uma identidade corporativa;
  • Entender as necessidades do cliente para traduzi-las nos projetos;
  • Determinar as áreas de responsabilidade do gerente de produto no projeto;
  • Realizar um mapa de competências;
  • Entender a diferença entre gerente de produto, proprietário do produto e gerente de projeto.

Você sabia que aqui na Mentorama nós temos vários webinars gratuitos sobre tecnologia todos os meses? Isso, mesmo. São gratuitos e abordam diferentes temas das áreas mais promissoras da tecnologia, como UX/UI Design, Programação, Marketing e Games. Para ficar por dentro do nosso cronograma, clique aqui e já se inscreva para o próximo webinar!

Nosso objetivo é transformar o seu desafio em solução! Entre em contato conosco e saiba como podemos te ajudar.

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“Desenvolver o projeto do curso de UX me ajudou a conseguir esse emprego”

O processo para migrar de área de atuação no mercado pode despertar um frio na barriga de muitas pessoas, porém, toda a jornada começa a valer a pena quando seus objetivos são alcançados!

Entrevistamos Rafael Yamanouti, nosso ex-aluno do curso de UX Design que, pouco mais de um mês de sua apresentação de projeto de conclusão de curso, conseguiu o seu primeiro emprego na área de Design!

Confira a entrevista e inspire-se. Venha mudar o seu futuro com a Mentorama!

Rafael, parabéns pelo emprego novo na Deeploy! Conta um pouco mais sobre a Deeploy e o cargo que você vai exercer?

Rafael – Muito obrigado pelos parabéns!  A Deeploy é uma empresa que lida com recrutamento, especificamente de profissionais da área de UX Design. Nesse processo, ela auxilia os designers a melhorarem a sua postura profissional e ficarem mais “atrativos” no mercado. E do outro lado, a Deeploy também ajuda empresas com a contratação de designers! Estou muito animado em atuar como UI designer! 

Como foi o processo de contratação? 

Rafael – Por incrível que pareça, o processo de contratação foi super tranquilo! Eu tive a sorte de já conhecer o entrevistador. O Mao Barros é um querido e ele esteve na banca avaliadora do meu projeto final do curso de UX (mais pra frente eu falo disso).

Essa é a sua primeira experiência profissional?

Rafael – Eu sou formado em arquitetura e urbanismo e minhas experiências de trabalho até então eram dessa área. Em design é sim meu primeiro emprego. 🙂

Na Mentorama você desenvolveu o trabalho de conclusão de curso como se fosse um projeto para uma empresa real e com a avaliação de profissionais do mercado. Você acredita que toda essa jornada foi determinante para conquistar a vaga? 

Rafael – Com certeza eu ter desenvolvido o projeto de conclusão do curso de UX me ajudou a conseguir esse emprego. Eu aprendi muito durante o processo com o pessoal da Duck Design Studio e meus colegas. Sem contar que foi na apresentação onde o Mao e eu nos conhecemos, isso acabou tornando as coisas mais fáceis pra gente!

Quais desafios você acredita que vai encontrar nessa nova fase da sua jornada profissional?

Rafael – Vejo dois tipos de desafios. Um mais voltado para a parte ferramental da coisa, que também é muito legal porque aprender a usar novas ferramentas acaba aumentando as nossas possibilidades de projeto. E o outro ponto é relacionado às boas práticas e o dia a dia de um designer que ainda estou me adaptando. 

O Centro de Carreiras da Mentorama desempenhou um papel importante na sua contratação?

Rafael – O Centro de Carreiras da Mentorama me ajudou bastante. Tomei conhecimento dessa vaga quando as meninas do CdC avisaram no grupo do Discord. Me candidatei e depois de uns dias já tive o bate papo com o Mao.

Você gostaria de passar algum recado para os alunos da Mentorama?

Rafael – Acho que o melhor conselho que eu posso deixar é: para os alunos de UX, façam o projeto final e bastante! Ele abre portas, além de você sair com um case para seu portfólio! 😀

É isso! Muito obrigado, Mentorama e espero que essa conversa possa ajudar o pessoal! 😀

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Web Designer: o que faz e quanto ganha?

O Web Designer é responsável por pensar na aparência e funcionalidade de um website, visando principalmente a navegabilidade e a interação que os visitantes terão ao acessar a página. Mas afinal, o que faz um Web Designer? Quanto ganha? Continue lendo e descubra!

O que faz um Web Designer?

O Web Designer é responsável por cuidar tanto da estética, quanto da funcionalidade de um site. Ou seja, ele deve pensar na facilidade de uso e nas sensações que o design despertará nos visitantes de um determinado site.

O Web Designer pode projetar sites, blogs, aplicativos para web, sistemas e peças digitais. Além disso, ele também deve compreender e saber como aplicar conceitos teóricos de disciplinas como tipografia, semiótica, arquitetura da informação e usabilidade, além de ter conhecimentos em linguagens de estruturação e formatação. 

Além disso, esse profissional também precisa saber utilizar softwares de edição de imagens, formatação de texto e codificadores para desenvolver seu trabalho no dia a dia. 

Quanto ganha um Web Designer?

Segundo o Vagas.com, o Web Designer inicia sua carreira ganhando  em torno de R$ 1.582,00 e pode vir a ganhar até R$ 3.428,00. Entretanto, a média salarial para Web Designer no Brasil é de R$ 2.404,00.

Como é o mercado de trabalho?

Segundo o LinkedIn, atualmente existem 973 vagas no Brasil inteiro para profissionais dessa área. Tendo esse número em vista, é fácil perceber que o mercado para os web designers é altamente promissor.

O Web Designer pode atuar de forma autônoma, freelancer e fixa. Além disso, é possível trabalhar em qualquer empresa que possua um site, ficando responsável por atualizá-lo, criar novas peças digitais e prestar toda a assistência técnica necessária. 

Como se tornar um Web Designer?

Ter uma rede de apoio é muito vantajoso e vai muito além de apenas fazer networking ou ter referências. Participar de eventos, começar um novo curso, tirar as suas dúvidas e trocar experiências te ajuda a avançar. 

Você sabia que aqui na Mentorama nós temos vários webinars gratuitos sobre tecnologia todos os meses? Isso, mesmo. São gratuitos e abordam diferentes temas das áreas mais promissoras da tecnologia, como UX/UI Design, Programação, Marketing e Games

Com o curso “Profissão Web Designer”, poderá se tornar um profissional completo em apenas 20 meses. Você será capaz de desenvolver interfaces e aplicações web sólidas e que garantam uma navegação fluida e um entendimento claro do conteúdo.

Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução. Entre em contato conosco agora mesmo e saiba mais!

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5 melhores aplicativos para Design de Interiores

Com o avanço da tecnologia e com o surgimento de novos aplicativos, a agilidade e a praticidade estão a todo momento na palma da nossa mão! Com apenas alguns cliques, é possível criar projetos que encantem os clientes. Confira neste artigo os 5 melhores aplicativos para o Design de Interiores.

Leia também: Designer de interiores: tudo sobre carreira e profissão!

#1 Home Design 3D

Esse é um dos aplicativos mais completos para os profissionais de design de interiores. Com ele, é possível simular um projeto completo, podendo customizar os ambientes e testar os mais diversos efeitos dos revestimentos. 

Além disso, ele possibilita o compartilhamento dos projetos via e-mail, dropbox, one drive e outras plataformas de hospedagem de arquivos. O Home Design 3D está disponível para Android e iOS, além de oferecer uma versão gratuita e outra paga, que contempla mais possibilidades.

#2 Homestyler Interior Design

Sendo um dos aplicativos mais indicados para quem deseja ter uma visão 3D de como os móveis e objetos vão ficar dentro de um determinado ambiente, basta tirar uma foto do local e incluir os itens de decoração e os móveis para obter uma visão realista dos ambientes.

Além disso, ele também oferece estilos de decoração prontos que podem ser personalizados e utilizados como inspiração. O aplicativo é gratuito e está disponível para Android e iOS.

#3 Carpet & Floors Calculators

Considerado um dos aplicativos mais importantes para evitar desperdício de materiais e custos desnecessários, esse aplicativo ajuda os designers de interiores a calcular o tipo de piso que será utilizado e fornece uma estimativa de custo precisa.

Os cálculos são enviados por e-mail e podem ser refeitos quantas vezes forem necessárias. Apesar de ser gratuito, vale ressaltar que até o momento o aplicativo não possui versão em português e está disponível apenas para iOS. 

#4 Crie Suvinil

Para quem deseja ter facilidade e agilidade na palma da mão, esse é o aplicativo mais indicado! Além de simular quais cores são mais adequadas para um determinado ambiente, ele também mostra a quantidade de tinta que será necessária para realizar a pintura. 

Nele, é possível testar até mil combinações de cores diferentes. Além disso, o aplicativo está disponível para Android e iOS.

#5 Photo Measures 

Quem nunca fez um projeto e viu que um objeto ou móvel não caberia que atire a primeira pedra! Esse aplicativo ajuda a evitar justamente esse problema.

Para fazer essa dimensão, ele captura as imagens do ambiente, calcula as medidas de acordo com as informações passadas pelo usuário e organiza os dados. O aplicativo não é gratuito, mas possui um valor simbólico e está disponível tanto para Android, quanto para iOS.

E aí, gostou das dicas? Para deixar seus estudos ainda mais completos, você pode participar de eventos, tirar as suas dúvidas e trocar experiências com pessoas da área que vão te ajudar a avançar. 

Você sabia que aqui na Mentorama nós temos vários webinars gratuitos sobre tecnologia todos os meses? Isso, mesmo. São gratuitos e abordam diferentes temas das áreas mais promissoras da tecnologia, como UX/UI Design, Programação, Marketing e Games

Além disso, é importante que você esteja em constante atualização para se destacar na concorrência. Como? Conhecendo as novas ferramentas da sua área, estudando com mentores altamente qualificados e tendo o auxílio de uma escola que pode e vai te orientar. 

É isso o que fazemos aqui na Mentorama, e é por isso que somos considerada a escola online das profissões mais procuradas. Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução. Entre em contato conosco agora mesmo e saiba mais!

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Como é a rotina de um Designer de Interiores?

O mercado de Design de Interiores vem ganhando cada vez mais força e a cada dia que passa, a necessidade de profissionais que saibam planejar, idealizar e otimizar espaços só cresce. Se você tem interesse nessa área que está em ascensão mas não faz ideia de como é o dia a dia, continue lendo e descubra!

Leia também: Designer de interiores: tudo sobre a carreira e profissão!

O que faz um Designer de Interiores?

O profissional dessa área planeja, pesquisa e projeta espaços, além de elaborar projetos de aprimoramento do interior de um edifício seguindo as normas técnicas de ergonomia, acústica, térmico e luminotécnica com o intuito de oferecer ambientes com uma boa estética, conforto, qualidade e funcionalidade.

Para atuar nessa área, o profissional precisa:

  • Ter facilidade em projetar ambientes;
  • Gostar de desenhar;
  • Ser organizado;
  • Ter raciocínio lógico;
  • Gostar de arquitetura, paisagismo e iluminação;
  • Valorizar cores e combinações.

Além disso, ele também precisa pensar nos gostos pessoais de quem frequenta aquele local, visando a harmonia entre os objetos e a otimização do espaço, especialmente em construções mais modernas, que tendem a ser menores.

Como é a rotina de um Designer de Interiores?

O profissional dessa área pode atuar em diversas áreas, podendo trabalhar com consultorias personalizadas, desenho de móveis, decoração e paisagismo, gerenciamento e desenvolvimento de projetos, eventos, produção de cenários para TV e vídeos, desfiles de moda e muito mais!

Por isso, a rotina tende a variar conforme a área de atuação de cada profissional. De forma geral, o dia a dia de um designer de interiores consiste em muito estudo, pesquisa de referências, visitas, produção de modelos, fotografia e o constante contato com clientes. 

Além disso, é importante frisar que o relacionamento com os clientes é uma das etapas mais importante já que ter a habilidade de compreender especificações e vender projetos pode mudar completamente o sucesso desse profissional.

Como posso me tornar um Designer de Interiores?

Com o “Profissão Designer de Interiores”, você vai aprender a criar conceitos de design, desenvolver soluções para diversos problemas, produzir visualizações 3D do seu projeto, dominar as ferramentas e materiais de construção e design, e promover seus serviços. Esse vai preparar você para os diferentes aspectos da profissão e do mercado de trabalho.

Além disso, é importante que você esteja em constante atualização para se destacar na concorrência. Como? Conhecendo as novas ferramentas da sua área, estudando com mentores altamente qualificados e tendo o auxílio de uma escola que pode e vai te orientar.

É isso o que fazemos aqui, e é por isso que somos considerada a escola online das profissões mais procuradas do mercado! Entre em contato com um de nossos especialistas e saiba mais.

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UX Designer: salário e carreira

O Designer UX (abreviação de User Experience ou “Experiência do Usuário”) como o próprio nome já diz, é o profissional responsável por garantir que o design projetado atenda as necessidades dos usuários, garantindo a sua satisfação com um determinado produto ou serviço. Continue a leitura e saiba o salário, carreira e curiosidades sobre esse profissional!

Leia também: Sigas que todo UX Designer deve conhecer

O que um UX Designer faz?

UX é a abreviação para User Experience. Portanto, UX Design, em tradução literal, significa Design de Experiência do Usuário. O UX Designer tem como objetivo garantir que o usuário tenha a melhor experiência de uso com relação a um determinado produto ou serviço, seja no ambiente digital, seja no físico.

Nesse contexto, o UX Designer é o profissional responsável por pensar, planejar e desenvolver a identidade visual, a organização de informações, o fluxo de navegação, entre outros elementos que devem ser pensados para contribuir no desenvolvimento de um produto ou serviço, visando uma experiência única e de alto nível para os usuários. 

Para fazer isso, um UX Designer deve passar por um processo de trabalho que envolve as seguintes etapas:

  • Definição de estratégias;
  • Geração de ideias;
  • Planejamento;
  • Desenho;
  • Validação e Pesquisa;
  • Métricas;
  • Lançamento de MVP;
  • Testes de usabilidade.

Qual o perfil de um UX Designer?

Há diversas características que fazem parte do perfil de um profissional de UX Design, entre elas:

  • Ter habilidade de design e sensibilidade para a interação dos usuários; 
  • Ter habilidade de comunicação e apresentação de ideais; 
  • Saber resolver problemas de forma eficaz e criativa;
  • Estar constantemente atualizado das novidades.

Além das características pessoais, esses profissionais precisam ter noções de psicologia e neuromarketing para entender o usuário, de design para identificar quais pontos o produto ou serviço precisa para que o usuário possa usá-lo, e também de computação e programação para entender quais são as implicações técnicas das suas ideias.

Quanto ganha um UX Designer?

Segundo os dados divulgados pelo trampos.co, a faixa salarial de um Designer UX varia entre R$ 2.000 e R$ 4.000 por mês. Além disso, um profissional Sênior que trabalha em grandes empresas nacionais ou internacionais pode receber até R$ 8.000 por mês.

Como é o mercado de trabalho?

Com a necessidade de oferecer experiências de qualidade aos usuários, o UX Design está em constante ascensão e a busca por profissionais qualificados cresce na mesma proporção.

Tendo em vista que a experiência do usuário sempre está em transformação e deve prever múltiplas plataformas, é necessário que os profissionais de UX Design mantenham-se em constante atualização e tenham conhecimentos avançados em Design gráfico, Programação, Interação do usuário e saibam fazer leitura de dados do Google Analytics.

Como posso me tornar UX Designer?

Ter uma rede de apoio é muito vantajoso e vai muito além de apenas fazer networking ou ter referências. Participar de eventos, começar um novo curso, tirar as suas dúvidas e trocar experiências te ajuda a avançar. 

Você sabia que aqui na Mentorama nós temos vários webinars gratuitos sobre tecnologia todos os meses? Isso, mesmo. São gratuitos e abordam diferentes temas das áreas mais promissoras da tecnologia, como UX/UI Design, Programação, Marketing e Games

Além disso, é importante que você esteja em constante atualização para se destacar na concorrência. Como? Conhecendo as novas ferramentas da sua área, estudando com mentores altamente qualificados e tendo o auxílio de uma escola que pode e vai te orientar. 

É isso o que fazemos aqui na Mentorama, e é por isso que somos considerada a escola online das profissões mais procuradas. Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução. Entre em contato conosco agora mesmo e saiba mais!

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O que é UX Design?

O UX foi um dos termos mais pesquisados nos últimos anos, principalmente por empresas e pessoas que querem trabalhar com produtos ou serviços no digital. Mas afinal de contas, o que é UX Design? Qual sua importância? Para que ele serve? Essa e outras perguntas serão respondidas neste artigo, por isso, continue lendo!

O que é UX Design?

UX é a abreviação para User Experience. Portanto, UX Design, em tradução literal, significa Design de Experiência do Usuário

Podemos dizer então que UX Design é uma área que tem como objetivo garantir que o usuário tenha a melhor experiência de uso com relação a um determinado produto ou serviço, seja no ambiente digital, seja no físico.

Entretanto, UX vai muito além da maneira como as pessoas utilizam um produto ou serviço, ele também visa outros pontos importantes, como por exemplo, a navegação de um site, a facilidade do processo de compra, o desenvolvimento de um produto ou serviço, entre outros critérios.

Ou seja, pode-se dizer que todos os aspectos que envolvem a jornada do usuário, envolvem o UX Design. Além disso, é importante ressaltar que todas as empresas já oferecem o UX aos seus clientes, a diferença é se ela é eficiente ou não. 

Por exemplo, se um usuário entra no site de uma loja de celulares que começa a apresentar lentidão para carregar as informações e até mesmo começa a travar, ele está experienciando uma UX falha que, muito provavelmente, fará ele desistir da compra. 

Leia também: 10 tendências de UX Design para 2021

Por que investir em UX Design?

Do ponto de vista das empresas, investir na experiência do usuário é a chave do sucesso para agregar valor aos clientes ao mesmo tempo em que o fideliza e o faz promover a experiência de qualidade que vivenciou.

Portanto, se uma empresa quer ganhar mais dinheiro e quer que seus clientes gostem mais dos seus produtos ou serviços, investir em UX é ideal para que seus clientes tenham uma boa experiência e possam passá-la adiante.

Já do ponto de vista do usuário, a relevância do UX fica ainda mais evidente. De forma geral, as pessoas procuram produtos e serviços que proporcionem boas experiências, tendo em vista a facilidade de uso e a resolução de seus problemas. 

Como oferecer um bom UX Design?

Assim como qualquer outra metodologia, UX também possui etapas que devem ser levadas em conta para garantir uma aplicação bem sucedida. Continue lendo e conheça os 3 pilares de um bom UX!

#1 Base da pirâmide: utilidade

A base da pirâmide de um bom UX deve começar com um propósito de solução claro sobre uma dor ou problema que o usuário possui. Portanto, antes de desenvolver a experiência de usuário, você deve se perguntar se o usuário realmente PRECISA do produto ou serviço que você oferece.

#2 Meio da pirâmide: usabilidade

O segundo pilar da pirâmide de um bom UX é a usabilidade, afinal, não adianta nada ter um produto ou serviço funcional se os usuários não conseguem usá-los. É aí então que entra a usabilidade, também chamada de “facilidade de uso”. Nessa etapa, você deve se perguntar se o seu produto ou serviço permite que o usuário consiga utilizá-los facilmente, sem enfrentar nenhuma barreira de acesso.

#3 Topo da pirâmide: desejabilidade

Por fim, mas não menos importante, o topo da pirâmide consiste na desejabilidade e encantamento que o seu produto ou serviço gera nos usuários. Esses sentimentos se concretizam de várias formas, passando por todos as etapas da pirâmide, sendo presente desde a assertividade da solução, a facilidade de uso e a comunicação “humanizada”, até o layout amigável que será responsável por tocar o coração deste usuário. Por isso, nessa etapa você deve se perguntar se o seu produto ou serviço desperta nos potenciais e atuais clientes a desejabilidade.

E aí, curtiu as dicas? Você já conhecia UX Design? Deixe sua dúvida ou comentário abaixo, vamos trocar conhecimentos! E para turbinar o seu, sugerimos outro conteúdo sobre o tema. Clique aqui e boa leitura!

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Design de Interfaces: 7 princípios

O Design de Interfaces é a prática responsável pelo planejamento, desenvolvimento e aplicação de uma solução cujo objetivo é facilitar a experiência do usuário e estimular sua interação com um objeto físico ou digital. 

Uma interface mal projetada pode gerar muitas dúvidas no usuário e por isso, é essencial pensar em alguns pontos para garantir que ele utilize todas as ações e tarefas de forma simples e eficiente. Continue lendo e descubra 7 princípios que especialistas deram para ter um Design de Interfaces de sucesso!

Leia também: Portfólio de Designer: dicas para iniciantes

#1 Confie nas necessidades de usuários reais, não em suas próprias especulações

O design pode parecer brilhante para você, mas não faz sentido se você não for o público-alvo do produto.

A própria noção de Design UX, ou Design de experiência do usuário, sugere que o trabalho do designer é centrado em torno da experiência do usuário com um produto. Portanto, você precisa descobrir se este produto é conveniente para o público-alvo.

Com a ajuda de testes de UX, você poderá determinar se tudo está claro para os usuários no produto, se há dificuldades e por que elas surgem. Os pesquisadores atribuem tarefas aos entrevistados, fazendo perguntas e observando cuidadosamente suas ações.

#2 Explique o que está acontecendo aos usuários

O ideal é que os usuários saibam exatamente o que suas ações levam e o que eles podem esperar. Um bom exemplo disso é que eles devem ter certeza de que os dados pessoais deles não serão perdidos ou compartilhados. Jacob Nielsen defende que quanto mais previsível for o trabalho com o serviço, mais confiança nele e mais agradável será a experiência do usuário.

E Bruce Tognazzini acrescenta: “É bom que os usuários não precisem pesquisar ou adivinhar o estado do sistema. Eles precisam apenas olhar para a interface e entender automaticamente o que está acontecendo lá.”

#3 Faça a interface do produto parecer analógica

Quanto mais familiar a interface do produto for para os usuários, mais cedo começarão a usar o serviço. Eles não terão que estudar muito para isso, porque nem todos estão dispostos a gastar muito tempo. Ben Shneiderman e Jacob Nielsen estão convencidos de que a facilidade de início e a  consistência da interface melhoram a experiência do usuário.

Um exemplo disso ​​é o botão flutuante que é muito utilizado. Você pode encontrá-lo em aplicativos do Twitter, Google Docs, páginas de destino e em muitos outros lugares. Os usuários entendem imediatamente como trabalhar com ele.

Além disso, Bruce Tognazzini acrescenta: “Moda e beleza não devem superar a usabilidade.”

#4 Previna erros

No livro “User Interface Design” Vlad Golovach diz que a maioria das mensagens de erro não são realmente mensagens de erro. Na verdade, eles mostram ao usuário que o sistema que estão usando:

  • Não é flexível o suficiente para se adaptar às suas ações;
  • Não é inteligente o suficiente para mostrar a ele seus possíveis limites de ação;
  • Acredita que o usuário pode e deve ser pressionado.

Por isso, todos os principais especialistas em usabilidade concordam que é melhor não apenas mostrar boas notificações de erro, mas evitá-las. Uma boa dica é definir limites de ação e padrões corretos. 

Além disso, o ideal é que você encontre locais na interface onde o usuário, descuidadamente, possa fazer algo errado. Por exemplo, para fazê-lo colocar o dedo no botão “salvar”, mova o botão “excluir” ou “sair sem salvar” para longe dele.

Não force os usuários a se lembrar de ações, forneça as informações de que precisam em cada estágio e a capacidade de desfazer ações rapidamente. Se o erro não puder ser evitado, escreva uma mensagem clara sobre ele. Jakob Nielsen, renomado especialista em usabilidade, recomenda:

  • Diga o que deu errado na linguagem do seu público. Evite utilizar termos técnicos;
  • Sugira uma solução que pode corrigir o erro imediatamente ou ajudar de alguma forma.

#5 Reduza excesso de informações

Jacob Nielsen acredita que o benefício não é mostrar o máximo de informações possível, mas mostrar o que é necessário no momento certo. Portanto, o ideal é reduzirmos a carga cognitiva: distribuímos as informações em “porções” e as colocamos em ordem. 

Lembre-se de que cada informação adicional na interface compete com outras informações. Isso significa que reduz sua visibilidade, aumenta o ruído e piora a percepção da página como um todo. 

Isso não significa que haja uma necessidade urgente de reduzir a quantidade de informações nas páginas de destino e nas telas dos aplicativos móveis. Basta identificar as necessidades básicas (dores) do usuário, focar nelas. Todo o resto – deixe apenas suportar, prove as teses principais e abra para o usuário sequencialmente.

#6 Projete visando a inclusão

Ben Shneiderman e Jakob Nielsen afirmam: “Pense nas necessidades e limitações físicas do público-alvo e crie um design que leve tudo em consideração. Não se esqueça das diferenças entre iniciantes e especialistas – adicione dicas de ferramentas explicativas para as primeiras e funções complexas, atalhos de teclado para as últimas. Considere a idade, deficiência, diferenças culturais dos usuários e tipos de gadgets.”

Use cores contrastantes para o texto em seu layout. Isso ajuda os usuários com deficiência visual (bem como em condições de pouca luz) a ler o conteúdo da tela com mais facilidade. Um exemplo de ferramenta que já aplica isso é o Slack. 

#7 Dê uma sensação de controle ao usuário

Quando as pessoas acham fácil abandonar um processo ou desfazer uma ação, elas se sentem livres e confiantes. O botão cancelar permite que você mantenha o controle do sistema e evite o medo e a frustração.

Vlad Golovach escreve em seu livro “User Interface Design”:

Quase o tempo todo, o usuário pode estragar alguma coisa e sabe disso. Ele pode formatar o disco rígido, pode apagar ou estragar o arquivo desejado. Não é novidade que o usuário muitas vezes fica com medo. Os usuários devem ter a sensação de que nada pode acontecer até que o usuário queira.

E aí, gostou das dicas? Tem algum outro princípio do Design de Interfaces que você incluiria nesse artigo? Deixe seu comentário abaixo! Vamos adorar saber.