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Design de Interfaces: 7 princípios

O Design de Interfaces é a prática responsável pelo planejamento, desenvolvimento e aplicação de uma solução cujo objetivo é facilitar a experiência do usuário e estimular sua interação com um objeto físico ou digital. 

Uma interface mal projetada pode gerar muitas dúvidas no usuário e por isso, é essencial pensar em alguns pontos para garantir que ele utilize todas as ações e tarefas de forma simples e eficiente. Continue lendo e descubra 7 princípios que especialistas deram para ter um Design de Interfaces de sucesso!

Leia também: Portfólio de Designer: dicas para iniciantes

#1 Confie nas necessidades de usuários reais, não em suas próprias especulações

O design pode parecer brilhante para você, mas não faz sentido se você não for o público-alvo do produto.

A própria noção de Design UX, ou Design de experiência do usuário, sugere que o trabalho do designer é centrado em torno da experiência do usuário com um produto. Portanto, você precisa descobrir se este produto é conveniente para o público-alvo.

Com a ajuda de testes de UX, você poderá determinar se tudo está claro para os usuários no produto, se há dificuldades e por que elas surgem. Os pesquisadores atribuem tarefas aos entrevistados, fazendo perguntas e observando cuidadosamente suas ações.

#2 Explique o que está acontecendo aos usuários

O ideal é que os usuários saibam exatamente o que suas ações levam e o que eles podem esperar. Um bom exemplo disso é que eles devem ter certeza de que os dados pessoais deles não serão perdidos ou compartilhados. Jacob Nielsen defende que quanto mais previsível for o trabalho com o serviço, mais confiança nele e mais agradável será a experiência do usuário.

E Bruce Tognazzini acrescenta: “É bom que os usuários não precisem pesquisar ou adivinhar o estado do sistema. Eles precisam apenas olhar para a interface e entender automaticamente o que está acontecendo lá.”

#3 Faça a interface do produto parecer analógica

Quanto mais familiar a interface do produto for para os usuários, mais cedo começarão a usar o serviço. Eles não terão que estudar muito para isso, porque nem todos estão dispostos a gastar muito tempo. Ben Shneiderman e Jacob Nielsen estão convencidos de que a facilidade de início e a  consistência da interface melhoram a experiência do usuário.

Um exemplo disso ​​é o botão flutuante que é muito utilizado. Você pode encontrá-lo em aplicativos do Twitter, Google Docs, páginas de destino e em muitos outros lugares. Os usuários entendem imediatamente como trabalhar com ele.

Além disso, Bruce Tognazzini acrescenta: “Moda e beleza não devem superar a usabilidade.”

#4 Previna erros

No livro “User Interface Design” Vlad Golovach diz que a maioria das mensagens de erro não são realmente mensagens de erro. Na verdade, eles mostram ao usuário que o sistema que estão usando:

  • Não é flexível o suficiente para se adaptar às suas ações;
  • Não é inteligente o suficiente para mostrar a ele seus possíveis limites de ação;
  • Acredita que o usuário pode e deve ser pressionado.

Por isso, todos os principais especialistas em usabilidade concordam que é melhor não apenas mostrar boas notificações de erro, mas evitá-las. Uma boa dica é definir limites de ação e padrões corretos. 

Além disso, o ideal é que você encontre locais na interface onde o usuário, descuidadamente, possa fazer algo errado. Por exemplo, para fazê-lo colocar o dedo no botão “salvar”, mova o botão “excluir” ou “sair sem salvar” para longe dele.

Não force os usuários a se lembrar de ações, forneça as informações de que precisam em cada estágio e a capacidade de desfazer ações rapidamente. Se o erro não puder ser evitado, escreva uma mensagem clara sobre ele. Jakob Nielsen, renomado especialista em usabilidade, recomenda:

  • Diga o que deu errado na linguagem do seu público. Evite utilizar termos técnicos;
  • Sugira uma solução que pode corrigir o erro imediatamente ou ajudar de alguma forma.

#5 Reduza excesso de informações

Jacob Nielsen acredita que o benefício não é mostrar o máximo de informações possível, mas mostrar o que é necessário no momento certo. Portanto, o ideal é reduzirmos a carga cognitiva: distribuímos as informações em “porções” e as colocamos em ordem. 

Lembre-se de que cada informação adicional na interface compete com outras informações. Isso significa que reduz sua visibilidade, aumenta o ruído e piora a percepção da página como um todo. 

Isso não significa que haja uma necessidade urgente de reduzir a quantidade de informações nas páginas de destino e nas telas dos aplicativos móveis. Basta identificar as necessidades básicas (dores) do usuário, focar nelas. Todo o resto – deixe apenas suportar, prove as teses principais e abra para o usuário sequencialmente.

#6 Projete visando a inclusão

Ben Shneiderman e Jakob Nielsen afirmam: “Pense nas necessidades e limitações físicas do público-alvo e crie um design que leve tudo em consideração. Não se esqueça das diferenças entre iniciantes e especialistas – adicione dicas de ferramentas explicativas para as primeiras e funções complexas, atalhos de teclado para as últimas. Considere a idade, deficiência, diferenças culturais dos usuários e tipos de gadgets.”

Use cores contrastantes para o texto em seu layout. Isso ajuda os usuários com deficiência visual (bem como em condições de pouca luz) a ler o conteúdo da tela com mais facilidade. Um exemplo de ferramenta que já aplica isso é o Slack. 

#7 Dê uma sensação de controle ao usuário

Quando as pessoas acham fácil abandonar um processo ou desfazer uma ação, elas se sentem livres e confiantes. O botão cancelar permite que você mantenha o controle do sistema e evite o medo e a frustração.

Vlad Golovach escreve em seu livro “User Interface Design”:

Quase o tempo todo, o usuário pode estragar alguma coisa e sabe disso. Ele pode formatar o disco rígido, pode apagar ou estragar o arquivo desejado. Não é novidade que o usuário muitas vezes fica com medo. Os usuários devem ter a sensação de que nada pode acontecer até que o usuário queira.

E aí, gostou das dicas? Tem algum outro princípio do Design de Interfaces que você incluiria nesse artigo? Deixe seu comentário abaixo! Vamos adorar saber.

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Adobe Illustrator: tudo sobre esse programa!

O Adobe Illustrator é considerado um dos programas mais populares do Adobe, ficando atrás apenas do famoso Photoshop. Sua principal função é criar ilustrações, layouts para impressão, logotipos e ícones para sites. 

Ao contrário do que muita gente pensa, o Illustrator é essencial não só para os profissionais da área de design, mas também para especialistas de outras áreas da criação. Continue lendo e saiba tudo sobre esse programa!

Leia também: O uso de sombras nos elementos

Adobe Illustrator: como funciona?

O Adobe é um programa voltado para a criação de gráficos vetoriais e ao contrário das fotografias ou outras imagens raster, que são formadas por pequenos pontos multicoloridos (pixels), as imagens vetoriais são compostas por linhas curvas. 

As curvas são definidas por fórmulas matemáticas, ou seja, qualquer desenho em um vetor pode ser descrito por coordenadas. Em razão desse princípio, é difícil criar imagens detalhadas, entretanto, os arquivos de imagem normalmente são leves e carregam rapidamente.

As imagens no Illustrator são compostas por formas coloridas individuais. Você pode editar o contorno dessas formas, adicionar diferentes preenchimentos ou traçados. Para obter uma imagem completa com várias cores, você deve reunir várias formas. No Illustrator, eles são empilhados uns sobre os outros, como nos apliques, e você pode alterar sua ordem enquanto trabalha.

Além de preenchimentos monocromáticos, o programa fornece gradientes que são diferentes níveis de transparência, a capacidade de adicionar efeitos. Também é muito conveniente trabalhar com texto no Illustrator: é fácil mover as inscrições, editar os parâmetros da fonte e, se desejar, as letras podem ser convertidas em curvas e trabalhar com elas como com formas vetoriais comuns.

Adobe Illustrator: qual as vantagens?

O Adobe Illustrator possibilita a criação de ícones, logotipos, desenhos, tipografia e ilustrações diversas. Todas elas podem ser utilizadas na própria web ou em materiais impressos, além de se adequarem à visualização por meio de dispositivos móveis.

Graças ao Adobe Illustrator, eles podem criar trabalhos diferenciados de qualquer tamanho, além de serviços mais robustos de tipografia. Além disso, há outras vantagens que esse programa oferece. Veja só algumas delas:

1. Praticidade

Uma das vantagens que o Illustrator oferece é a disponibilização de recursos para criar polígonos e formulários livres, seleção para manipular objetos na mesa de trabalho, ferramenta manual que permite mover-se livremente pela mesa de trabalho sem usar a rolagem e a usabilidade da caneta, no qual é possível projetar qualquer figura. 

2. Animações

No Illustrator também é possível criar animações em todos os documentos. Uma das maneiras de executar essa animação é criando camadas separadas para cada “frame” da animação. Portanto, todos os quadros, quando forem salvos em um SWF (formato de exportação do Flash), irão executar o movimento. 

3. Compatibilidade

O Illustrator pode ser ajustado com os sistemas operacionais Windows e Mac, possibilitando maior compatibilidade, para que os usuários possam usá-lo em qualquer máquina. Há também o aplicativo para Android chamado “Adobe Illustrator Draw”, onde pode fazer desenhos vetoriais em qualquer smartphone android e depois transferi-los para o PC.

4. Design para Web e Mobile

Por fim, mas não menos importante, uma das grandes vantagens do Adobe Illustrator é que você não estará limitado a uma resolução específica. Com ele, você pode criar várias pranchetas em um único arquivo para ilustrar como a página da Web deve responder a diferentes resoluções de tela. Atrelado ao Edge Reflow CC, o Illustrator possibilita um fluxo de trabalho para web designers responsivos. 

Além disso, devido à sua abordagem modular de trabalhar com textos e símbolos, o Illustrator oferece o recurso modo de dimensionamento de 9 partes que pode ser utilizado para prototipagem de componentes de interface do usuário e layouts de aplicativos.

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Designer de interiores: tudo sobre a carreira e profissão!

O Designer de interiores é responsável por planejar, idealizar e realizar espaços internos residenciais, comerciais e institucionais, distribuindo os elementos coerentemente visando a estética, o conforto, a funcionalidade do local e a qualidade de vida das pessoas.

Esse profissional desempenha um papel importante não só ao planejar e organizar espaços, mas também ao captar as reais necessidades do cliente e concretizá-las através de projetos específicos. Continue lendo e saiba tudo sobre essa carreira e profissão!

Leia também: Design: dicas para ter criatividade 

Designer de interiores: o que faz?

O profissional dessa área planeja, pesquisa e projeta espaços, além de elaborar projetos de aprimoramento do interior de um edifício seguindo as normas técnicas de ergonomia, acústica, térmico e luminotécnica com o intuito de oferecer ambientes com uma boa estética, conforto, qualidade e funcionalidade.

Ao contrário do que muita gente pensa, o designer de interiores não pode apenas colocar os móveis dentro de um espaço. Ele também precisa pensar nos gostos pessoais de quem frequenta aquele local, visar a harmonia entre os objetos e, principalmente, a otimização do espaço, especialmente em construções mais modernas, que tendem a ser menores.

Segundo a lei que regulamenta o que faz um designer de interiores, as principais atividades realizadas por esse profissional são:

  • Estudo, planejamento e projeto de ambientes internos, seguindo os objetivos e necessidades do cliente ou do usuário para gerar conforto, estética, segurança e saúde conforme as normas técnicas do ramo;
  • Planejamento de ambientes externos permanentes ou temporários, atendendo as exigências legais e regulamentos de segurança contra incêndio, meio ambiente e saúde;
  • Seleção e indicação precisa de cores, revestimentos e acabamentos que serão usados no projeto;
  • Criação, desenho e design de mobília e outros objetos decorativos e de ambientação;
  • Prestação de consultoria técnica em Design de Interiores.

Designer de interiores: qual é o perfil?

Há diversas características que fazem parte do perfil de um profissional da área de design de interiores, entre elas:

  • Olhar analítico para detectar adversidades no espaço a ser trabalhado;
  • Criatividade para encontrar soluções que atendam às expectativas do cliente ao mesmo tempo em que visa as normas técnicas;
  • Versatilidade para se adaptar às mudanças e desafios que podem surgir ao longo do projeto;
  • Relacionamento interpessoal para estar em sintonia com outros profissionais envolvidos no projeto;
  • Empenho para se manter constantemente atualizado de novas referências e tendências.

Designer de interiores: onde trabalha?

O profissional dessa área pode trabalhar em diversas áreas de atuação, podendo atuar de forma independente ou fixa. Você pode trabalhar com consultorias personalizadas, desenho de móveis, decoração e paisagismo, gerenciamento e desenvolvimento de projetos, eventos, produção de cenários para TV e vídeos, desfiles de moda e muito mais!

Além disso, para quem deseja trabalhar de forma fixa, é recomendável procurar fábricas, lojas ou escritórios de engenharia, arquitetura e decoração. No entanto, se você preferir trabalhar de forma independente ou até mesmo abrir a própria empresa, os escritórios de design de interiores têm rendimentos que variam de acordo com sua estrutura, números de atendimento, tipos de projetos e outros fatores determinantes. 

Designer de interiores: como é o mercado de trabalho?

Atualmente o mercado de trabalho na área de design de interiores é extremamente amplo e está em ascensão já que existe uma preocupação cada vez maior com a composição dos ambientes que dependem desses profissionais.

Segundo a Catho, a média salarial do designer de interiores é R$ 2.140. No Site Nacional de Empregos (Sine), a pesquisa salarial nacional aponta uma média que oscila entre R$ 1.552 e R$ 3.911, dependendo da experiência do profissional e do porte da empresa contratante.

Designer de interiores: como se tornar um?

Para quem deseja ingressar na profissão de designer, é recomendável seguir, pelo menos, dois caminhos: realizar a graduação ou pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo ou realizar um curso de Design de Interiores. 

Independentemente de qual for a sua escolha, é essencial que você se mantenha em constante aprendizado e atualização, já que atualmente as empresas buscam profissionais qualificados e capacitados. 

Com o Profissão Designer de Interiores”, você vai aprender a criar conceitos de design, desenvolver soluções para diversos problemas, produzir visualizações 3D do seu projeto, dominar as ferramentas e materiais de construção e design, e promover seus serviços. Esse vai preparar você para os diferentes aspectos da profissão e do mercado de trabalho.

Além disso, se você for iniciante na área e não tiver nenhum conhecimento, com o “Design de Interiores do zero ao PRO”, você dominará todos os aspectos do Design de Interiores e vai aprender a desenhar ambientes virtuais com AutoCAD e 3ds Max, os softwares mais usados no mercado e turbine seu portfólio. Além disso, você vai poder criar projetos residenciais e comerciais inovadores, disruptivos e funcionais, aprendendo desde o processo inicial até a apresentação para o cliente.

Depois do curso, você encontrará um mercado com alta demanda para profissionais como você, com 295 vagas abertas em todo o Brasil (fonte: glassdoor.com) e remuneração mensal média de R$ 2.574,00 (fonte: vagas.com).

Além disso, é importante que você esteja em constante atualização para se destacar na concorrência. Como? Conhecendo as novas ferramentas da sua área, estudando com mentores altamente qualificados e tendo o auxílio de uma escola que pode e vai te orientar.

É isso o que fazemos aqui na Mentorama, e é por isso que somos considerada a escola online das profissões mais procuradas do mercado! Entre em contato com um de nossos especialistas e saiba como se tornar um designer de interiores de sucesso em poucos meses.

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Portfólio de Designer: dicas para iniciantes

Vivemos em uma era onde a transformação digital está em constante evolução e os profissionais da área de design estão cada vez mais requisitados para dar vida às peças de comunicação visual e impressa que estão a todo vapor. 

Por isso, ter um bom portfólio de designer é essencial para que as pessoas possam conhecer seu trabalho de forma prática e rápida, além de poderem compartilhá-lo facilmente com potenciais clientes. Continue a leitura e acompanhe dicas para iniciantes montarem um portfólio de sucesso!

Leia também: Siglas que todo UX Designer deve conhecer

Portfólio: o que é?

O portfólio nada mais é do que um material desenvolvido por um profissional com o intuito de demonstrar suas habilidades, competências, qualificações e experiências. Esse material pode ser utilizado para atrair potenciais clientes, fechar negócios, participar de processos seletivos ou até mesmo para fins acadêmicos.

Ao contrário do que muitos podem achar, o portfólio não substitui o currículo. Apesar de serem semelhantes em alguns aspectos, o currículo serve para que as empresas possam conhecer seu perfil profissional, enquanto o portfólio é uma coleção de amostras de trabalhos que você já realizou. 

Ou seja, se você é um social media, por exemplo, o seu portfólio será composto por todos os conteúdos que você já produziu. Enquanto um designer, por outro lado, poderá apresentar todas as artes que já tenha criado. 

Portfólio: quais as vantagens?

Ao montar um bom portfólio, as empresas ou clientes poderão avaliar de forma rápida e prática seus pontos fortes, o estilo de design que você segue e seus diferenciais enquanto profissional, além de poderem compará-lo com o portfólio de outros candidatos. 

Caso você seja um freelancer e deseje atuar desenvolvendo atividades mais independentes, o portfólio de design torna-se uma ferramenta ainda mais importante que vai te ajudar a crescer.

Além disso, desenvolver um portfólio com projetos independentes que tenha realizado, mesmo que não tenham sido feitos através de uma experiência profissional, pode te ajudar a se destacar em processos seletivos.

Portfólio de Designer: como montar um?

Agora que você já sabe um pouco mais sobre o portfólio, é hora de pôr a mão na massa para construir o seu! Vamos às dicas?

1. Fale sobre você

Antes de mais nada, é interessante que você fale um pouco mais sobre você para humanizar o portfólio e te aproximar de possíveis clientes ou empresas antes mesmo deles entrarem em contato. Seja amigável, simpático e mostre um pouco de sua personalidade, além de falar o que te inspira e o que brilha seus olhos no design.

2. Desenvolva um bom logo 

Como um bom profissional, você provavelmente já sabe que o logo é o ponto inicial de uma apresentação, afinal, ele estará em sua homepage e precisa chamar a atenção de quem estará acessando o seu portfólio. A dica é investir em um logo que represente seu estilo e personalidade, além de levar em consideração que ele deve ser compatível com o layout do restante do seu portfólio. Lembre-se também de desenvolver um logo clean e principalmente legível. 

3. Invista em um portfólio minimalista

Esse é um dos princípios que se aplicam para todos os portfólios, independentemente de qual área for. Deixar de lado a simplicidade pode resultar em um material poluído de informações, fazendo com que a pessoa interessada perca o interesse em ler. Por isso, lembre-se de evitar colocar muitas imagens em uma só página.

Uma boa dica é criar categorias na página principal a fim de que o visitante navegue sem ter dificuldades para encontrar o que precisa. Ou seja, é interessante que o seu portfólio tenha um modelo de navegação parecido com o de um site comum.

4. Coloque seu toque pessoal

Quando falamos de portfólio, principalmente para profissionais da área criativa, é muito importante usufruir da criatividade para torná-lo único. Nesses casos, não tenha medo de demonstrar com sutileza seu estilo pessoal, afinal, seus projetos refletem seu comportamento, modo de pensar e agir. Inclusive, essa será uma ótima oportunidade para se diferenciar dos demais profissionais.

5. Selecione seus melhores trabalhos

Nessa hora, é importante saber selecionar os melhores trabalhos já que o portfólio não é como um currículo onde você pode inserir todas as suas experiências profissionais. Selecione os trabalhos que você mais se orgulha e inclua também cases de sucesso, caso possua.

É claro que, enquanto iniciante, você terá poucos projetos para apresentar, mas isso não é um empecilho, afinal, você pode incluir outros materiais em seu portfólio, como:

  • trabalhos de faculdade;
  • projetos pessoais;
  • serviços feitos para conhecidos, mesmo que você não tenha cobrado.

6. Invista em boas fotos e paleta de cores

Lembre-se de que o seu portfólio pode ser visto em diversos dispositivos e, por isso, é importante que a visualização das fotos esteja em boa resolução em qualquer um deles. Entretanto, não esqueça que além da qualidade, elas devem estar no tamanho ideal para não afetar o carregamento do portfólio. Por isso, é importante encontrar um equilíbrio, de forma que a experiência do seu potencial cliente não seja prejudicada na hora do carregamento do site.

Além das fotos, é importante ter cautela com as cores utilizadas em seu portfólio e, de preferência, definir uma paleta de cores. Para otimizar tempo, você pode utilizar ferramentas que te ajudem nesse processo, como o Palettable ou o Colorfavs

E aí, gostou das dicas? Não esqueça de compartilhar com seus colegas de profissão!

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Designer gráfico: o que faz e como é o mercado de trabalho?

Você já se perguntou quem é responsável por desenvolver o design dos panfletos, cartões de visita, posters e logotipos que você vê por aí?  Se não, agradeça ao Designer Gráfico! Essa é uma área que está cada vez mais em alta no mercado de trabalho e uma das mais modernas e requisitadas do momento. 

Em comemoração ao Dia Mundial do Design Gráfico, selecionamos algumas curiosidades e informações sobre essa área tão promissora que está em ascensão. Continue lendo e saiba tudo sobre a profissão de design gráfico e carreira!

Leia também: 5 TED Talks que todo profissional criativo deveria assistir

Design gráfico: o que é?

O design gráfico nada mais é do que uma área de design que cuida dos desenhos, imagens, identidade visual, animações, diagramações e outros projetos de comunicação visual.

Sabe aquela embalagem bonita dos produtos que você utiliza no seu dia a dia? Ou então, aquele cartão de visita sofisticado e minimalista que você recebe ao fazer uma compra? Esses e mais centenas de recursos são feitos por meio do design gráfico!

Designer gráfico: o que faz? 

O profissional de design gráfico desempenha um importante papel em muitas áreas de atuação ao selecionar e distribuir imagens, cores, fontes dos textos e outros elementos de peças gráficas. Em resumo, o designer gráfico é quem desenvolve a comunicação visual de embalagens de produtos, outdoors, catálogos, revistas, websites, criação de logotipos e toda a identidade visual de uma marca para redes sociais, por exemplo.

Além disso, esse profissional também pode atuar na área de design de produtos, desenhando novos produtos e levando em conta os aspectos funcionais, estéticos e utilitários do objeto. O designer gráfico pode ainda desenhar móveis, joias, vestuário, equipamentos médicos e odontológicos, peças para maquinário industrial, eletrodomésticos, entre outros.

Designer gráfico: onde posso trabalhar?

De forma geral, o profissional dessa área pode trabalhar em editoras, pequenos escritórios de design, agências de publicidade, gráficas, produtoras, ONGs e setor público ou dentro de empresas e indústrias variadas que não terceirizam seu setor de comunicação e possuem uma equipe interna para isso.  

Além disso, esse profissional também pode atuar como freelancer, trabalhando por contrato, sem vínculos empregatícios, ou seja, prestando serviços para empresas. Essa inclusive é uma ótima oportunidade, tendo em vista que atualmente a grande maioria das vagas de design gráfico são nesse modelo de contratação. 

Para os entusiastas e futuros desenvolvedores, a boa notícia é que o mercado de trabalho para o profissional da área é altamente promissor e requisitado. Segundo um levantamento realizado pelo LinkedIn, o design gráfico está entre as áreas que mais vão se destacar em 2021. 

Em relação a quanto ganha um designer gráfico, os salários médios variam de R$ 2 mil a R$ 9 mil, variando de acordo com a experiência profissional. 

Designer gráfico: qual o perfil?

Embora o designer gráfico tenha vivência com arte em seu dia a dia, é importante lembrar que ele não pode se limitar em ser um artista, mesmo que tenha competência para isso. 

O profissional da área deve ser criativo, inovador, ter bom senso estético, ter afinidade com artes e, se possível, ter facilidade com softwares e plataformas digitais. Além disso, organização, disciplina e comprometimento com resultados são fundamentais para que um bom designer gráfico consiga gerenciar seus projetos e entregá-los no prazo.

Designer gráfico: como se tornar um?

Ter uma rede de apoio é muito vantajoso e vai muito além de apenas fazer networking ou ter referências. Participar de eventos, começar um novo curso, tirar as suas dúvidas e trocar experiências te ajuda a avançar. 

Você sabia que aqui na Mentorama nós temos vários webinars gratuitos sobre tecnologia todos os meses? Isso, mesmo. São gratuitos e abordam diferentes temas das áreas mais promissoras da tecnologia, como UX/UI Design, Programação, Marketing e Games

Para ficar por dentro do nosso cronograma, clique aqui e já se inscreva para o próximo webinar! Além disso, é importante que você esteja em constante atualização para se destacar na concorrência. 

Como? Conhecendo as novas ferramentas da sua área, estudando com mentores altamente qualificados e tendo o auxílio de uma escola que pode e vai te orientar. É isso o que fazemos aqui na Mentorama, e é por isso que somos considerada a escola online das profissões mais procuradas. 

Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução! Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos ajudá-lo a criar algo incrível!

 

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Design: dicas para ter criatividade

Criatividade e inovação são elementos indispensáveis no dia a dia de trabalho de um designer, afinal, é por meio deles que torna-se possível desenvolver projetos funcionais, incríveis e disruptivos.

Como sabemos, a criatividade não surge milagrosamente, por isso, é fundamental estimular a criatividade através da busca por fontes de informação e referências na área para que possamos expandir nosso leque de referências e, consequentemente, alcançarmos novos pontos de vista.

Em comemoração ao Dia Mundial da Criatividade e Inovação, nós selecionamos um compilado de dicas que vão poder ajudar você, designer, a ter novas ideias para tornar seu trabalho cada vez mais fluido. Continue lendo e saiba quais são elas!

Leia também: Como vencer a procrastinação?

4 livros sobre criatividade que você precisa ler

Para se destacar no mercado de trabalho, é preciso estar atento às tendências, principalmente se você for um profissional de design. Para isso, nada melhor do que investir na leitura, hábito que estimula a criatividade, trabalha a imaginação e exercita a memória. Confira abaixo 4 deles!

Confiança Criativa 

Escrito pelos irmãos Tom Kelley e David Kelley, essa obra revela estratégias específicas para libertar a inventividade de cada um, pois, segundo eles, a criatividade e a capacidade de inovação são como os músculos: quanto mais você usa, mais fortes ficam. 

O principal propósito deste livro é encorajar os leitores a fazerem a diferença e inspirá-los a combinar ideias arrojadas com ações efetivas, que contribuem tanto para a empresa e a carreira quanto para a vida. 

Como o cérebro cria 

Unindo arte, ciência e cotidiano, um neurocientista e um compositor exploram origens e processos por trás da inovação em um livro que deu origem a série de mesmo nome disponível na Netflix.

Eagleman e Brandt tentam responder à pergunta: O que está por trás da capacidade e do desejo dos seres humanos de inventar? Essa obra apresenta surpresas e curiosidades, além de dicas sobre como produzir ideias de sucesso.

De onde vêm as boas ideias 

Nesta obra, Steven Johnson, um dos mais importantes pensadores da internet, investiga como surgem as boas ideias e as características dos ambientes em que elas são mais comuns.

Steven Johnson traça a história por trás de quase duzentas descobertas e invenções, e mostra ao público os sete padrões fundamentais dos processos de inovação desenvolvidos pelo homem e pela natureza.

Siga em frente

Em seus livros anteriores, os best-sellers “Roube como um artista” e “Mostre seu trabalho!” Austin Kleon deu aos seus leitores a chave para liberar a criatividade e o que é preciso para que seus resultados se tornem conhecidos. 

Agora, ele oferece um de seus trabalhos mais inspiradores, apresentando dez regras simples sobre como permanecer criativo, focado e fiel a si mesmo – por toda a vida. A obra aborda que o processo criativo não é uma jornada linear e está tudo bem não ser criativo o tempo todo.

4 sites de design que com certeza vão te inspirar

Estar em contato com o trabalho de pessoas da mesma área pode ajudá-lo no processo criativo e, quem sabe, a realizar novas parcerias. Confira abaixo 4 sites que vão te dar insights criativos!

Behance 

O Behance é uma plataforma muito parecida com o LinkedIn. Seu objetivo se resume a conectar profissionais, clientes e empresas que querem divulgar seu trabalho e fechar negócios, entretanto, ela é voltada exclusivamente para profissionais de design.

Lá, você pode publicar os seus projetos de forma organizada e sem burocracia , sejam eles imagens, texto, gravações ou vídeos. Se preferir, você também pode simplesmente acompanhar o trabalho de pessoas da sua área para te dar insights pra lá de criativos.

Pinterest 

Hoje em dia, o Pinterest é uma das maiores redes sociais de compartilhamento de fotos do mundo. Ele funciona como uma plataforma de visual em que você pode navegar por categorias e descobrir imagens para servir como referência.

Se você precisa de ideias para decoração de casa, estilo de roupas, móveis ou qualquer outro segmento, você pode encontrar perfis com estes conteúdos e segui-los para continuar recebendo seus respectivos conteúdos.

Adobe Color

Se você estiver em dúvida de qual cor utilizar em seus projetos, o Adobe Color com certeza é o ideal para ajudá-lo. Ele nada mais é do que uma ferramenta que auxilia na seleção de cores e criações de paletas de acordo com os parâmetros do design.

Além de ser gratuito, o Adobe gera uma paleta de cores que podem ser personalizadas ou utilizadas com base em imagens e ilustrações. Vale a pena experimentar, hein?

Designspiration

Por último, mas não menos importante, está o Designspiration. Ele pode ser compreendido como um repositório de todo o tipo de ideias e projetos, oferecendo inspirações na área de design gráfico, fotografia, arte ou arquitetura.

Por lá, você pode realizar uma pesquisa por categorias ou cores (através do código hexagonal ou do conta gotas), oferecendo uma procura 100% personalizada. Além disso, você também poderá compartilhar seus projetos, tendo em vista que o site é utilizado por milhões de pessoas criativas. 

Invista em cursos da área

Ter uma rede de apoio é muito vantajoso e vai muito além de apenas fazer networking ou ter referências. Participar de eventos, começar um novo curso, tirar as suas dúvidas e trocar experiências vai te ajudar muito.

Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução! Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos ajudá-lo a criar algo incrível!

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Siglas que todo UX Designer deve conhecer

A experiência do usuário é a preocupação nº 1 das principais empresas e marcas no novo modo de fazer negócio: o digital. Com a pandemia do Coronavírus, percebemos grandes transformações no formato de produzir, vender e comunicar ao redor do mundo. O que antes era feito com apertos de mãos, agora é através das telas. 

E são elas, as telas, que hoje representam a vitrine de muitos mercados. Ter a melhor comunicação, desempenhar funções dinâmicas e projetar critérios técnicos e estéticos é essencial para elas. Seja no computador, no notebook, na televisão, no smartphone e até nos consoles, as telas funcionam como um portal que nos leva a determinado lugar, sentimento e experiência. 

Quando o UX e o Design se encontram

Design é um conceito antigo que nasceu para formular ideias e uni-las à estética dos objetos e suas funcionalidades. E não é de hoje que vemos esse conceito ligado a diferentes áreas que abraçam expertises para encantar, atrair, engajar e, é claro, comunicar algo a alguém. 

A criatividade, originalidade e usabilidade são consideradas essenciais para a projeção do que se deseja comunicar. E estar ausente no mercado digital, hoje em dia, é quase impossível. Daí vem o termo UX Design, ou seja, o Design em um de seus múltiplos braços, porém com foco no usuário digital. 

UX — User Experience (Experiência do Usuário) 

É responsável por projetar experiências de uso encantadoras para fidelizar e conquistar clientes. Com esse objetivo, designers de UX estudam o comportamento humano, os produtos e serviços oferecidos para encontrar formas de melhorar a satisfação e a lealdade dos clientes.

Utilidade, facilidade de uso e prazer são os 03 pilares essenciais dentro da área de UX Design, e não somente isso: o UX já vem carregado de sigla não só em seu nome, mas em toda a sua jornada como área de estudo e profissional. Por isso que, a seguir, listamos as principais siglas que todo profissional de UX Design deve conhecer!

Leia também: 10 Tendências de UX Design para 2021

As siglas do UX Design:

  • UI (User Interface/Interface do Usuário) 

Assim como o UX, o UI é uma das siglas que atua no Design, mas foca na interação do usuário com o produto. UI é o desenvolvimento de botões, cards, cores, títulos, textos, micro-interações e etc que devem ser coerentes com a experiência do usuário e a identidade da marca do produto em questão.

  • AI (Arquiteto de Informação)

É o profissional que desenha o fluxo de navegação e os Wireframes de um produto. Porém, é uma nomenclatura que está sendo menos usada nos dias atuais, já que temos que o UX também atua diretamente nesse processo. 

  • IA (Artificial Intelligence/Inteligência Artificial)

Nós já percebemos que se tornou mais comum o uso de interfaces otimizadas para UX, com elementos de IA e Machine Learning. Por meio da Inteligência Artificial, é possível oferecer um atendimento personalizado, como compreender a jornada de navegação dele para oferecer um produto ou serviço baseado nesse histórico.

  • RV (Realidade Virtual) e RA (Realidade Aumentada)

RV (Realidade Virtual) e RA (Realidade Aumentada) são siglas que referem-se a soluções que possibilitam que o usuário tenha uma experiência realista, projetando objetos ao seu redor, como no caso do aplicativo da Tok & Stok, que permite que o cliente experimente móveis, virtualmente, nos cômodos de sua residência.

  • CX (Customer Experience/Experiência do Consumidor)

É uma disciplina “irmã” de UX que visa proporcionar uma experiência satisfatória e prazerosa para um consumidor.

  • DOR (Definition of Ready/Pronto) e DOD (Definition of Done/Feito)

DOR é a fase do projeto para que toda a equipe esteja alinhada e compreenda qual será o entregável no final do planejamento. Já DOD é a fase onde todas as demandas de um projeto foram desenvolvidas, testadas e estão prontas para serem “entregues”.

  • SEO (Search Engine Optimization/Otimização para serviços de buscas-sites)

É a área responsável por otimizar e melhorar um determinado conteúdo para os diferentes mecanismos de buscas existentes.

  • Back-end e Front-end

Back-end é o campo responsável pelo servidor e banco de dados que ajuda a fornecer as informações ao usuário de uma interface, ou seja, é a parte do site que você não tem contato direto, sendo usuário. Já Front-end atua na parte visível, das aplicações e sites. É a área que cuida da usabilidade, efeitos visuais, velocidade de carregamento, interação direta com o usuário e toda a experiência dele (UX) naquele site ou app. 

  • UCD (User Centered Design/Design Centrado no Usuário)

UCD é um processo do Design que tem como foco o usuário e a solução de suas necessidades. Por envolver o usuário — através de pesquisas, testes e entrevistas — o UCD visa entender suas necessidades para produzir sistemas inteligentes que possam resolver problemas, gerando maior satisfação nas experiências com o design final.

E, aí, gostou? Existe outras siglas que você acha importante compartilhar? Comente aqui e vamos trocar conhecimentos. E para turbinar o seu, sugerimos outro conteúdo sobre o tema. Clique aqui e boa leitura!

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O uso de sombras nos elementos

Olá, designers! Meu nome é Raphael Felicio, sou Head de Design na ioasys e mentor do curso de Web Design da Mentorama.

Como eu sempre digo, o design é pra todos. Salvo exceções onde existem pessoas com algum dom, facilidade extrema em aprendizado ou velocidades fora do comum pra absorver tendências, o que nos torna melhores é o tanto que compartilhamos, somamos e também experimentamos ao longo da jornada.

E eu adoro compartilhar algumas coisas que fui aprendendo, principalmente os detalhes para se obter uma boa interface no final. Em linhas gerais, os detalhes é que dirão a qualidade do projeto. Não acredita? Tudo bem, eu entendo.

Mas posso dar certeza que detalhes como espessura de elementos, equilíbrio entre ícones, tamanhos e hierarquias de fontes, espaçamentos e respiro entre elementos, entre outros, darão o tom e o refino estético que virá com o tempo e com a sua evolução.

Hoje falaremos de um desses itens que compõe positivamente ou podem matar de vez a qualidade de um projeto: o uso de sombras nos elementos

Sendo franco, as sombras estão completamente espalhadas e em constante uso nas interfaces modernas e a tendência é que o uso delas apenas continue crescendo. Podemos definir a sombra como um elemento essencial para obtermos uma boa interface, assim como o preenchimento de um objeto, gradientes, cantos arredondados, etc.

Com esta breve ajudinha, você aprenderá como criar sombras impressionantes para seus cartões, botões ou outro possível componente que desejar. 

Bom, vamos começar?

Não use as sombras básicas das ferramentas jamais

Olha, realmente não importa se você usa Figma, Adobe XD ou Sketch, acontece que as sombras base de todas as ferramentas são horrorosas. É de chorar sangue em uma mistura de decepção e desespero. Sério, não aceite as sombras que vêm por padrão ao ativar a sombra em um elemento! 

Se você realmente quer fazer uma interface moderna e legal, ouça esse conselho inicial: projete suas próprias sombras, editando o nível de blur, opacidade, posição e cor da sombra.

Projete as sombras para que fiquem sedosas, macias e gostosas de se ver 

Eu aposto contigo: grande parte das sombras que você mais admira e que mais te encantam são suaves (jamais as padrões das ferramentas, sério). Pra chegarmos próximos ao que podemos julgar ideal, recomendo testar diminuir a opacidade para algo tipo 10 ou 20%, aumentar o blur para algo entre 20px e 40px e deslocar o eixo Y para algo tipo 10px. 

Lembra aquela sombra horrorosa original? Ela se foi. Muito possivelmente essa sombra que você está criando já faz um belo carinho nas suas córneas.

uso_sombras_nos_elementos

Faça de tudo pra deixar a cor da sombra natural

Outra dica que pode mudar completamente o jogo é a cor que você vai aplicar na sombra. Um mundo puramente cinza é bem sem graça, concorda?

Experimente adicionar um tom neutro que você encontra no seu próprio projeto, ou do próprio elemento que está trabalhando e adicionando a sombra.

Use a vida real como modelo

Isso tudo que falei até agora é só o começo, a pontinha do iceberg. 

Entender como objetos e materiais interagem com a iluminação é um trabalho mais profundo, que requer um tempo maior de análise e percepção estética que vai ser adquirida ao longo da trajetória.

Tente entender como objetos e elementos do mundo físico (e até de outros projetos digitais) projetam sombras, suas cores, suas manchas, seus ângulos baseados na luz.

Use o seu novo poder com sabedoria

Ah, eu sei que agora provavelmente você deve estar empolgado e pensando que já está dominando essa nova habilidade e que não se aguenta de ansiedade para colocar sombra até no logo e nas informações do rodapé. Mas não se afobe, caro padawan, use o seu novo poder com o máximo de sabedoria.

No design, como falei lá no início, os detalhes fazem diferença e queremos que as sombras continuem “detalhes”, certo? Tente não colocar em todos os elementos possíveis e assim, essa sutileza vai ser sempre uma arma a seu favor. 

Muito bem! Estamos realmente prontos para começar a trabalhar com UI em um novo nível. Experimente bastante, teste tudo que for possível e com o tempo, você vai perceber como os seus projetos evoluíram e como você realmente subiu um degrau. Uma última dica, e BEM importante, é também entender que tipo de sombras são possíveis de serem codificadas.

Falo isso pra que não comecemos mais uma batalha entre designers e desenvolvedores (ou pra que ninguém faça um voodoo seu, ok?). Então, pra testar como funciona e como podem ser aplicadas nos projetos, recomendo validar nesse site que é beeeeeem legal! 

Espero que tenham gostado das dicas e que elas ajudem vocês a alcançarem resultados nunca antes obtidos! Estamos juntos na jornada, amigos!

Um abraço, Rapha.

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10 Tendências de UX Design para 2021

O UX Design está crescendo e com o objetivo de atender a demanda dos consumidores que estão cada vez mais exigentes e conectados, novas tendências estão surgindo e algumas delas prometem bombar em 2021. Continue lendo e acompanhe as principais!

UX Design: o que é?

Muito se tem falado sobre UX Design e a necessidade de priorizar a experiência do usuário, mas afinal, o que esses conceitos querem dizer? 

UX — User Experience (Experiência do Usuário) é responsável por projetar experiências de uso encantadoras para fidelizar e conquistar clientes.

Com esse objetivo, os designers de UX estudam o comportamento humano e os produtos e serviços oferecidos para encontrar formas de melhorar a satisfação e a lealdade dos clientes.

Normalmente, esse objetivo é alcançado por meio de três pilares:

  • Utilidade: o quão útil é o serviço para o cliente e o quanto é melhor fazer as coisas usando o serviço e não utilizando alguma outra alternativa;
  • Facilidade de uso: o quão fácil e rápido é usar o serviço e resolver o que for preciso usando ele e não utilizando alguma outra alternativa;
  • Prazer: o quão prazeroso (divertido, interessante, recompensador, etc.) é usar o serviço e não outras alternativas.

As tendências de UX que vamos ver a seguir nos comprovam que existe um universo imenso a ser desbravado pelos UX Designers que querem oferecer novas experiências ao usuário em 2021. Confira:

1. Inteligência Artificial

Nós já percebemos que se tornou mais comum o uso de interfaces otimizadas para UX, elementos de IA e Machine Learning. Nas tendências de UX, esses recursos serão usados para oferecer uma experiência cada vez mais personalizada para os clientes.

Por meio da Inteligência Artificial, é possível oferecer um atendimento personalizado ao cliente, como compreender a jornada de navegação dele e futuramente oferecer um produto ou serviço baseado nesse histórico de navegação, captado pela IA.

2. RV e RA

Realidade Virtual e Realidade Aumentada são soluções que foram usadas em 2020, mas que podem ser ainda mais exploradas em 2021. A exemplo do 3D imersivo, ambas as tecnologias possibilitam que o usuário tenha uma experiência realista, projetando objetos ao seu redor, como no caso do aplicativo da Tok & Stok que permite que o cliente experimente móveis, virtualmente, nos cômodos de sua residência.

3. Comando por voz

O comando de voz é uma das tendências de UX mais fortes para os próximos anos. Dados revelam que, em 2021, pelo menos metade de todas as pesquisas no Google devem ser feitas por comando de voz.

Para colocar em prática o comando de voz nos seus projetos, é recomendável verificar como esse recurso pode interagir com seu produto ou serviço digital. 

A integração se torna mais eficiente se você usar comandos predefinidos e a experiência de UX será melhor. Em primeiro lugar, você pode começar criando uma marca para seu comando de voz, isso personaliza o atendimento. Diversas empresas têm um personagem para simbolizar a marca.

4. Elementos 3D imersivos

Essa tendência do UX design proporciona ao usuário interagir de forma  mais real e imersiva com o conteúdo da página, porém ela requer uma plataforma de alto desempenho que permita rodar as soluções em 3D sem travar ou inviabilizar a interação do consumidor.

5. Ilustrações animadas

Muitos aplicativos atuais trabalham com ilustrações animadas e a tendência é que elas sejam cada vez mais comuns no design de onboardings. 

Só para reforçarmos essa tendência de design, as ilustrações animadas são conteúdos que funcionam muito bem com usuários que não interagem com outras informações. Sendo assim, a mensagem chega de maneira rápida para todos os públicos, conforme seus perfis e interesses. Este deve ser um ponto de atenção para o time de design UX.

6. Mobile First

Essa tendência sugere pensar e planejar as interações principalmente para dispositivos móveis, como smartphones e tablets. E isso se dá pelo aumento no consumo nesse tipo de dispositivo em detrimento do consumo de notebooks e computadores de mesa. 

Ou seja, ter um site responsivo nos dias de hoje e nos dias futuros é um pré-requisito para promover uma boa UX.

7. Micro interações

Uma das tendências de UX são as micro interações, que proporcionam uma experiência muito real para o usuário. Para trabalhar com esta tecnologia, o ideal é criar diversos elementos no menu do usuário como dicas visuais, telas iniciais, guias, ícones e botões que possuam movimento, por exemplo.

8. Qualidades nas imagens

Tanto em fotos, como no uso de cores, texturas e grafismos, o UX Design promete proporcionar uma experiência estética ainda mais impactante para os usuários. 

Então, usar imagens de alta qualidade, com uma textura quase tátil e ainda com recursos gráficos que se mesclem a fotografias reais, são possibilidades dentro da estética de um site que queira adotar o UX design em sua construção.

9. Minimalismo

O minimalismo é essencial para não tirar o foco do nosso objetivo, evitando que o cliente tenha uma experiência cansativa.

Para otimizar a jornada do usuário, a recomendação é usar ferramentas que otimizem o tempo das pessoas e tornem os aplicativos e produtos digitais mais rápidos e certeiros, com o uso de recursos contextualizados e sistemas padronizados que se adaptem ao usuário.

10. Login sem senha

São tantas senhas e regras de segurança para cada plataforma que isso se torna um problema. Os usuários perdem e misturam as senhas e, no fim, deixam de acessar o produto ou serviço digital pela burocracia de recuperá-las. 

Se você quer inovar e atrair mais usuários através das principais tendências de UX, troque as senhas que exigem números, letras e caracteres especiais por PIN, reconhecimento facial ou impressão digital, por exemplo.

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5 TED Talks que todo profissional criativo deveria assistir

TED Talks (Tecnologia, Entretenimento e Design) é uma conferência que mudou completamente a forma de nos comunicarmos durante uma apresentação em público. Em geral, são falas curtas, de até 18 minutos, que têm como principal objetivo propagar ideias que valem a pena divulgar.

As palestras são realizadas em um ambiente descontraído e os palestrantes utilizam uma linguagem simples e clara, para que até uma criança possa entender. Além disso, a maioria das gravações é postada online e legendada em dezenas de idiomas. 

Para os entusiastas de plantão e futuros profissionais da área criativa, selecionamos cinco TED Talks sensacionais que podem contribuir, motivar, engajar e inspirar qualquer profissional criativo. Continue lendo e acompanhe quais são eles!

3 Ways Good Design Makes You Happy

Quem apresenta?

O cientista cognitivo e crítico de design, Don Norman, estuda como as pessoas reais interagem com o design, explorando o abismo entre o que um designer pretende e o que uma pessoa normal realmente deseja. Seu trabalho resultou em alguns livros clássicos, incluindo “The Design of Everyday Things”.

Qual é o assunto?

Don Norman volta seu olhar para a beleza, a diversão, o prazer e a emoção, ao olhar para um design que deixa as pessoas felizes. Por meio de referências e uma linguagem descontraída, ele nomeia os três sinais emocionais que um produto bem projetado deve atingir para obter sucesso.

The Power of Design

Quem apresenta?

JD Hooge é co-fundador e diretor de criação da Instrument, uma empresa de marca e experiência de inovação digital. A equipe de mais de 200 tecnólogos criativos da Instrument ajuda organizações como Google, Nike, One Medical & Mercy Corps a navegar nas complexidades da inovação. 

Qual é o assunto?

Nesta palestra comovente e rica em pesquisas, JD Hooge, inspira um apelo à ação para que todos os designers façam uma diferença significativa no mundo. Ele diz que o design deve ser pensado como um “super poder” e, mais do que nunca, é hora de assumirmos a responsabilidade pelas coisas que criamos. Com nosso bem-estar digital em risco, os designers têm o privilégio e o fardo de exercer mais poder e influência do que nunca.

Simplicity sells

Quem apresenta?

David Pogue foi o colunista de tecnologia semanal do New York Times de 2000 a 2013. Ele é cinco vezes vencedor do Emmy por suas histórias no CBS News Sunday Morning, um autor de best sellers do New York Times, cinco vezes palestrante do TED e apresentador do 20 NOVA especiais de ciências na PBS. 

Qual é o assunto?

Nessa palestra de 2006,  David Pogue aponta os piores infratores do design de interface da tecnologia e fornece exemplos encorajadores de produtos de sucesso. Em uma linguagem descontraída e divertida, ele canta para o público no fim de sua apresentação.

Steal Like An Artist

Quem apresenta?

Austin Kleon é um escritor que desenha, além de ser autor do best-seller do New York Times de uma trilogia de livros ilustrados sobre criatividade na era digital: “Steal Like An Artist”, “Show Your Work!”, “Keep Going”, “Roube como um diário do artista” e “Newspaper Blackout”.

Qual é o assunto?

Austin Kleon, faz sua apresentação baseado em seu livro, Steal Like An Artist, onde ele reproduz 10 coisas que ele gostaria de ter ouvido quando estava começando sua carreira como escritor e artista.

How Airbnb Designs For Trust 

Quem apresenta?

Joe Gebbia é designer, empresário, cofundador e Diretor de Produto da Airbnb. Em 2007, Joe e seus co-fundadores Brian Chesky e Nathan Blecharczyk transformaram o Airbnb em uma grande força revolucionária para a indústria da hospitalidade, criando uma nova economia para milhões de pessoas em 190 países ao redor do mundo.

Qual é o assunto?

Joe Gebbia fundou uma empresa com a ideia de que as pessoas poderiam confiar o suficiente para ficarem nas casas de pessoas desconhecidas e, nesse momento, muitas pessoas se perguntam: como ele superou o viés de perigo-estranho? É sobre isso que Gebbia fala nessa palestra incrível onde ele cita a importância de um bom design.

Independentemente do seu tempo de carreira, procurar boas referências no mercado e manter-se atualizado é sempre de grande valia. 

Esperamos que esse compilado de TED Talks possa te ajudar a dar um upgrade na sua carreira e lembre-se: essas palestras valem o “play” e a hora de ingressar em uma carreira de sucesso é aqui e agora.