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Quem faz games: Designers de Jogabilidade e Sistemas

O grupo de aventureiros avança pela caverna. A luz da entrada já não os alcança, e através da sua única tocha eles percebem uma grande abertura à frente. Destemido, o guerreiro atravessa o portal, espada em punho, seguido pelos companheiros. Assim que todos entram na sala, uma grade de ferro desce sobre a porta bloqueando o caminho de volta, e eles descobrem que não estão sozinhos ali. “Goblins!”, sussurra o arqueiro, enquanto o mago declama um feitiço de luz. A batalha é longa, as criaturas esguias de pele verde surgem de todos os lados empunhando armas improvisadas, mas os aventureiros sentem que esse é um desafio sob medida para suas habilidades. No fim, apesar de alguns ferimentos, eles recebem a merecida recompensa: tesouros, uma túnica encantada para o mago, e muita experiência de combate que os torna ainda mais habilidosos e preparados para os próximos desafios.

A cena acima poderia ser parte de uma partida de RPG de papel e caneta. Nela, um mestre de jogo conta a história, organiza a aventura e utiliza um livro de regras com centenas de páginas para decidir o resultado das ações dos outros jogadores. Mas, na verdade, essa é uma cena de um video game. Nesse caso, não existe um mestre presente, a história é contada pelo computador, e as ações dos jogadores e seus resultados precisam ser simuladas e calculadas pelo jogo. Na segunda parte da nossa viagem pelos papéis dos desenvolvedores de games, nós vamos conhecer algumas especialidades dos profissionais que fazem tudo isso acontecer, atuando como mestres de cerimônia, contadores de histórias e autores dos sistemas de regras nos jogos eletrônicos: os Game Designers.

Mapa de uma caverna típica de RPGs de papel e caneta como Dungeons & Dragons.

Cada ação que o jogador pode tomar dentro do game necessita de uma definição das suas condições e resultados no jogo. O quão alto e longe o Mario pode pular? A resposta dessa pergunta aparentemente simples determina uma multitude de outras características do game: a distância e altura das plataformas, o comportamento dos inimigos, os desafios de cada fase do jogo, e muito mais.

O Designer de Jogabilidade define e balanceia todas as ações do jogador, chamadas de mecânicas, incluindo quando e onde podem ser acionadas, quais botões do controle precisam ser apertados, e qual o resultado de cada uma delas dentro do jogo. Em muitos casos, é preciso explorar todas as possibilidades muito a fundo, definindo milimetricamente cada uma dessas variáveis, e utilizando técnicas de prototipagem rápida para encontrar o balanço perfeito entre desafio e diversão.

Algumas ações de jogabilidade dos games da série Mario.

Além das mecânicas, os designers precisam definir também como o mundo do jogo reage ao jogador, qual nível de desafio será oferecido a cada momento, e como o player se torna mais forte e apto para enfrentá-los conforme avança no game. Esse é o papel do Designer de Sistemas, que se assemelha bastante ao dos autores de sistemas de regras dos jogos de tabuleiro e RPGs de papel e caneta.

Cabe a esse profissional garantir que o jogador esteja sempre enfrentando um desafio proporcional ao seu nível de poder dentro do jogo, definir uma curva de aprendizado que o mantenha engajado durante toda a jornada, e proporcionar um sentimento de progressão e conquista de novas habilidades em intervalos regulares.

Sistema de progressão do personagem em Star Wars: Jedi Fallen Order, da Electronic Arts.

Mesmo sendo uma indústria ainda jovem, os games nos proporcionaram experiências memoráveis ao longo dos anos, e alguns Game Designers se destacam pela inovação, ousadia e polimentos das suas obras, que servem de inspiração para as novas gerações de desenvolvedores de games. Shigeru Miyamoto, o eterno Game Designer da Nintendo, é o criador de muitos games que influenciaram toda a indústria, como as séries Mario e Zelda. Com 40 anos de carreira, Miyamoto ainda continua revolucionando os games e reinventando o papel do Game Designer com lançamentos recentes de grande sucesso como The Legend of Zelda: Breath of the Wild.

Shigeru Miyamoto, da Nintendo, um dos Game Designers mais importantes da indústria dos games.

Já o Game Designer e diretor da From Software, Hidetaka Miyazaki, vem revolucionando o gênero de games de ação com jogos mais desafiadores que remetem ao sentimento de conquista que era tão presente no início da história da indústria de games, além de combate minuciosamente balanceado, level design primoroso e narrativa intrincada.

Hidetaka Miyazaki, da From Software, é o Game Designer responsável pela revolucionária série Dark Souls.

E você, conhece outros Game Designers lendários? Conte pra gente nos comentários e fique ligado em breve na terceira parte da série Quem Faz Games?, na qual conheceremos as especialidades dos Level Designers e Designers de Narrativa. Espero vocês!

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Quem faz games: Artistas

Games são arte. Os jogos oferecem experiênciais audiovisuais, emocionais e multisensoriais riquíssimas, amplificadas ainda mais pelo elemento que diferencia essa mídia de todas as outras: a participação do jogador. E talvez nenhum outro componente da apresentação de um game cause um impacto tão imediato quanto os gráficos.

Na Parte 1 da nossa viagem pelos diferentes papéis dos desenvolvedores de games, vamos conhecer os profissionais responsáveis pela estética, estilo e detalhamento dos gráficos nos games: Artistas.

Arte 2D e Pixel Art

Técnicas clássicas de ilustração formam a base de conhecimento do Artista 2D, mas o profissional precisa conhecer a fundo o funcionamento dos games para que sua arte seja adequada ao jogo. O uso de cores e da iluminação é fundamental para destacar objetos importantes do cenário, como uma alavanca que o jogador deve puxar, por exemplo. Além disso, o profissional precisa ser capaz de desenhar de maneira modular, ou seja, definir peças, chamadas de tiles, que possam ser reutilizadas e encaixadas umas nas outras. Muitos games utilizam dessa arquitetura modular para compor uma quantidade gigantesca (e em alguns casos, infinitas combinações) de cenários 2D nos games.

Uma outra técnica muito popular nos games clássicos que vem sendo resgatada há vários anos nos jogos mais modernos é o pixel art. Nela, o artista literalmente pinta cada pixel da imagem, e os mais talentosos deles conseguem transmitir relevo, iluminação e movimento de forma impressionante.

Modelagem, Texturas e Animação 3D

A tecnologia de renderização 3D em tempo real dos consoles e computadores modernos tem permitido aos games atingirem níveis cada vez mais altos de realismo e detalhamento. Os profissionais de modelagem 3D são os responsáveis pela escultura digital dos personagens, objetos e cenários dos games, que são representados internamente por polígonos. Parte fundamental do trabalho do modelador 3D é otimizar seus modelos, ou seja, atingir a qualidade desejada utilizando o menor número possível de polígonos de forma a não sobrecarregar o jogo durante a renderização.

Além da estrutura geométrica dos modelos 3D, os objetos dos games são compostos por várias imagens, chamadas de texturas, que são utilizadas para dar aos modelos informações de cor, relevo, iluminação, e muito mais. O artista de texturas é o responsável por pintar cada uma dessas imagens e conhecer profundamente o seu funcionamento nos games. Por exemplo, o artista de texturas determina quais partes do modelo possuem um material metálico, que reflete muito mais a luz, e quais partes possuem material de tecido, que não brilha tanto.

A animação também exerce um papel fundamental para dar aos personagens e objetos do jogo um comportamento realista e convincente. Para isso, os animadores 3D utilizam técnicas de animação tradicional e também de captura do movimento de atores reais utilizando a técnica conhecida como motion capture ou mocap. Com ela é possível importar para o game a performance feita na vida real por atores utilizando roupas com muitos sensores, que se traduzem nas posições precisas de cada parte do corpo do personagem dentro do game.

Outras Especialidades

Além dos papéis citados acima, muitos outros artistas fazem parte do desenvolvimento de games nos grandes estúdios da indústria.

  • Artistas conceituais e diretores de arte: definem o estilo, a estética e a ambientação do game, que servirão de referência para os demais artistas durante a produção do jogo.
  • Artistas de efeitos visuais: utilizam técnicas avançadas de renderização de efeitos físicos, atmosféricos ou até mesmo mágicos nos games, como fumaça, explosões e partículas.
  • Artistas técnicos: fazem a ponte entre os artistas e os programadores, definindo formato de arquivos, escrevendo ferramentas de exportação automática e ajudando na otimização de modelos e texturas.

O Brasil em Destaque na Arte dos Games

Hoje temos muitos artistas brasileiros de muito renome na indústria de games mundial. Na Sony Santa Monica, o brasileiro Rafael Grassetti atua como diretor de arte e foi o responsável pela reimaginação do personagem Kratos, da série God of War, em sua fase mais madura e paternal. Já a dupla Amora Bettany Pedro “Santo” Medeiros obteve um grande destaque no mundo do pixel art com seu trabalho fantástico em jogos independentes de grande sucesso como Towerfall: Ascension e Celeste.

E você, conhece algum game que se destaca pela arte? Conte pra gente nos comentários e fique ligado em breve na segunda parte da série Quem Faz Games?, na qual conheceremos as muitas especialidades dos Game Designers. Até lá!

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Como desenvolver um jogo?

Você é um amante dos games e gostaria de dar vida aos seus próprios jogos mas não sabe por onde começar? Confira nesse artigo 5 passos que são essenciais para começar no desenvolvimento de jogos!

Leia também: Game Engine: o que é?

#1 Vá devagar consigo mesmo

Antes de mais nada, você precisa entender que o jogo dos sonhos requer muita experiência, conhecimento e, se estamos falando de pelo menos um grande jogo, um time de profissionais. 

Nessa fase inicial, o ideal é que seu objetivo seja criar algo que você possa montar e começar a testar com a mesma rapidez. Ou seja, considere seus primeiros projetos como exercícios de aprendizagem. Afinal, é isso que eles são.

#2 Pense sempre no enredo

É necessário pensar em como você gostaria que o seu jogo fosse. Como serão os personagens? O estilo do jogo? A história? Essa e outras perguntas precisam ser respondidas para que você consiga construir uma história interessante o suficiente para que as pessoas tenham vontade de jogá-la. 

#3 Escolha as ferramentas certas

É essencial que você encontre um mecanismo que vai te ajudar a dominar os fundamentos do desenvolvimento. Nesse processo inicial de aprendizado, os mais indicados são o GameMaker Studio 2, Unity e Unreal Engine.

#4 Aprenda programação

Basicamente, todos os jogos têm como base a programação, ou seja, todos os comandos utilizados neles envolvem um complexo trabalho matemático e de raciocínio lógico, que são habilidades que você irá desenvolver quando começar a programar. 

#5 Se especialize

Além dos passos citados anteriormente,  participar de eventos, começar um novo curso, tirar as suas dúvidas e trocar experiências vai te ajudar a avançar. 

Você sabia que aqui na Mentorama nós temos vários webinars gratuitos sobre tecnologia todos os meses? Isso, mesmo. São gratuitos e abordam diferentes temas das áreas mais promissoras da tecnologia, como UX/UI Design, Programação, Marketing e Games

Além disso, é importante que você esteja em constante atualização para se destacar na concorrência. Como? Conhecendo as novas ferramentas da sua área, estudando com mentores altamente qualificados e tendo o auxílio de uma escola que pode e vai te orientar. 

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Animação 3D: tudo sobre!

A animação 3D se popularizou no cinema, mas ganhou ainda mais destaque a partir do crescimento do mercado de games. Com o objetivo de oferecer jogos cada vez mais sofisticados e interativos, surgem as animações 3D! Se você é um apreciador dessa arte e deseja ir além, confira neste artigo curiosidades e dicas exclusivas sobre.

Leia também: Como é o mercado de games no Brasil?

O que é animação 3D?

A animação 3D utiliza computação gráfica com o objetivo de dar a sensação de que as imagens estão se movendo. Para isso, a técnica consiste na construção de objetos em três dimensões (largura, comprimento e profundidade) dentro de um software específico para que, posteriormente, as criações sejam animadas e possam se mover dentro de filmes ou jogos.

Para tornar as imagens ainda mais sofisticadas e o mais reais possível, é necessário aplicar texturas, materiais, imagens, testar tamanhos, estruturas e saber como utilizar a iluminação de forma que ela se encaixe perfeitamente com a ambientação.

Qual a importância da animação 3D?

Com o avanço da tecnologia, a animação 3D surge com o intuito de atender as demandas atuais e oferecer experiências cada vez mais reais, sofisticadas e interativas. A partir dessa técnica, é possível criar cenários ricos em detalhes que dão a impressão de serem reais. 

Nos jogos, a animação 3D é feita em tempo real, ou seja, a simulação de texturas, sombras e outros recursos são criados na tela enquanto o jogo está acontecendo. Graças a essa técnica, o mercado de games segue em constante evolução e as experiências de filmes e games estão cada vez melhores.

Como fazer animação 3D?

Em nosso curso “Animação 3D”, você vai aprender desde os conceitos mais básicos desse universo, até os mais avançados para dominar os princípios de animação, incluindo expressão, personalização do esqueleto e rigging dos personagens. 

Em apenas 4 meses, você aprenderá tudo sobre animação 3D com os criadores dos jogos mais aclamados pelo público: Pikachu, Sonic e Malévola. Incrível, né? Além de aprender todos os níveis dessa área que não para de crescer, você fará exercícios práticos e terá um mentor expert na área para te auxiliar em todo o processo.

Nosso programa é estruturado de forma lógica e progressiva, então não se preocupe se você está começando agora ou se não tem conhecimento em programação. Vamos te ensinar desde o começo!

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Unity e Unreal: qual o motor mais adequado para um projeto?

A Unity e a Unreal são os motores de jogos mais populares da indústria de jogos, sendo utilizados para realizar o desenvolvimento de games de grandes estúdios e desenvolvedores independentes. 

Apesar de serem semelhantes em algumas configurações, é necessário compreender qual deles melhor atenderá às necessidades de uma equipe envolvida em um projeto de desenvolvimento de um jogo. Continue lendo e descubra!

Leia também: Game Engine: o que é?

Unity e Unreal: o que são?

A Unreal está por trás de grandes franquias como Mortal Kombat X, Batman, Borderlands, Tekken 7 e BioShock 2. Com ela, é possível desenvolver jogos em 2D e 3D, sem precisar ter conhecimentos avançados sobre programação. Além disso, você pode exportar os seus jogos para muitas plataformas como, por exemplo, celulares e realidade virtual.

Já a Unity, principal concorrente da Unreal, também possibilita criar jogos em 2D e 3D. Com um ambiente visual chamado Blueprints, é possível criar jogos mesmo se você não tiver conhecimento avançado de programação. Além disso, a Unity atualmente é a game engine com o maior poder gráfico.

Unity e Unreal: principais diferenças

A Unity permite jogos com gráficos de última geração, possui interface agradável, utiliza as linguagens de programação C# e Java, possibilita a personalização do software, além da utilização do software ser simples e fácil. Ao contrário da Unreal, a Unity exige conhecimento de programação para criar seus jogos, não oferece a opção de modelar personagens, necessitando importá-los de outras ferramentas.

A Unreal é em português, possui uma interface agradável, intuitiva e 100% customizável e não exige conhecimento de programação. Além disso, ela oferece diversas ferramentas disponíveis, como, por exemplo, edição de objetos e de gráficos. Ao contrário da Unity, a única linguagem de programação suportada é a C + + e por mais que o seu projeto seja simples, os jogos da Unreal se tornam muito pesados.

Unity e Unreal: qual o motor mais adequado?

Um dos primeiros passos é identificar o nível de qualidade exigido. Se o nível for alto, é recomendado utilizar o motor Unreal já que ele proporciona elementos visuais de alta fidelidade, ao contrário do Unity que embora também consiga reproduzir elementos de alta qualidade, dá mais trabalho para que seus gráficos realistas atinjam o mesmo nível de qualidade visual. 

É essencial pensar para quais plataformas o jogo será destinado. Para quem deseja construir um game destinado para multiplataformas como mobile, tablets, computadores e consoles, o motor Unity é mais indicado. A Unity permite que um desenvolvedor crie projetos complexos para dispositivos com capacidade de processamento reduzida sem exigir uma configuração de PC poderosa como o Unreal necessitaria.

Além disso, também é interessante ter em vista o tamanho da equipe que fará o desenvolvimento do game. Caso for uma equipe grande, é necessário acompanhar cada etapa do processo de desenvolvimento em Unreal como, por exemplo, a alocação de profissionais dedicados para cuidar de texturas animadas, partículas e shaders.

O Unity, por outro lado, é muito mais intuitivo para desenvolvedores o que, por sua vez, viabiliza este motor para equipes reduzidas e times com menor experiência.

Unity e Unreal: como dominá-los?

A verdade é que não existe a melhor engine, mas sim a que melhor se encaixa com o jogo que você quer criar e seu nível de conhecimento. Uma boa dica é conhecer os nossos cursos que te darão um panorama completo das engines mais utilizadas no momento. 

Com a “Unreal Engine 4 do zero ao PRO”, você vai  explorar todos os recursos de uma das principais Game Engines do mercado. Além disso, ao longo do curso você vai poder criar jogos de diferentes gêneros e estilos. 

Além disso, com o “Unity do zero ao PRO”, você se tornará  um desenvolvedor de jogos em uma das plataformas mais populares, além de criar 3 jogos com mecânicas diferentes usando recursos prontos e seus próprios modelos feitos no Blender. 

Nosso programa é estruturado de forma lógica e progressiva, então não se preocupe se você está começando agora ou se não tem conhecimento em programação. Vamos te ensinar desde o começo!

Além disso, é importante que você esteja em constante atualização para se destacar na concorrência. Como? Conhecendo as novas ferramentas da sua área, estudando com mentores altamente qualificados e tendo o auxílio de uma escola que pode e vai te orientar. É isso o que fazemos aqui na Mentorama, e é por isso que somos considerada a escola online das profissões mais procuradas. 

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Ubisoft: 4 jogos que merecem sua atenção

A Ubisoft é uma desenvolvedora de games francesa que surgiu como um negócio familiar e hoje é um dos principais pilares da indústria de games do planeta. Nas últimas décadas, ela lançou franquias que se consagraram no universo gamer, como: Assassin ‘s Creed, Far Cry, Watch Dogs, Just Dance, Rainbow Six, além do saudoso Prince of Persia.

Ao longo de seus 35 anos, a desenvolvedora já percorreu uma longa trajetória de altos e baixos entre seus games lançados e por isso, nesse artigo, selecionamos 4 jogos desenvolvidos pela Ubisoft que você deve conhecer e merecem a sua atenção! Continue a leitura e descubra quais são eles.

Leia também: FPS: Além do headshot 

1. Driver San Francisco (2011)

A franquia Driver teve seu auge no fim dos anos 90 e início da década de 2000, mas foi rapidamente derrotado por Grand Theft Auto quando GTA III chegou às lojas, em 2001. Desde então, a série caiu em semi-esquecimento, entretanto, mesmo durante este declínio a Ubisoft e o estúdio Reflections criaram uma pequena gema com Driver San Francisco.

No papel do detetive John Tanner, que se encontra em um coma, o jogador pode pular de carro em carro e “possuir” seu piloto em busca de seu nêmesis, Jericho. Essa mecânica diferenciada — e o que os desenvolvedores criaram com ela — colocam o jogo em um lugar de destaque, mesmo não tendo sido um sucesso na época do lançamento.

2. Brothers in Arms: Hell’s Highway  (2008)

Desenvolvido pela Gearbox Software e lançado em 2008, Hell ‘s Highway obteve grande destaque por seus diferenciais mais táticos, ao contrário da ação mais individual de títulos similares, como Call of Duty: World at War, do mesmo ano.

O jogo traz um estilo de combate diferente, não colocando a ação, tiros, bombas e explosões como prioridade, mas sim, o foco no protagonista, o sargento Matthew Baker, e seus companheiros, com o jogador podendo coordenar seus esquadrões para a vitória.

Além disso, esse cenário onde a estratégia é essencial para ajudar a ver um outro lado da Segunda Guerra Mundial, e em alguns momentos mostra muito do lado psicológico e custo humano das batalhas.

3. Child of Light (2014)

Sendo um dos títulos mais experimentais da Ubisoft Montreal, Child of Light conta uma história linda por meio de uma jogabilidade que traz uma paz indescritível.

Inspirado pelos filmes do Studio Ghibli, o jogo conta a história de Aurora, uma princesa austríaca que foi envenenada e transportada para o mundo de Lemuria, que é governado por uma feiticeira que roubou a lua, o sol e as estrelas com seu poder.

Child of Light conta com personagens envolventes, gráficos que encantam e uma história inspiradora que merece ser contada.

4. Mario + Rabbids: Kingdom Battle (2017)

Uma mistura que, se observada de longe, parece extremamente esquisita, Mario + Rabbids: Kingdom Battle surpreende, contando sempre com a estratégia do jogador e garantindo a diversão do jogador por pelo menos mais de 20 horas.

O game tem várias semelhanças com a aclamada franquia XCOM, usando um sistema de combate por turnos muito parecido com o da série, mas (ligeiramente) menos punitivo e brutal do que os jogos da 2K Games.

Tal qual Ubisoft e Nintendo, os Rabbids e Mario formaram uma equipe improvável, mas incrível, com o encanador e seus amigos conhecendo os Rabbids após eles adentrarem o Reino dos Cogumelos e criarem uma desordem sem tamanho.

Inicialmente os grupos lutam entre si, mas logo percebem que precisam lutar em equipe para derrotar um inimigo em comum.

Conhece outro jogo legal do mundo da Ubisoft que você acha que merecia ser mencionado? Deixa aí nos comentários que vamos adorar saber!

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Game Engine: o que é?

Você já se perguntou como os personagens e o conjunto de cenários dos jogos se encaixam perfeitamente em qualquer plataforma? Se não, agradeça ao Game Engine! Através dele, cada detalhe é minuciosamente pensado para facilitar o desenvolvimento dos jogos e oferecer a melhor experiência a você.

Através do Game Engine, o desenvolvimento de jogos foi revolucionado e cada vez mais é possível ver grandes empresas e desenvolvedores indies lançando jogos de sucesso que funcionam em várias plataformas diferentes. Continue lendo e saiba mais!

Leia também: FPS: Além do headshot

Game Engine: o que é? 

Uma engine gráfica, também conhecida como game engine, nada mais é do que uma biblioteca que contém um pacote de funcionalidades que são capazes de juntar e construir todos os elementos de um jogo em tempo real.

Também chamado de motor gráfico ou motor de jogo, o pacote normalmente é utilizado para modelagem de imagens 2D e 3D, motor de física para colisões e animações, suporte para sons, inteligência artificial, gerenciamento de arquivos, programação, entre outros itens de jogabilidades que muitas vezes passam despercebidos pelos jogadores.

Em resumo, o game engine desempenha um importante papel ao criar um game do zero de maneira mais simples e replicar vários estilos de jogos com mais facilidade, como um FPS ou um jogo de plataforma.

Além disso, a maioria dos motores de jogos estão disponíveis para o sistema operacional Windows ou Mac, no entanto, os usuários de Linux também podem contar com boas ferramentas para criar games.

Game Engine: exemplos

Alguns motores de jogos já caíram no gosto das companhias e são aproveitados até anos depois de seu lançamento. Conheça alguns deles:

Unity

A Unity se tornou uma das engines mais populares entre desenvolvedores independentes após seus criadores terem liberado uma edição gratuita em 2009. Através dela, é possível criar games para smartphones, tablets, consoles, browsers e PCs que funcionam tanto no Windows, quanto no Mac OS. 

Unreal 

A Unreal Engine está por trás de grandes franquias como Mortal Kombat X, Batman, Borderlands, Tekken 7 e BioShock 2. Ela foi desenvolvida pela Epic Games e foi utilizada pela primeira vez para produzir um jogo de tiro e hoje é usada como base para vários estilos de jogos.

Uma curiosidade é que o núcleo da engine foi escrito na linguagem C + +, o que possibilita uma boa portabilidade para diversos consoles e sistemas operacionais.

RPG Maker 

Um fato interessante sobre o RPG Maker é que muitos iniciantes de desenvolvimento de jogos acabam optando por ele devido a facilidade e rapidez que ele oferece na criação de um jogo. Entretanto, apesar de parecer uma ferramenta simples, a engine está por trás de sucessos do mundo do RPG como os clássicos Final Fantasy, Chrono Trigger, Dragon Quest e Pokémon.

Game Engine: como escolher a melhor?

A verdade é que não existe a melhor engine, mas sim a que melhor se encaixa com o jogo que você quer criar e seu nível de conhecimento. Uma boa dica é conhecer os nossos cursos que te darão um panorama completo das engines mais utilizadas no momento. 

Com a “Unreal Engine 4 do zero ao PRO”, você vai  explorar todos os recursos de uma das principais Game Engines do mercado. Além disso, ao longo do curso você vai poder criar jogos de diferentes gêneros e estilos. 

Além disso, com o “Unity do zero ao PRO”, você se tornará  um desenvolvedor de jogos em uma das plataformas mais populares, além de criar 3 games com mecânicas diferentes usando recursos prontos e seus próprios modelos feitos no Blender. 

Nosso programa é estruturado de forma lógica e progressiva, então não se preocupe se você está começando agora ou se não tem conhecimento em programação. Vamos te ensinar desde o começo!

Além disso, é importante que você esteja em constante atualização para se destacar na concorrência. Como? Conhecendo as novas ferramentas da sua área, estudando com mentores altamente qualificados e tendo o auxílio de uma escola que pode e vai te orientar. É isso o que fazemos aqui na Mentorama, e é por isso que somos considerada a escola online das profissões mais procuradas. 

Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução! Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos ajudá-lo a dominar as engines mais usadas do momento em poucos meses.

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5 TED Talks para designers de jogos

TED Talks (Tecnologia, Entretenimento e Design) são vídeos de conferência realizados em diversos países. Em geral, são falas curtas, de até 18 minutos, que têm como principal objetivo propagar ideias que valem a pena divulgar e introduzir novos pontos de vista em determinados assuntos.

Há 20 anos, o tema de muitas reportagens têm sido o video game e seu impacto na sociedade. Os palestrantes incluem desenvolvedores renomados e outros representantes da indústria. Nesse artigo, selecionamos 5 TED Talks que todo profissional da área de game design deveria assistir! Continue lendo e saiba quais são eles.

Leia também: Design: dicas para ter criatividade

Shimpei Takahashi: jogue este jogo para ter ideias originais

Nesse TED, Takahashi fala sobre a técnica de Shiritori que despertou sua imaginação. Shiritori é um jogo no qual você cria cadeias de palavras, onde cada nova palavra começa com a última letra da anterior e todas as palavras que vêm à mente estão associadas ao tópico e à ideia em que você está trabalhando.

Usando esse método, Shimpei Takahashi criou alguns brinquedos muito populares, entre eles: uma escova de dentes na forma de uma guitarra elétrica e um filme aéreo que você pode estourar infinitamente.

Tom Hulme: o que podemos aprender com os atalhos?

“A empatia pelo que seus clientes desejam é provavelmente o maior indicador de sucesso nos negócios”, diz o designer Tom Hulme. Nesta curta palestra, ele apresenta três exemplos perspicazes da interseção de design e experiência do usuário, onde as pessoas desenvolveram seus próprios caminhos de desejo por necessidade. 

Segundo ele, depois de saber como identificá-los, você começará a notá-los em todos os lugares. Como exemplo, ele pega os “caminhos populares” – caminhos esses que as pessoas trilham para pegar um atalho. Tom traz histórias de “trilhas folclóricas” de diferentes partes do mundo: Brasília e Boston, a University of California e o American Institute of Health, o aeroporto e os acessos ao estádio de futebol.

Yves Morieux: seis regras para simplificar a crescente complexidade profissional

Por que as pessoas se sentem tão infelizes e descomprometidas com o ambiente de trabalho? A resposta é que, hoje em dia, a complexidade dos negócios é cada vez maior e mais estonteante. Além disso, os pilares tradicionais da gestão estão obsoletos, de acordo com Yves Morieux. 

Com isso, ele afirma que cabe aos funcionários se desdobram para dar conta das interdependências. Nesta palestra dinâmica, Morieux apresenta as seis regras da “simplicidade inteligente”. 

Amy Green: um videogame para lidar com a dor

Em 2010, Joel, o terceiro filho de Amy, foi diagnosticado com um tumor cerebral de crescimento rápido. A quimioterapia não ajudou, e os médicos previram vários meses de vida para o menino. Então Amy veio com uma história sobre o bravo cavaleiro Joel, que lutou com o dragão chamado Câncer. 

Ela contava essa história aos filhos mais velhos ao colocá-los na cama e, todas as noites, ela contava a continuação das aventuras de Joel. A lenda não precisava terminar com a derrota do cavaleiro – o tratamento paliativo deu a Joel vários anos de vida. Então Amy e seu marido decidiram traduzir a experiência da família em um videogame – e contar como eles se sentem.

David Perry: sobre Design 

Primeiro, David conta com muito humor como decidiu fazer jogos – na atmosfera da guerra civil na Irlanda. Em seguida, o designer de jogos compartilha as estatísticas da indústria de videogames: por exemplo, homens e mulheres têm quase o mesmo interesse em jogos, a idade média de um jogador em 2005 é de 30 anos, entretanto, os jogos são comprados por pessoas que já passaram dos 37.

Na segunda parte de sua palestra, David se dirige a um colega, Michael que gravou um vídeo emocionante sobre por que ele se considera viciado em jogos, por que não tem medo desse vício e por que os jogos se tornarão uma grande área de arte e propaganda em um futuro próximo.

Esperamos que esse compilado de TED Talks possam te ajudar a dar um upgrade na sua carreira e lembre-se: essas palestras valem o “play” e a hora de ingressar em uma carreira de sucesso é aqui e agora.

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FPS: Além do headshot

Muitos games de FPS são ambientados em mapas inspirados em locais reais, mas o jogo nunca vai te contar isso. 

Antes de ler o texto, pare e pense na pergunta: Quando você está jogando um game de FPS, você só atira no adversário ou presta atenção nos detalhes em volta do mapa?

Enquanto você pensa, é importante relembrar o que são os games de FPS. Eles nasceram nos anos 80 e explodiram na década seguinte. FPS é a sigla em inglês para First-Person Shooters. Ou seja, jogos em que a visão do personagem é em primeira pessoa. 

Os FPS possibilitam uma maior imersão no gameplay e se tornaram praticamente um sinônimo de games de tiro, mas também existem games de combate corpo a corpo e até RPGs, como o Cyberpunk 2020 (levanta a mão aí quem se decepcionou com ele o/).

Voltando ao primeiro parágrafo, se a sua resposta foi NÃO, então preciso dizer que você está jogando FPS errado. Os produtores de games desse gênero colocam diversos elementos nos mapas, nas skins e até em nomes de armas que são na verdade uma referência – os famosos easter eggs. 

Além disso, muitas vezes os games possuem um cenários pensado nos mínimos detalhes e que não fará tanta diferença na gameplay, mas se você pesquisar poderá tornar a experiência ainda mais imersiva.

WARZONE

O Warzone foi lançado em 2020 como Battle Royale do Call of Duty: Modern Warfare. O jogo se passa no mapa chamado Verdansk, uma cidade fictícia no fictício país da Kastóvia, uma ex-república da União Soviética. Porém de fictício apenas o nome. 

Verdansk é uma releitura de… Donetsk! Uma cidade que na vida real fica na Ucrânia e nos últimos anos esteve envolvida em um confronto armado. Mas é claro que o jogo não vai te contar isso, você só percebe que é Donetsk quando compara fotos do antigo mapa do Warzone (sim, Verdansk explodiu e agora jogamos na sua versão dos anos 80) com os locais reais de Donetsk.

Alguns locais reais são o aeroporto, onde até a sua destruição foi recriada com fidelidade, a característica torre de controle do aeroporto, uma rede de supermercados (a famigerada superstore do game existe na vida real) e o estádio, que na verdade era uma representação da Donbass Arena, casa do Shakhtar Donetsk. 

Inclusive lembra que eu falei que Verdansk explodiu e agora estamos jogando em uma versão de 1984? Bom, os produtores não deixaram isso passar em branco e no local que estava o moderno estádio de futebol, colocaram um estádio antigo, bem raiz, que na verdade é uma representação perfeita do antigo estádio do Shakhtar e que foi demolido em 2004 para a construção da nova arena – o game imitando a vida.

Vale destacar que também existem outros locais da Ucrânia presentes no mapa de Verdansk, como o parlamento ucraniano que fica em Kiev e um centro de natação que é uma referência à tragédia de Chernobyl. 

VALORANT

O Valorant foi lançado em 2020 pela Riot Games e é um FPS tático 5×5. O game possui diversos mapas e todos eles possuem nomes fictícios, mas suas localizações são bem reais.

O mapa Split é uma representação de Shibuya, um famoso bairro de Tóquio. Existem até lojas no mapa, afinal Shibuya é famoso por ser um importante centro comercial. O polêmico Icebox é uma representação da costa da Ilha Bennett, localizada na Rússia, ao norte do Mar da Sibéria. 

Haven é Thimphu, a capital do Butão. Existe até um chaveiro para colocar na arma que possui o nome ‘Porto Seguro’ e na verdade é uma referência ao Tiger’s Nest, cartão postal do país. Ascent é uma versão flutuante de Veneza e também possui um chaveiro chamado Ascent Flutuante que é uma representação do Campanário de São Marcos.

FREE FIRE

O battle royale mobile lançado em 2017 também tem as suas referências. 

O mapa Kalahari, por exemplo, tem o nome inspirado no deserto africano de 900 m². Na vida real, a maior parte do deserto está no território de Botswana, no sul do continente. Kalahari é uma palavra que significa “grande sede”. 

ATENÇÃO AOS DETALHES

Você pode jogar 200 horas e o jogo nunca vai te contar sobre esses detalhes, mas eles estão lá e são um exemplo de como o desenvolvimento de um game exige pesquisa e cuidado aos detalhes.

Na próxima vez que você puxar uma partida online, dê uma olhada no cenário ao redor, é bem possível que possa existir na vida real. Só cuidado para não morrer na partida enquanto estiver distraído, hein?

Conhece outra referência legal do mundo dos FPS? Deixa aí nos comentários que eu vou adorar conferir!

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Ubisoft: Três franquias, uma teoria

E aí galera que não larga o controle e que está sempre com o mouse afiado! Hoje nós vamos falar sobre uma das maiores teorias da conspiração dos últimos anos: A Teoria Ubisoft.

A Ubisoft é uma desenvolvedora de games francesa e nas últimas décadas lançou franquias que se consagraram no universo gamer, como: Assassin’s Creed, Far Cry, Watch Dogs, Just Dance, Rainbow Six, além do saudoso Prince of Persia (saudades PS2). 

Porém, nos últimos anos, começou a rolar um boato de  que todos os jogos da franquia estão no mesmo universo, ou seja, todos os eventos estão interligados.

Ok, nós sabemos que a internet é lotada de teorias da conspiração, mas isso começou a fazer sentido há algum tempo. O ano era 2012, o mundo estava beirando o seu fim por causa do famigerado Calendário Maia e o primeiro Far Cry era lançado. O protagonista, Jason Brody, tinha a habilidade de enxergar através de objetos sólidos. 

Até aí tudo parecia normal, se não fosse por um detalhe: essa habilidade é bem característica do jogo da franquia Assassin ‘s Creed, onde os protagonistas fazem parte de uma ordem milenar de assassinos e enfrentam secretamente outra ordem milenar, a dos Templários.

Essa guerra envolve anônimos, celebridades, personagens históricos e uma raça humanóide que viveu há 75 mil anos na Terra (ufa). 

Durante os eventos de Far Cry 3, Jason perde seu dedo anelar, justamente o mesmo que falta nos membros da ordem dos assassinos. É importante ressaltar que até esse ponto as pessoas ficavam em dúvidas sobre a teoria, pois poderia ser simplesmente uma referência que a Ubisoft havia colocado. 

Entretanto, a história começa a ficar ainda mais interessante quando chega  a DLC do Far Cry 3 com uma instalação da Abstergo e notas sobre memória genética, conectando novamente ao universo de Assassin ‘s Creed. 

Ainda em Far Cry 3, nós temos uma adaga chinesa, muito semelhante aos artefatos ancestrais de AC. Enquanto em  Far Cry 4 temos a lenda de um objeto brilhante que controla mentes, igual as Peças do Éden, presentes em Assassin ‘s Creed. Falando em artefatos e Peças do Éden, existe uma grande possibilidade de que Prince of Persia também esteja nesse meio.

Uma vez é acidente, duas é coincidência e três é Ubisoft!

Em Assassin ‘s Creed IV: Black Flag, o jogo nos apresenta Olivier Garneau, diretor da Abstergo. Em certo momento, ele vai para uma reunião e simplesmente desaparece. Em seguida,  ele aparece em Watch_Dogs, quando é assassinado pelo protagonista em uma missão secundária. 

Esse evento ligou oficialmente as três franquias da Ubisoft e explodiu a cabeça dos fãs. Em  Assassin ‘s Creed: Origins, é possível encontrar uma foto mostrando Aiden, protagonista de Watch_Dogs, assassinando Olivier. 

Conspiração ou surto coletivo?

Bom, dado os fatos, provavelmente tudo começou como uma simples brincadeira entre os produtores de cada franquia. Porém, os easter eggs saíram do controle e agora estamos falando de um universo compartilhado.

A verdade é que as possibilidades de explorar são infinitas. Será que a Ubisoft vai sustentar isso? Teremos que esperar os próximos títulos da empresa.

Ah, não esqueça de deixar sua opinião sobre essa teoria nos comentários! Vou adorar saber.