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5 TED Talks para designers de jogos

TED Talks (Tecnologia, Entretenimento e Design) são vídeos de conferência realizados em diversos países. Em geral, são falas curtas, de até 18 minutos, que têm como principal objetivo propagar ideias que valem a pena divulgar e introduzir novos pontos de vista em determinados assuntos.

Há 20 anos, o tema de muitas reportagens têm sido o video game e seu impacto na sociedade. Os palestrantes incluem desenvolvedores renomados e outros representantes da indústria. Nesse artigo, selecionamos 5 TED Talks que todo profissional da área de game design deveria assistir! Continue lendo e saiba quais são eles.

Leia também: Design: dicas para ter criatividade

Shimpei Takahashi: jogue este jogo para ter ideias originais

Nesse TED, Takahashi fala sobre a técnica de Shiritori que despertou sua imaginação. Shiritori é um jogo no qual você cria cadeias de palavras, onde cada nova palavra começa com a última letra da anterior e todas as palavras que vêm à mente estão associadas ao tópico e à ideia em que você está trabalhando.

Usando esse método, Shimpei Takahashi criou alguns brinquedos muito populares, entre eles: uma escova de dentes na forma de uma guitarra elétrica e um filme aéreo que você pode estourar infinitamente.

Tom Hulme: o que podemos aprender com os atalhos?

“A empatia pelo que seus clientes desejam é provavelmente o maior indicador de sucesso nos negócios”, diz o designer Tom Hulme. Nesta curta palestra, ele apresenta três exemplos perspicazes da interseção de design e experiência do usuário, onde as pessoas desenvolveram seus próprios caminhos de desejo por necessidade. 

Segundo ele, depois de saber como identificá-los, você começará a notá-los em todos os lugares. Como exemplo, ele pega os “caminhos populares” – caminhos esses que as pessoas trilham para pegar um atalho. Tom traz histórias de “trilhas folclóricas” de diferentes partes do mundo: Brasília e Boston, a University of California e o American Institute of Health, o aeroporto e os acessos ao estádio de futebol.

Yves Morieux: seis regras para simplificar a crescente complexidade profissional

Por que as pessoas se sentem tão infelizes e descomprometidas com o ambiente de trabalho? A resposta é que, hoje em dia, a complexidade dos negócios é cada vez maior e mais estonteante. Além disso, os pilares tradicionais da gestão estão obsoletos, de acordo com Yves Morieux. 

Com isso, ele afirma que cabe aos funcionários se desdobram para dar conta das interdependências. Nesta palestra dinâmica, Morieux apresenta as seis regras da “simplicidade inteligente”. 

Amy Green: um videogame para lidar com a dor

Em 2010, Joel, o terceiro filho de Amy, foi diagnosticado com um tumor cerebral de crescimento rápido. A quimioterapia não ajudou, e os médicos previram vários meses de vida para o menino. Então Amy veio com uma história sobre o bravo cavaleiro Joel, que lutou com o dragão chamado Câncer. 

Ela contava essa história aos filhos mais velhos ao colocá-los na cama e, todas as noites, ela contava a continuação das aventuras de Joel. A lenda não precisava terminar com a derrota do cavaleiro – o tratamento paliativo deu a Joel vários anos de vida. Então Amy e seu marido decidiram traduzir a experiência da família em um videogame – e contar como eles se sentem.

David Perry: sobre Design 

Primeiro, David conta com muito humor como decidiu fazer jogos – na atmosfera da guerra civil na Irlanda. Em seguida, o designer de jogos compartilha as estatísticas da indústria de videogames: por exemplo, homens e mulheres têm quase o mesmo interesse em jogos, a idade média de um jogador em 2005 é de 30 anos, entretanto, os jogos são comprados por pessoas que já passaram dos 37.

Na segunda parte de sua palestra, David se dirige a um colega, Michael que gravou um vídeo emocionante sobre por que ele se considera viciado em jogos, por que não tem medo desse vício e por que os jogos se tornarão uma grande área de arte e propaganda em um futuro próximo.

Esperamos que esse compilado de TED Talks possam te ajudar a dar um upgrade na sua carreira e lembre-se: essas palestras valem o “play” e a hora de ingressar em uma carreira de sucesso é aqui e agora.

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FPS: Além do headshot

Muitos games de FPS são ambientados em mapas inspirados em locais reais, mas o jogo nunca vai te contar isso. 

Antes de ler o texto, pare e pense na pergunta: Quando você está jogando um game de FPS, você só atira no adversário ou presta atenção nos detalhes em volta do mapa?

Enquanto você pensa, é importante relembrar o que são os games de FPS. Eles nasceram nos anos 80 e explodiram na década seguinte. FPS é a sigla em inglês para First-Person Shooters. Ou seja, jogos em que a visão do personagem é em primeira pessoa. 

Os FPS possibilitam uma maior imersão no gameplay e se tornaram praticamente um sinônimo de games de tiro, mas também existem games de combate corpo a corpo e até RPGs, como o Cyberpunk 2020 (levanta a mão aí quem se decepcionou com ele o/).

Voltando ao primeiro parágrafo, se a sua resposta foi NÃO, então preciso dizer que você está jogando FPS errado. Os produtores de games desse gênero colocam diversos elementos nos mapas, nas skins e até em nomes de armas que são na verdade uma referência – os famosos easter eggs. 

Além disso, muitas vezes os games possuem um cenários pensado nos mínimos detalhes e que não fará tanta diferença na gameplay, mas se você pesquisar poderá tornar a experiência ainda mais imersiva.

WARZONE

O Warzone foi lançado em 2020 como Battle Royale do Call of Duty: Modern Warfare. O jogo se passa no mapa chamado Verdansk, uma cidade fictícia no fictício país da Kastóvia, uma ex-república da União Soviética. Porém de fictício apenas o nome. 

Verdansk é uma releitura de… Donetsk! Uma cidade que na vida real fica na Ucrânia e nos últimos anos esteve envolvida em um confronto armado. Mas é claro que o jogo não vai te contar isso, você só percebe que é Donetsk quando compara fotos do antigo mapa do Warzone (sim, Verdansk explodiu e agora jogamos na sua versão dos anos 80) com os locais reais de Donetsk.

Alguns locais reais são o aeroporto, onde até a sua destruição foi recriada com fidelidade, a característica torre de controle do aeroporto, uma rede de supermercados (a famigerada superstore do game existe na vida real) e o estádio, que na verdade era uma representação da Donbass Arena, casa do Shakhtar Donetsk. 

Inclusive lembra que eu falei que Verdansk explodiu e agora estamos jogando em uma versão de 1984? Bom, os produtores não deixaram isso passar em branco e no local que estava o moderno estádio de futebol, colocaram um estádio antigo, bem raiz, que na verdade é uma representação perfeita do antigo estádio do Shakhtar e que foi demolido em 2004 para a construção da nova arena – o game imitando a vida.

Vale destacar que também existem outros locais da Ucrânia presentes no mapa de Verdansk, como o parlamento ucraniano que fica em Kiev e um centro de natação que é uma referência à tragédia de Chernobyl. 

VALORANT

O Valorant foi lançado em 2020 pela Riot Games e é um FPS tático 5×5. O game possui diversos mapas e todos eles possuem nomes fictícios, mas suas localizações são bem reais.

O mapa Split é uma representação de Shibuya, um famoso bairro de Tóquio. Existem até lojas no mapa, afinal Shibuya é famoso por ser um importante centro comercial. O polêmico Icebox é uma representação da costa da Ilha Bennett, localizada na Rússia, ao norte do Mar da Sibéria. 

Haven é Thimphu, a capital do Butão. Existe até um chaveiro para colocar na arma que possui o nome ‘Porto Seguro’ e na verdade é uma referência ao Tiger’s Nest, cartão postal do país. Ascent é uma versão flutuante de Veneza e também possui um chaveiro chamado Ascent Flutuante que é uma representação do Campanário de São Marcos.

FREE FIRE

O battle royale mobile lançado em 2017 também tem as suas referências. 

O mapa Kalahari, por exemplo, tem o nome inspirado no deserto africano de 900 m². Na vida real, a maior parte do deserto está no território de Botswana, no sul do continente. Kalahari é uma palavra que significa “grande sede”. 

ATENÇÃO AOS DETALHES

Você pode jogar 200 horas e o jogo nunca vai te contar sobre esses detalhes, mas eles estão lá e são um exemplo de como o desenvolvimento de um game exige pesquisa e cuidado aos detalhes.

Na próxima vez que você puxar uma partida online, dê uma olhada no cenário ao redor, é bem possível que possa existir na vida real. Só cuidado para não morrer na partida enquanto estiver distraído, hein?

Conhece outra referência legal do mundo dos FPS? Deixa aí nos comentários que eu vou adorar conferir!

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Ubisoft: Três franquias, uma teoria

E aí galera que não larga o controle e que está sempre com o mouse afiado! Hoje nós vamos falar sobre uma das maiores teorias da conspiração dos últimos anos: A Teoria Ubisoft.

A Ubisoft é uma desenvolvedora de games francesa e nas últimas décadas lançou franquias que se consagraram no universo gamer, como: Assassin’s Creed, Far Cry, Watch Dogs, Just Dance, Rainbow Six, além do saudoso Prince of Persia (saudades PS2). 

Porém, nos últimos anos, começou a rolar um boato de  que todos os jogos da franquia estão no mesmo universo, ou seja, todos os eventos estão interligados.

Ok, nós sabemos que a internet é lotada de teorias da conspiração, mas isso começou a fazer sentido há algum tempo. O ano era 2012, o mundo estava beirando o seu fim por causa do famigerado Calendário Maia e o primeiro Far Cry era lançado. O protagonista, Jason Brody, tinha a habilidade de enxergar através de objetos sólidos. 

Até aí tudo parecia normal, se não fosse por um detalhe: essa habilidade é bem característica do jogo da franquia Assassin ‘s Creed, onde os protagonistas fazem parte de uma ordem milenar de assassinos e enfrentam secretamente outra ordem milenar, a dos Templários.

Essa guerra envolve anônimos, celebridades, personagens históricos e uma raça humanóide que viveu há 75 mil anos na Terra (ufa). 

Durante os eventos de Far Cry 3, Jason perde seu dedo anelar, justamente o mesmo que falta nos membros da ordem dos assassinos. É importante ressaltar que até esse ponto as pessoas ficavam em dúvidas sobre a teoria, pois poderia ser simplesmente uma referência que a Ubisoft havia colocado. 

Entretanto, a história começa a ficar ainda mais interessante quando chega  a DLC do Far Cry 3 com uma instalação da Abstergo e notas sobre memória genética, conectando novamente ao universo de Assassin ‘s Creed. 

Ainda em Far Cry 3, nós temos uma adaga chinesa, muito semelhante aos artefatos ancestrais de AC. Enquanto em  Far Cry 4 temos a lenda de um objeto brilhante que controla mentes, igual as Peças do Éden, presentes em Assassin ‘s Creed. Falando em artefatos e Peças do Éden, existe uma grande possibilidade de que Prince of Persia também esteja nesse meio.

Uma vez é acidente, duas é coincidência e três é Ubisoft!

Em Assassin ‘s Creed IV: Black Flag, o jogo nos apresenta Olivier Garneau, diretor da Abstergo. Em certo momento, ele vai para uma reunião e simplesmente desaparece. Em seguida,  ele aparece em Watch_Dogs, quando é assassinado pelo protagonista em uma missão secundária. 

Esse evento ligou oficialmente as três franquias da Ubisoft e explodiu a cabeça dos fãs. Em  Assassin ‘s Creed: Origins, é possível encontrar uma foto mostrando Aiden, protagonista de Watch_Dogs, assassinando Olivier. 

Conspiração ou surto coletivo?

Bom, dado os fatos, provavelmente tudo começou como uma simples brincadeira entre os produtores de cada franquia. Porém, os easter eggs saíram do controle e agora estamos falando de um universo compartilhado.

A verdade é que as possibilidades de explorar são infinitas. Será que a Ubisoft vai sustentar isso? Teremos que esperar os próximos títulos da empresa.

Ah, não esqueça de deixar sua opinião sobre essa teoria nos comentários! Vou adorar saber.

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Como é o mercado de games no Brasil?

A pandemia tem sido um motivo de preocupação para grande parte dos negócios, exceto para a indústria de games. Mesmo em meio ao isolamento social, o mercado de games registrou números favoráveis e foi um dos setores que mais cresceu durante esse período. Continue lendo e saiba como é o mercado de games no Brasil.

Mercado de games no Brasil: como está?

Se existe um setor que não sofreu com a pandemia, esse setor com certeza foi o de games. As empresas faturaram em 2020, ao redor do mundo, mais de US$160 bilhões. Os dados representam um crescimento de 12% em relação a 2019. 

Para se ter uma ideia do quanto esses números são expressivos, a indústria do cinema movimenta cerca de US$50 bilhões por ano, enquanto a da música, pouco mais de US$20 bilhões. Ou seja, o mercado de entretenimento digital já é superior ao da música e do cinema juntos!

Segundo a pesquisa mais recente da Superdata, empresa do grupo Nielsen, o total gasto em jogos digitais em março do ano passado superou US $10 bilhões (cerca de R$ 56 bilhões) no mundo, representando o recorde do valor mensal. 

Ao realizar uma comparação com o mesmo período de 2019, o maior crescimento foi apresentado nos jogos para console (ou videogames de mesa) com 42%; em seguida vêm os jogos para celulares (14%) e por último os de computador (12%).

Mercado de games no Brasil durante a pandemia

Com a necessidade de adaptação devido a pandemia de coronavírus, desenvolvedoras de jogos, campeonatos profissionais e grandes eventos de games tiveram que migrar para o online. 

Equipes de produção de games também sofreram com as mudanças, tendo que alterar a agenda de diversos lançamentos por conta do trabalho remoto. Porém, isso não impediu que novos jogos do mercado fizessem sucesso entre o público. 

The Last of Us Part II e Ghost of Tsushima, dois games aguardados para o console PlayStation 4, tiveram as datas adiadas, mas alcançaram resultados impressionantes com 4 milhões e 2,5 milhões de unidades vendidas, respectivamente, nos três primeiros dias após o lançamento – os jogos são vendidos no Brasil por R$ 250.

Hoje, o Brasil conta com 84 milhões de usuários (70% da população on-line), dos quais 64,3 milhões utilizam apenas dispositivos móveis, 8,4 milhões acessam os jogos eletrônicos por mais de uma plataforma e 11,6 milhões se conectam apenas pelo desktop. Os dados apontam, ainda, que os gamers são mais engajados no mobile, crescido em média  8% mais tempo gasto por eles nos dispositivos móveis.

Mercado de games: carreira promissora e altamente requisitada

Agora que você já sabe como é o mercado de games no Brasil, que tal transformar sua paixão por jogos em profissão? 

Para os entusiastas de plantão, trago boas notícias: a primeira é que você será muito bem pago e a segunda é que não lhe faltará trabalho: o setor de games é o segundo maior mercado na América Latina e uma das áreas mais promissoras e bem requisitadas do momento.

Segundo Eduardo Carneiro, Diretor Geral da Comscore no Brasil, o mercado de games no Brasil segue em constante expansão e mostra-se cada vez mais dominante. O país é o único da América Latina que figura entre os top 5 no ranking daqueles com maior número de usuários na categoria de jogos on-line, com uma média mensal de horas consumidas maior que China, Índia e outros líderes no mundo.

Como o setor não se resume ao desenvolvimento de jogos, há oportunidades de negócios em diversas áreas. Hoje existem empresas de assessoria de imprensa, advocacia, agências de marketing, lojas de periféricos e até de roupas para esse tipo de público. 

O mercado é gigantesco e o que antes era uma coisa amadora,  hoje é uma fonte lucrativa para muitas pessoas que visualizaram uma forma de incorporar ao mercado aquilo que sabem fazer. 

Incrível, não? Agora é a hora de tirar seus sonhos do papel e embarcar em uma carreira que pode te proporcionar no mínimo muito sucesso! Se você tem interesse na área mas não tem conhecimento, não se preocupe! Nós te ajudamos a dar o play nesse sonho.

Uma indústria que cresce tão rápido que há carência de profissionais: desenvolvedores de game, artistas conceituais, modeladores 3D, animadores, especialistas em mecânica de jogo, game designers. Entre no mundo de desenvolvimento de Game e faça da sua paixão o seu ganha pão!

Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução! Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos ajudá-lo a ingressar nessa área que está em ascensão.

 

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Designer de Games: tudo sobre a carreira e profissão!

Você já pensou em transformar a sua paixão por games em profissão e ser muito bem remunerado por isso? Parece mentira, mas não é. A hora de ingressar na carreira de Designer de Games  é aqui e agora!

Para os entusiastas de plantão, trago boas notícias: a primeira é que você será muito bem pago e a segunda é que não lhe faltará trabalho: a área de Design de Games é o segundo maior mercado na América Latina e uma das áreas mais promissoras e bem requisitadas do momento. Continue lendo e saiba tudo sobre o curso, o que faz e como é o mercado de trabalho!

Designer de Games: o que faz?

O Designer de Games é responsável por criar e desenvolver jogos eletrônicos para computadores, celulares, tablets ou consoles de videogame. Além de atuar no desenvolvimento de jogos recreativos, ele constrói games que tenham um propósito, seja para entretenimento, publicidade, educação ou empresas. 

O Designer de Games desempenha um importante papel fazendo parte de todos os processos do desenvolvimento de um jogo, atuando desde a criação da ideia até a divulgação. Por esse motivo, esse profissional deve ter conhecimento sobre um pouco de tudo: programação, marketing, narrativa, design, roteiro e música.

Para isso, ele deve analisar as tendências do mercado, o comportamento e as características do grupo a qual competem o jogo. O profissional de Design de Games não cuida apenas do roteiro e dos cenários, mas também das tecnologias de modelagem e da linguagem multimídia, que compreendem som e imagem.

Designer de Games: qual é o perfil?

Quem faz Design de Games precisa saber trabalhar em equipe, estar por dentro da tecnologia, ter apreço pelo mundo gamer para criar jogos realmente interessantes e inovadores, saber um pouco de programação, ter uma boa relação com a matemática, além de ter uma noção de roteiros, criação de histórias e design gráfico. 

Ou seja, o profissional interessado na área de design de games precisa ter uma visão ampla do jogo, sabendo como cada elemento se encaixa com os outros. Enquanto um programador de jogos se dedica somente ao código, por exemplo, o Designer de Games precisa conhecer todos os aspectos de desenvolvimento do jogo.

Designer de Games: como é o mercado de trabalho?

O Brasil é o 11º maior mercado de jogos digitais do mundo. Em termos de crescimento da indústria de desenvolvimento de games, o Brasil fica atrás apenas do México.

A carreira de design de games é, sem dúvidas, uma das mais promissoras e bem remuneradas, isso porque a demanda por profissionais da área só cresce. A estimativa, segundo a pesquisa global de entretenimento e mídia, da PricewaterhouseCoopers (PwC), é que o mercado de games no Brasil cresça em torno de 5,3% até 2022.

Segundo o Glassdoor, R$ 4.275,00 é a média salarial de um Designer de Games no Brasil, até R$ 9.000,00 para um Head Designer.

Designer de Games: onde posso trabalhar?

O profissional dessa área pode trabalhar em diferentes segmentos, podendo atuar em:

  • Gameplay: aprenda a criar um jogo animador, para que os jogadores não fiquem entediados, trabalhando no enredo e na construção dos personagens e heróis;
  • Equilíbrio:  aprenda a criar regras que sejam justas para o jogador, equilibrando o sistema de desafios e recompensas;
  • Mecanismo do jogo: aprenda como os dois melhores mecanismos de jogos atuais, Unreal Engine 4 e Unity, funcionam e como criar game com eles;
  • Trabalho em equipe: tenha uma ideia da estrutura do estúdio de criação e a função dos participantes do projeto e aprenda a falar a mesma língua que eles e a estabelecer decisões claras;
  • Fazendo o protótipo: aprenda o básico do mecanismo de game e saiba como testar ideias para aprimorar o game, formulando hipóteses e testando;
  • Lançamento: Consiga analisar o mercado, aprenda a trabalhar com um editor e calcular riscos, promovendo um projeto e desenvolvendo um modelo financeiro.

As principais vagas estão em desenvolvedoras de jogos, que contrata o especialista para atuar na criação dos games, definindo roteiro, tema, gênero, número de fases e desafios. Mas também é possível atuar em agências de publicidade, estúdios de arte e animação, produtoras de vídeo e cinema, produtoras de sites para a internet e até mesmo em agências de desenvolvimento de software.

Além disso, muitos profissionais da área se reúnem para criar pequenos estúdios com o intuito de produzir games vendidos pela internet para jogadores do Brasil e do resto do mundo. 

Designer de Games: como posso me tornar um?

Como pudemos ver, são inúmeras as possibilidades para os futuros designers de games. 

Se você está em dúvida ou não sabe por onde começar, fique tranquilo! Nós oferecemos todo o suporte necessário para maximizar suas habilidades e transformá-los em sucesso.

Com o Design de Games: do zero ao PRO, você dominará o fascinante processo da criação de um game, atuando desde o desenvolvimento do conceito e implementação de mecânicas até a prototipagem, balanceamento e processo de publicação! 

Como? Você contará com a mentoria de líderes da indústria de jogos e, até o final do curso, irá criar o seu próprio portfólio de Game Designer que será avaliado por empregadores em potencial.

São 8 meses aprendendo na prática, um jogo real para turbinar seu portfólio e o auxílio de um mentor expert na área para acompanhar seu progresso de perto, corrigindo tarefas e dando dicas para o seu desenvolvimento profissional.

Sua expertise após o curso:

  • Gameplay: aprenda a criar um jogo animador, para que os jogadores não fiquem entediados, trabalhando no enredo e na construção dos personagens e heróis;
  • Equilíbrio:  aprenda a criar regras que sejam justas para o jogador, equilibrando o sistema de desafios e recompensas;
  • Mecanismo do jogo: aprenda como os dois melhores mecanismos de jogos atuais, Unreal Engine 4 e Unity, funcionam e como criar game com eles;
  • Trabalho em equipe: tenha uma ideia da estrutura do estúdio de criação e a função dos participantes do projeto e aprenda a falar a mesma língua que eles e a estabelecer decisões claras;
  • Fazendo o protótipo: aprenda o básico do mecanismo de game e saiba como testar ideias para aprimorar o game, formulando hipóteses e testando;
  • Lançamento: Consiga analisar o mercado, aprenda a trabalhar com um editor e calcular riscos, promovendo um projeto e desenvolvendo um modelo financeiro.

Incrível, não? Agora é a hora de tirar seus sonhos do papel e embarcar em uma carreira que pode te proporcionar no mínimo muito sucesso!

Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução! Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos ajudá-lo a se tornar um Designer de Games.

 

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Como construir um personagem 3D do início ao fim

Olá! Meu nome é Luciano Soares e sou artista 3D e desenvolvedor de jogos digitais há dez anos e mentor do curso Unreal Engine da Mentorama. Neste artigo, quero mostrar de maneira prática como funciona o processo de criação e pós produção de um personagem 3D. Neste exemplo, eu usei alguns softwares: Blender, Krita, Substance Painter e Photoshop.

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REFERÊNCIAS E MOOD BOARD

A ideia deste personagem 3D nasceu de uma mesa de RPG (Rolling Play Game) de Dungeons and Dragons 5ed. O meu personagem é uma Druida da raça dos Gnomos, então todo o conceito é baseado nas referências dos livros e algumas imagens que encontrei na internet, principalmente no Pinterest, por ter mais acuidade em encontrar o que preciso. 

Uma das coisas que já estava decidido desde o início, por conta do jogo, é que seria uma fêmea que usaria uma máscara para situações de combate, e uma espécie de armadura feita de cascos de animais e árvores pois, dentro do universo deste jogo, Druidas não podem possuir armaduras feitas de metal.

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 BLOCAGEM

Eu sempre inicio personagens pensando no volume e silhueta. Assim posso manter a proporção, mesmo depois de ajustar os detalhes. Então, para esse personagem, pensei numa Gnoma, com estatura muito baixa e proporção de corpo “não-realista”, pois a cabeça é bem maior do que o padrão para um humano “normal”. 

Já aproveito pra pensar em todos acessórios, pelo menos os principais, para já ir vendo como ficam dispostos na modelagem 3D. Todos são feitos separadamente, uso formas bem simples, com modificadores de “enchimento”, neste caso o Solidify para dar espessura.

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TOPOLOGIA

Enquanto vou detalhando os objetos, tenho todo cuidado para não criar polígonos com mais de quatro vértices, sempre seguindo linhas e loops para não ter malhas com formas não usuais e também para facilitar o processo de UV map.

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UV MAP

Neste exemplo, eu fiz mapas separados para porções de objetos. Ao todo são oito mapas de texturas:

2x 1024px para os olhos, sobrancelhas e cabelo;

6x 2048px para pele, roupas, armaduras e acessórios;

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BAKING E PINTURA NO SUBSTANCE PAINTER

Eu gosto muito de já criar o baking dentro do Substance, na maioria das vezes, não tenho problemas. Para alguns modelos bem específicos, é legal fazer esse processo com modelo “explodido”, mas não foi esse o caso aqui.

Levei o modelo inteiro, com todos os itens, porque queria ter a imagem geral de cores e como tudo estava sendo produzido. Assim, consigo ter real noção se as texturas e cores se encaixam com as formas e proposta do conceito.

Muitas vezes, faço o ID color no próprio Blender, para facilitar o processo de seleção no Substance, mas nesse caso ainda tinha algumas dúvidas sobre materiais, então preferi trabalhar com Fill Layers e criar minhas máscaras manualmente (um processo bastante tranquilo e ágil no Substance Painter).  Eu quis trabalhar com materiais que ficassem entre o realista e estilizado. Então misturei alguns processos para chegar no resultado desejado.

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RIGGING

Eu gosto muito de usar como base o Metarig do Blender por já ter os nomes adequados para os bonés iniciais. Mesmo assim eu adiciono controladores específicos para cada personagem ou situação. 

Nesse caso, criei bones adicionais para cabelo, máscara, acessórios e o bastão. Podendo controlar cada etapa das poses e animação separadamente. Também costumo criar controladores para expressões, combinando bones e ShapeKeys.

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RENDER

Eu fiz um pequeno estúdio de luzes e fundo infinito para o render, usei o Cycles, mas o personagem também funciona no real time do  Eevee. Eu ainda prefiro utilizar o Cyles para renderização por conseguir um resultado mais polido. Renderizei com fundo transparente e adicionei no Photoshop a lua, só por conveniência mesmo.

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REAL-TIME

Fiz um pequeno vídeo da viewport do Blender, renderizando com o Eevee para demonstrar o quanto fluído fica. Também levei a personagem para Unreal e Unity para testar algumas animações. Este processo estará em breve no meu ArtStation.

O que achou das dicas para construir um personagem 3D do início ao fim? Não esqueça de deixar sua opinião nos comentários! Vou adorar saber. 

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Mulheres nos games: 5 nomes que você deve conhecer

Se você é uma apaixonada por games e deseja iniciar carreira em uma das áreas que mais cresce no mundo, saiba que chegou a hora de dar o “play” nos seus projetos e dar vida aos seus próprios games. Continue lendo e acompanhe 5 nomes de mulheres nos games que você deve conhecer!

Mariana Boucault

Com dez anos de experiência na indústria de jogos, Mariana Boucault é graduada em Design de Jogos pela Universidade Anhembi Morumbi e atualmente é diretora de monetização da Ubisoft, um dos maiores publishers de games do mundo. 

Mariana trabalhou na economia e balanceamento dos jogos para celular da Behaviour e participou do desenvolvimento de mais de 15 jogos mobile para iOS, Android, Windows Phone e Amazon Store.

Mariana testou ótimos títulos como Call of Duty, God of War, Blur, Family Feud, Deer Hunter, Paperboy, entre outros. Além disso, ela também trabalhou como Líder de QA para jogos desenvolvidos dentro do estúdio.

Com mais de 20 projetos publicados, Mariana Boucault desenvolveu jogos de PC, móveis, consoles e muito mais. Entre seus projetos mais famosos, estão: Turma do Chico Bento, Leap of Fate, For Honor e Pool Trick Shots.

Luísa Cecília

Graduada em Produção Audiovisual e Pós-graduada em Desenvolvimento de Jogos Digitais pela PUCRS, Luísa Cecília é produtora de jogos e seu maior objetivo é proporcionar a outras pessoas experiências memoráveis ​​por meio de jogos.

Luísa trabalha desde 2019 como produtora no Hermit Crab Game Studio, responsável pela franquia “Football Freestyle” com jogos oficiais para celular de grandes times de futebol como Paris-Saint Germain e Arsenal FC.

Atualmente, ela é gerente de projeto da franquia “Football Freestyle”. Sendo responsável por liderar equipes de lançamento de games para os mercados Premium e Free-to-Play, garantindo a qualidade do produto em tempo e escopo limitados.

Além disso, desde 2020 ela faz parte da equipe brasileira de organização do Women Game Jam, uma maratona de desenvolvimento de games voltada para o público cis/ trans feminino e não binário.

Com inúmeros projetos publicados, Luísa Cecília desenvolveu jogos que foram premiados. Entre seus projetos mais famosos, estão: Chiiip, AstroBunny e Hipnotizado. 

Amora Bettany

Em um mercado dominado por homens, Amora Bettany conquistou seu espaço e tem se tornado uma referência para muitas mulheres que desejam iniciar carreira na área de games.

Ela é uma das fundadoras do estúdio de desenvolvimento de games MiniBoss, um negócio que começou por acaso em parceria com o marido Pedro Medeiros, em 2010, e que hoje é uma dos principais estúdios da cena independente de games.

Com apenas 27 anos, Amora Bettany tem jogos de sucesso para chamar de seus. Seus trabalhos mais conhecidos são: Celeste, Out There Somewhere e o aclamado Towerfall. Além disso, ela é uma figura super inspiradora para as meninas que se aventuram pelos pixels.

Renata Rapyo

Com seis anos de experiência em múltiplas áreas e cargos, Renata Rapyo começou sua trajetória com administração, foi para a publicidade e encontrou-se em design. 

Ela é designer de jogos desde 2018 e desde 2019 é organizadora da versão LATAM da Women Game Jam, o maior evento de produção de jogos do mundo realizado apenas com mulheres.

Atualmente, Renata Rapyo é produtora e designer de games. No momento, atua como profissional de marketing, designer de jogos e sistemas baseado no Brasil, criando jogos gratuitos para celular, entre eles estão: Blob, Jamming Dilemma, Cook Me a Story e Logic Pic.

Ana Ribeiro

Sendo uma das pioneiras no desenvolvimento de jogos de realidade virtual no Brasil, Ana Ribeiro é a desenvolvedora do Pixel Ripped: um jogo de realidade virtual que ganhou destaque pela sua originalidade, inovação tecnológica, qualidade gráfica, diversão e, principalmente, nostalgia.

Formada em psicologia, Ana Ribeiro largou seu emprego de funcionária pública em um negócio de venda de empadas para fazer uma pós-graduação em Design e Desenvolvimento de Jogos na National Film and Television School do Reino Unido. Descoberta pela Eurogamer e pela mídia internacional em 2014, o Drops de Jogos passou a acompanhar a carreira dela e descobriu que ela foi a primeira mulher brasileira a desenvolver um jogo em realidade virtual.

Com o grande sucesso de seu jogo, a última versão de Pixel Ripped 1989 chegou na Brasil Game Show 2017 e conquistou milhares de jogadores que lotaram seu estande. Hoje, Ana Ribeiro é um dos nomes mais renomados quando o assunto é desenvolvimento de jogos de realidade virtual no Brasil e mulheres nos games.

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Artista 3D: o que é, o que faz e como é o mercado de trabalho?

Você já pensou em transformar sua paixão por arte em profissão? Se sim, ser um artista 3D é uma boa pedida! Segundo o Indeed, a carreira de artista 3D é uma profissão com alta demanda e muito bem remunerada. Seja nos games, filmes, séries e animações, você algum dia já teve contato com o trabalho de um artista 3D e nem imagina.

Por trás do desenvolvimento de jogos e animações que assistimos no dia a dia, existem pessoas que trabalham com modelagem e animações de personagens e ambientes. Continue lendo e saiba o que é, o que faz e como é o mercado de trabalho para um artista 3D!

Artista 3D: o que faz?

Você sabia que, mesmo indiretamente, o trabalho do artista 3D está presente em seu dia a dia? Você provavelmente já assistiu Toy Story, Os incríveis e outras animações da Disney e Pixar. 

O que essas animações têm em comum? Todas elas possuem o trabalho de um artista 3D! Por trás do desenvolvimento de jogos e animações que assistimos, existem pessoas que trabalham com modelagem e animações de personagens e ambientes. 

Existe uma infinidade de trabalhos que um artista 3D pode desenvolver. Entre as mais comuns, ele atua criando projetos de jogos de vídeo, comerciais e inúmeras campanhas de marketing. 

A rotina desse tipo de artista inclui muito estudo de anatomia, perspectiva e física para que entenda como os objetos interagem entre si em uma animação. 

Independentemente do conhecimento do profissional, sempre há o que aprender, seja técnicas novas, efeitos visuais ou estilos. Com a atualização de softwares, novas possibilidades são propostas a cada ano e, mais do que nunca, é preciso estar alinhado a elas. 

Artista 3D: qual é o perfil?

Para quem deseja se aventurar na área, é essencial ter acima de tudo muita dedicação! Se você tiver um apreço pela arte, ilustração e desenho, já é meio caminho andado.

Entretanto, se esse não for o caso, não se desespere! Muitos estúdios consideram essas habilidades como um diferencial, mas isto não é imprescindível.

O artista 3D precisa dominar programas como o Photoshop, 3ds Max, Pixologic e ZBrush, entender um pouco da física dos seres e objetos e, além disso, pensar também em outros aspectos como cores, iluminação e mapeamento.

Você também precisará conhecer a área e ter muitas referências. Uma boa dica é começar a pesquisar sobre o universo do 3D por meio dos trabalhos e portfólios que são disponibilizados no Behance, DeviantART e ArtStation. 

Artista 3D: como é o mercado de trabalho?

Segundo o Bureau of Labor Statistics, nem todos os modeladores 3D trabalham na indústria. Um levantamento do instituto indica que 27% dos modeladores 3D trabalham de forma autônoma, desenvolvendo projetos para pequenos empresários. 

Ainda de acordo com o Bureau of Labor Statistics, cerca de 13% dos artistas multimídia são empregados na indústria de cinema e vídeo – o maior empregador de artistas de multimídia. 

Além de ser uma profissão ligada diretamente às principais inovações tecnológicas do mercado, um dos grandes benefícios de trabalhar com 3D está no fato de que este mercado tem se mostrado crescente desde o momento em que surgiu.

Segundo o Indeed, a carreira de artista 3D é uma profissão com alta demanda e muito bem remunerada! Além disso, o salário médio para um artista 3D no Brasil com um ano de experiência é de R$ 48.000,00 por ano. 

Artista 3D: onde posso trabalhar?

Profissionais que trabalham com modelagem 3D muitas vezes podem fazer parte de uma equipe de design que desenvolvem projetos de jogos de vídeo, comerciais e inúmeras campanhas de marketing. 

Atuando como artista 3D, você pode trabalhar em diversas áreas e empresas. Entre as mais comuns, podemos citar:

  • Mercado publicitário: o mercado publicitário precisa de ilustradores e o campo de trabalho é bem amplo, podendo atuar desde a criação de mascotes e comerciais, até  vídeos para a internet.
  • Mercado de construção civil: a construção civil utiliza as imagens 3D para tornar os projetos arquitetônicos mais reais, tornando mais fácil a visualização e a aprovação por pessoas que não são da área.
  • Mercado de games: o mercado de games está em alta no Brasil, você poderá atuar criando personagens, ambientes e jogos;
  • Mercado de entretenimento: as produtoras de filmes, séries, novelas e seriados precisam de animadores 3D para criarem animações que possam reproduzir situações reais, personagens e aberturas.

Para quem deseja trabalhar produzindo conteúdo tridimensional, como funcionários de empresas, há diversas vagas disponíveis em produtoras, estúdios de cinema, agências de comunicação visual e publicidade, emissoras de TV, gráficas, escritórios de arquitetura, e muito mais.

Artista 3D: como posso me tornar um?

Como pudemos ver, o mercado de trabalho para profissionais da área é extremamente promissor. 

Se você está em dúvida ou não sabe por onde começar, fique tranquilo! Nós oferecemos todo o suporte necessário para maximizar suas habilidades e transformá-las em sucesso.

Com o Profissão Artista 3D, você vai ter acesso a quatro cursos diferentes: 

  • Modelagem 3D: aprenda na prática como criar uma representação tridimensional de qualquer objeto. Sabe quando você está jogando e se depara com personagens e cenários repletos de detalhes e texturas? Eles foram criados usando a técnica de Modelagem 3D;
  • Matte Painting: saiba como criar mundos e cenários artificiais para filmes e séries. Sabe os cenários incríveis e ultra realistas de Game of Thrones? Eles foram criados com a técnica do Matte Painting;
  • Animação 3D: aprenda como moldar, criar e manipular objetos para filmes e animações. Sabe quando você está vendo um filme no cinema e se surpreende com os movimentos ultra realistas dos personagens? Isso acontece graças às técnicas da Animação 3D;
  • Photoshop: aprenda na prática como trabalhar com gráficos raster e finalize suas renderizações rapidamente com o photoshop, editando imagens, corrigindo imperfeições e deixando-as ainda melhores. 

Com esse curso, você vai ganhar habilidades artísticas em 3D, mesmo se não tiver nenhuma experiência na área. Você irá começar no Maya, passará por Marmoset Toolbag e chegará na pós produção dominando o Photoshop. Com as habilidades adquiridas, você vai poder fazer gráficos para jogos, filmes e anúncios.

São 14 meses aprendendo na prática, treinamento com trabalhos reais e um mentor expert na área para acompanhar seu progresso de perto, corrigindo tarefas e dando dicas exclusivas para o seu desenvolvimento profissional.

O curso é destinado para iniciantes, designers 3D iniciantes, aspirantes a ilustradores e designers de web e gráficos.

Incrível, não? Agora é a hora de tirar seus sonhos do papel e embarcar em uma carreira que pode te proporcionar no mínimo muito sucesso!

Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução! Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos ajudá-lo a se tornar um artista 3D.

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Game Developer: saiba tudo sobre a profissão e carreira!

Já pensou em se divertir enquanto trabalha? Apesar de parecer um sonho distante, a profissão de Game Developer existe para nos provar o contrário. Além de ser uma carreira extremamente promissora, versátil e divertida, a área de Desenvolvimento de Games é muito bem remunerada.

Algum dia você já se perguntou quem é o responsável pelo desenvolvimento dos jogos que você utiliza? Se não, agradeça ao Game Developer! Ele é responsável por transformar o conceito de um jogo em algo jogável a partir do framework inicial e dos conceitos visualizados pelo Game Designer. Continue lendo e saiba mais sobre!

Game Developer: o que faz?

Ao contrário do que muitos pensam, a indústria de games engloba uma série de profissionais, entre eles: artistas plásticos, roteiristas, designers, produtores executivos, engenheiros, dubladores, ilustradores, desenvolvedores de games e diversas outras profissões. 

Os jogos nada mais são do que um imenso compilado de linhas de código de programação, por isso, o trabalho dos desenvolvedores é escrever milhares de linhas de código e testar seu progresso para transformar histórias incríveis em um jogo bem produzido.

Em resumo, o Game Developer é quem escreve os códigos que fazem o jogo funcionar. Este profissional vai definir a velocidade com que o jogo vai rodar, como os personagens se deslocam e também é ele que vai resolver possíveis bugs.

O trabalho do Game Developer é extremamente minucioso, afinal, a linguagem de programação exige um bom domínio, já que basta um pequeno erro de digitação para travar todo o desenvolvimento do game. 

Para os entusiastas de plantão, a boa notícia é que a rotina dos desenvolvedores de games não se resume apenas a ficar horas na frente do computador. Os profissionais da área contam com momentos repletos de união e diversão, isso porque, não há como não se divertir enquanto joga!

Game Developer: qual é o perfil?

Antes de mais nada, os profissionais que desejam ingressar no mercado devem estar preparados para enfrentar muitas horas de “mão na massa”.

Como sabemos, os cronogramas e as datas de lançamento são muito apertadas e, acima de tudo, muito esperadas pelos fãs. Diante disso, uma das características mais necessárias para ingressar neste mercado é a resiliência e a obstinação.

Além de ter muita dedicação e saber lidar com as altas demandas, um Desenvolvedor de Games precisa:

  • Saber trabalhar em equipe;
  • Ter um alto domínio técnico específico;
  • Ser curioso e conhecer mais de uma plataforma de desenvolvimento;
  • Ser comprometido com entregas e responsabilidades.

Game Developer: como é o mercado de trabalho?

Já fazem mais de 40 anos desde que os primeiros videogames chegaram ao Brasil e, mesmo depois de tanto tempo, o mercado de games está em constante ascensão e as pessoas passaram a se interessar não só pelas missões de games, mas também pela arte de desenvolvê-los.

Hoje, a indústria de jogos é a que mais fatura no mundo. Em 2019, o mercado de games faturou 152 bilhões de dólares, ultrapassando a indústria fonográfica e cinematográfica juntas.

Engane-se quem pensa que apenas o mercado de desenvolvimento de jogos e consoles não param de crescer. Os games competitivos, chamados de e-sports, também estão em constante crescimento, tendo em vista que alguns campeonatos pagam prêmios equivalentes aos pagos por grandes torneios de tênis do circuito profissional. 

O mercado está crescendo e vai continuar se ampliando, principalmente no pós-pandemia, onde esse mercado é considerado uma das profissões do futuro. A remuneração de um Game Developer pode começar com um salário base de R$ 2.550 por mês, enquanto o salário máximo pode exceder R$ 16.000 por mês.

Game Developer: onde posso trabalhar?

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, para se tornar um desenvolvedor de games, não é necessário ter necessariamente um chefe ou trabalhar em uma empresa. Você pode trabalhar de forma independente, sendo o seu próprio chefe e definindo sua carga de trabalho.

Você também pode atuar como freelancer, trabalhando por contrato, sem vínculos empregatícios, ou seja, prestando serviços para uma empresa de games.

De forma geral, o profissional normalmente encontra oportunidades em: Estúdios de desenvolvimento de jogos, Projetos de agências de publicidade e de modo independente, disponibilizando games em lojas de aplicativos.

Além disso, o profissional pode atuar desenvolvendo jogos para:

  • Área da educação: utilizado como ferramenta de ensino, utilizado em educação a distância;
  • Área da saúde: utilizado desde treinamento de funcionários até o apoio a pacientes em processo de reabilitação motora;
  • Simulações: utilizado como representação de atividades da vida real, muito usado por pilotos e militares.

Game Developer: como posso me tornar um?

Se você é um apaixonado por games e deseja transformar histórias incríveis em um jogo bem produzido, saiba que você está no caminho certo! 

Independentemente do seu nível de conhecimento, a Mentorama oferece todo o suporte necessário para maximizar suas habilidades e transformá-los em sucesso.

Com o Profissão Game Developer, você terá acesso a 3 cursos diferentes: Game Developer, Photoshop e Unreal Engine 4. A partir deles, você vai mergulhar no processo de criação de jogos na prática, entender a mecânica dos jogos mais populares, criar personagens, paisagens e definir a dinâmica do seu espaço de jogo, sempre recebendo dicas de profissionais do setor.

São 18 meses aprendendo na prática, treinamento com trabalhos reais e mentores líderes no mercado para acompanhar seu progresso de perto, corrigindo tarefas e dando dicas exclusivas para o seu desenvolvimento profissional.

O curso foi especialmente desenvolvido para aqueles que amam games mas não conhecem nada da profissão, designers de jogos novatos que desejam expandir seus conhecimentos e para programadores de desenvolvimento de games que querem ir para um próximo nível. 

Sua expertise após o curso:

  • Gameplay: aprenda a criar um game dinâmico, para que os jogadores não fiquem entediados, trabalhando no enredo e nos personagens de heróis;
  • Equilíbrio: aprenda a criar regras que sejam justas para o jogador, equilibrando o sistema de desafios e recompensas;
  • Protótipo: aprenda o básico do mecanismo de game, saber como testar ideias para aprimorar o game, formular hipóteses e testá-las;
  • Mecanismo do jogo: aprenda como os dois melhores mecanismos atuais de game, Unreal Engine 4 e Unity, funcionam e como criar games com eles;
  • Trabalho em equipe: tenha uma ideia da estrutura do estúdio de criação e a função dos participantes do projeto e aprenda a falar a mesma língua que eles e a estabelecer decisões claras;
  • Lançamento: consiga analisar o mercado, aprenda a trabalhar com um editor e calcular riscos, promovendo um projeto e desenvolvendo um modelo financeiro;
  • Blueprints: aprenda a escrever lógica de jogo sem código usando a ferramenta Unreal Engine integrada;
  • Assets: importe objetos prontos para o seu projeto, organizando-os no sistema e coletando locais rapidamente;
  • Animação: domine a animação esquelética adequada para objetos orgânicos, aprenda a animar com Blueprint;
  • Efeitos e partículas: ilumine o game adicionando elementos visuais e destruição processual.

Incrível, não? Agora é a hora de tirar seus sonhos do papel e embarcar em uma carreira que pode te proporcionar no mínimo muito sucesso!

Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução! Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos ajudá-lo a se tornar um Game Developer.