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O que é Python?

Python é uma linguagem de programação de alto nível, do termo em inglês, high level language. Estruturas desse tipo geralmente são classificadas como orientadas a objetos, funcional, tipada, imperativa e de script. Em outras palavras, Python é uma linguagem de programação que foi criada com o intuito de construir um código de fácil leitura e utilização.

O Python é uma linguagem de programação extremamente simples e fácil de entender, sendo muito semelhante à língua inglesa. Com seus recursos poderosos e acessíveis, apostar na carreira de desenvolvedor python é a pedida certa para quem almeja um futuro promissor e seguro! Continue lendo e tire todas as suas dúvidas sobre Python.

Python: o que é?

Python é uma linguagem de programação que pode ser utilizada para as mais diversas aplicações. Ela foi projetada visando ser de fácil leitura e utilização, contendo uma quantidade de códigos muito menor do que os códigos feitos em Java e C + +, por exemplo.

O Python é muito semelhante à língua inglesa, isso porque a linguagem tenta utilizar comandos intuitivos, como “print” para imprimir um texto na tela, “open” para abrir um arquivo, ou “find” para encontrar a posição de uma palavra.

Atualmente, a linguagem de programação Python possui inúmeras aplicações e é utilizada por diversas empresas e instituições bem sucedidas no mercado, como Google, Youtube e até mesmo a NASA!

O Python é uma linguagem considerada promissora e bastante acessível, por ser uma multiplataforma gratuita. Além disso, é possível desenvolver diversos projetos com os mais variados temas e níveis de complexidade. 

Multiplataforma, ela é uma linguagem que ganhou muito destaque nos últimos anos por ser de fácil leitura e utilização, além de ter se tornado uma das principais linguagens para o desenvolvimento de IA, Machine Learning e Big Data  — áreas em grande crescimento nos últimos anos.

Python: onde é utilizado?

A linguagem de programação Python vai muito além do que pensamos. Mesmo inconscientemente, você está diariamente em contato com essa linguagem e nem sabe. Você pode encontrá-lo em:

  • GPS: o próprio Google Maps foi criado utilizando a linguagem de programação python;
  • Inteligência artificial: python tem sido a linguagem de maior destaque é o ramo da ciência de dados para o tratamento, visualização e processamento de algoritmos de Inteligência Artificial;
  • Aplicações web: o python tem ganhado grande destaque nos nichos de desenvolvimento de aplicações web como sites, portais, APIs e micro serviços com frameworks como Django e Flask, usados por grandes empresas e instituições como NASA, Instagram, Pinterest, Globo.com, Uber, Airbnb e outros;
  • Google: o Google baseou seu notório sistema de busca na web na linguagem de programação python;
  • NSA: a Agência de Segurança Nacional aplica a linguagem de programação python para análise e criptografia de inteligência.

Python: onde posso trabalhar?

Segundo o levantamento da Brasscom, a procura por profissionais na área de TI é de 420 mil pessoas, até 2024, no país. Atualmente, segundo a entidade, o Brasil forma 46 mil profissionais com perfil tecnológico por ano, ou seja, sobram vagas e falta mão de obra.

A média de salário no Brasil é de R$ 6.373, com média inicial em torno de R$ 5 mil  para Desenvolvedores Júnior e chegando a R$ 8.196 para Desenvolvedores Sênior.  Ademais, caso o profissional possua noções de Javascript, esse valor aumenta para R$ 6.742.

Além disso, um dos atrativos da carreira de desenvolvimento Python é a flexibilidade do trabalho, que pode ser realizado no sistema Home Office ou de forma independente, como freelancer, consultor ou até mesmo abrindo seu próprio negócio.

Com o aumento de empresas atuando com data science e automação, abriu-se uma grande procura por Desenvolvedores Python. Empresas de vários segmentos e indústrias acabam procurando por esse profissional para dar suporte dentro dos departamentos ou no setor de data science. 

Dentro dos setores mais comuns com o maior número de vagas abertas, estão os de TI, inteligência empresarial e marketing digital.

Python: o que é preciso para ser um desenvolvedor?

Embora muitas pessoas pensem que a programação é um bicho de sete cabeças ou até mesmo uma área inalcançável, há estatísticas que nos dizem o contrário.

Segundo a Code.org, daqui a dez anos nós vamos precisar de 1,4 milhão de programadores e a grande problemática desse cenário é: se continuarmos no mesmo ritmo de formação que temos hoje, daqui a dez anos nós teremos apenas 400 mil pessoas que saibam programar.

Tendo esse número em vista, não precisa ser nenhum matemático para perceber que daqui a dez anos teremos um déficit de 1 milhão de programadores, ou seja, teremos 1 milhão de programadores a menos do que precisamos. 

Todos os dias surgem novas tecnologias que dependem de programadores e, por isso, a demanda por profissionais qualificados dessa área está crescendo cada vez mais e daqui a dez anos isso estará em ainda mais evidência. 

De acordo com os dados do site Indeed.com, o salário médio de um desenvolvedor Python no Brasil é de R$ 63.600,00 por ano. Além disso, segundo a BLS, o crescimento do emprego de desenvolvedores Python de 2018 a 2028 será de 21%.

Você quer uma profissão moderna, está interessado em programação, mas não sabe por onde começar? A Mentorama oferece todo o suporte necessário para que você possa se tornar um desenvolvedor de sucesso com o auxílio de mentores, aprendizagem na prática e um projeto real no portfólio.

Para você, desenvolvedor front-end, que está cansado de apenas codificar sites e criar interfaces e quer ir além, saiba que você está no lugar certo! A Mentorama te dá todo o suporte necessário para expandir seus conhecimentos, e Python é uma ótima solução para desenvolvimento lado a lado com o servidor.

Se você é um desenvolvedor Back-end e quer se tornar um full stack pro, o Python tem muitas bibliotecas prontas que o ajudarão a completar tarefas mais rapidamente. A Mentorama está à sua disposição para voarmos JUNTOS!

Python: do zero ao PRO consiste em um curso de 8 meses de aprendizagem na prática, projeto real no portfólio, mentores que irão checar sua tarefas e dar recomendações para o seu desenvolvimento e o auxílio dos melhores profissionais do mercado para que você possa dominar suas habilidades e aprimorá-las em projetos reais. 

Após a conclusão do curso, você estará apto para:

  • Escrever um código conciso que qualquer desenvolvedor possa entender;
  • Dominar a programação orientada a objetos e desenvolver programas modulares;
  • Gerenciar grande quantidade de dados;
  • Fazer alterações em um projeto simultaneamente com outros desenvolvedores;
  • Encontrar e corrigir o menor erro em seu próprio código ou no código de outra pessoa; 
  • Dominar solicitações GET e POST e API e aprender a criar aplicativos de web.

A Mentorama conta com um time de especialistas preparados para ouvir o seu desafio e transformá-lo em solução. Entre em contato com um de nossos especialistas e saiba como começar uma carreira de sucesso hoje mesmo!

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5 mulheres pioneiras que revolucionaram a tecnologia

A luta por igualdade de direitos é longa e, a cada dia, um novo capítulo é escrito. Nessa semana tão simbólica destinada às mulheres, decidimos reunir alguns 5 mulheres pioneiras que revolucionaram a história da tecnologia. Continue lendo e saiba quais são elas!

Ada Lovelace

Quando falamos de mulheres pioneiras que revolucionaram a história da tecnologia, é claro que não poderíamos deixá-la de fora. Incentivada desde pequena por sua mãe a se destacar na matemática, Ada Lovelace é considerada a primeira mulher programadora de computador.

Em 1843, Augusta Ada King, traduzia os textos de Luigi Menabrea, um matemático italiano, sobre as ferramentas analíticas usadas por Charles Babbage, um matemático inglês. Esse trabalho resultou no primeiro algoritmo criado na história, muito antes da existência de máquinas que pudessem processá-lo.

Infelizmente, Ada Lovelace não viveu tempo o suficiente para ver a Máquina Analítica pronta e, consequentemente, seu algoritmo funcionando. Porém, em 1953, mais de cem anos após a sua morte, suas anotações foram republicadas. A máquina foi reconhecida como o primeiro modelo de computador, e as notas de Ada como a primeira descrição de um computador e um software.

Grace Hopper

Quando o quesito é pioneirismo, Grace Hopper tem inúmeros títulos para chamar de seus. Conhecida como a rainha da computação, ela foi a primeira mulher a se formar na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, com PhD em matemática, além de ter sido a primeira almirante da Marinha dos EUA. 

No campo da tecnologia, ela foi uma das criadoras do COBOL, uma linguagem de programação destinada a bancos de dados comerciais. Além disso, Grace foi a responsável pela criação do termo “bug”, usado para indicar problemas em um software. 

Entretanto, Hopper tornou-se oficialmente protagonista quando desenvolveu linguagens de programação para o UNIVAC, o primeiro computador comercial fabricado nos Estados Unidos. Uma de suas principais frases que se tornou inspiração para as mulheres que lutam por representatividade na indústria da tecnologia foi: “é mais fácil pedir perdão do que permissão”. 

Hedy Lamarr

Você já se perguntou quem foi o responsável por criar o Wi-fi que você usa diariamente? Se não, agradeça a Hedy Lamarr! Além de ter sido atriz hollywoodiana, onde estrelou mais de 30 filmes, incluindo os clássicos “Sansão e Dalila” e “A História da Humanidade”, Hedy não se contentou apenas com seu destaque no cinema. 

Dona de uma inteligência absurda, Hedy Lamarr também tinha um grande fascínio pela ciência. Hedy inspirou-se ao observar um piano, notando que cada tecla emitia uma frequência de longo alcance diferente. 

Assim como nas melodias, nas quais as notas alternavam-se rapidamente, ela pensou em como isso poderia ser usado em espectros de comunicação militar. Projetado juntamente com o compositor George Antheil, o sistema foi concebido para que estações de radiocomunicação mudassem o seu sinal 88 vezes seguidas. 

A importância de sua invenção é tão grande que chegou a ser empregada em tecnologias de comunicação de guerra. Nos dias atuais, ela é usada também em redes celulares, no GPS, Bluetooth e até mesmo no Wi-Fi.

As garotas do ENIAC

As garotas do ENIAC, Betty Snyder, Marilyn Wescott, Fran Bilas, Kay McNulty, Ruth Lichterman e Adele Goldstine trabalharam em um dos primeiros supercomputadores criados, o ENIAC. Elas eram responsáveis pela configuração do ENIAC, dando a ele as instruções necessárias para realizar os cálculos. 

Mais do que operar o maquinário, elas foram responsáveis por dar o pontapé inicial em muitos protocolos usados até hoje. Goldstine, por exemplo, criou o primeiro manual do ENIAC, com instruções de uso e melhores práticas, enquanto Goldstine e Jennings tiveram influência fundamental em sistemas de “salvamento” de configurações e preferências. 

Fora do supercomputador, ainda, Snyder criou o primeiro sistema informatizado para o censo americano, inventou o teclado numérico para facilitar na programação e, curiosamente, foi uma das precursoras dos computadores na cor “gelo”, totalmente comuns nos anos de 1990.

Carol Shaw

Por fim, mas não menos importante: Carol Shaw, a primeira mulher a trabalhar na indústria de games, sendo uma das principais pioneiras para a igualdade de gêneros nesse segmento.  

Inicialmente, a desenvolvedora trabalhou em Polo (jogo de 1978 feito para uma campanha promocional da grife Ralph Lauren), e na sequência foi lançado comercialmente o primeiro jogo criado por uma mulher: o 3D Tic-Tac-Toe, de 1979, inspirado no tradicional jogo da velha. 

Em meio a discriminação contra mulheres no mundo dos games em 1983, Carol Shaw criou um dos jogos mais emblemáticos e inesquecíveis da sua trajetória: o River Raid. Graças a sua invenção, o game introduziu mecânicas jamais vistas antes, como a movimentação do avião e limitação do combustível, já que sem ele você também morria. 

Esses são apenas alguns dos nomes de mulheres pioneiras que revolucionaram a história da tecnologia. Mais do que nunca, devemos incentivar meninas e mulheres a darem forma ao sonho de entrar na área da tecnologia. 

Devemos sempre lembrar desses grandes nomes e formar cidadãs que têm tudo para fazer ainda mais diferença no mundo!

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Filmes para mulheres que querem programar

Nós reunimos 5 filmes e documentários que buscam inspirar mulheres que desejam ingressar no mercado da tecnologia. Continue lendo e saiba quais são eles!

1- Estrelas além do tempo (2016)

Lançado em 2016, o filme “Estrelas além do tempo” retrata a história real de três cientistas afro-americanas que trabalharam no Centro de Pesquisas Langley da NASA, localizado na cidade de Hampton, no estado da Virginia: Katherine Johnson e Dorothy Vaughan, matemáticas, e Mary Jackson, matemática que viria a se tornar engenheira.

O longa se passa no começo da década de 60, onde os Estados Unidos e a União Soviética brigavam pela corrida espacial. Os soviéticos largaram na frente quando Iuri Gagarin fez a órbita da Terra em abril de 1961.

Quase um ano depois, em fevereiro de 1962, o norte-americano John Glen ultrapassou na disputa dando três voltas na órbita terrestre. Porém, o programa espacial não seria um sucesso sem o trabalho de um trio de mulheres negras. Vale lembrar que nessa época as leis de segregação racial nos EUA ainda estavam em vigor.

Mary Jackson (1921 – 2005), interpretada por Janelle Monáe, trabalhava analisando dados dos experimentos de voo e túneis de ventos. Além de ajudar outras mulheres a promoverem suas carreiras científicas dentro da NASA.

Katherine Johnson (1918 – 2020), interpretada por Taraji P. Henson, começou trabalhando nos testes de voo, mas após os soviéticos darem o primeiro passo, John Glen pediu para ela fazer a análise de trajetória para a sua missão, a Freedom 7.

Dorothy Vaughan (1910 – 2008), interpretada por Octavia Spencer, foi a primeira supervisora negra da NACA (agência anterior à NASA) e uma das únicas mulheres a estarem no posto. Ela garantia que as funcionárias recebessem promoções e aumentos merecidos, além de ser programadora especialista em FORTRAN, uma linguagem computacional da época.

2- Code Girl (2015)

Com o intuito de incentivar mulheres a programar, o Google e a diretora Lesley Chilcott decidiram lançar um documentário chamado “Code Girl” que está disponível gratuitamente no site de streaming de vídeo do gigante da web. 

O filme documenta a vida de jovens mulheres de diversos países que participaram do desafio Google Technovation 2015, que reúne times de meninas de 10 a 18 anos e alguns mentores para desenvolver aplicativos de celular que solucionem um problema social.

O objetivo da diretora é inspirar meninas a ingressarem na carreira de programação, capacitando-as com o conhecimento necessário e, principalmente, conscientizando que garotas possam aprender a codificar e desenvolver aplicativos que melhorem o mundo. 

Code Girl também destaca o cenário brasileiro ao mostrar a trajetória do time de meninas de Recife que foram até a final da competição em São Francisco em junho de 2015. O documentário foi lançado em diferentes idiomas, incluindo hindi, inglês e português.

3- She Started It (2016)

Seguindo cinco mulheres ao longo de dois anos enquanto, montam equipes, trazem produtos ao mercado, fracassam e começam de novo, She Started It leva os espectadores a uma montanha-russa global de São Francisco ao Mississippi, França e Vietnã.

Ao longo de seu desenvolvimento, She Started It obteve perspectivas gerais de mulheres como a investidora Joanne Wilson; Megan Smith, CTO da Casa Branca; Debbie Sterling, CEO da GoldieBlox; e Ruchi Sanghvi, a primeira engenheira do Facebook.

Por meio de uma narrativa íntima e voltada para a ação, She Started It explora as raízes culturais da sub-representação feminina no empreendedorismo – incluindo a dúvida generalizada, o medo do fracasso e a aversão ao risco entre as mulheres jovens. 

Além disso, o filme também expõe as realidades estruturais que as mulheres enfrentam ao se tornarem empresárias, incluindo a falta de modelos femininos e investidores, e a persistente escassez de fundos de capital de risco disponibilizados para empresas lideradas por mulheres.

4- CODE: Debugging the Gender Gap (2015)

Nesse documentário, a diretora Robin H. Reynolds busca inspirar jovens mulheres a seguirem carreira na ciência da computação ao descrever perfis de mulheres bem sucedidas na programação.

CODE é um documentário de longa-metragem extremamente relevante que visa explicar por que mulheres não estão buscando carreiras em ciência da computação, apesar das oportunidades lucrativas de trabalho e da alta demanda por programadores.

Segundo o documentário, muitos fatores contribuem para essa carência, incluindo estereótipos culturais, falta de modelos de comportamento, acesso limitado à educação em ciência da computação, sexismo e barreiras socioeconômicas. 

Além disso, o documentário CODE explora como a tecnologia seria diferente se um campo mais diverso de programadores codificasse os aplicativos e dispositivos dos quais a sociedade depende.

Além do documentário, foi idealizado um projeto, o She ‘s Coding, que fornece educação, recursos e diretrizes acionáveis ​​para quem deseja aprender a codificar ou ajudar a fomentar a lacuna de gênero no campo da ciência da computação.

5- Go Against the Flow (2015)

Este documentário mostra mulheres que desafiaram as chances de se tornarem empresárias de sucesso criando e construindo empresas iniciantes que se tornaram empreendimentos comerciais extremamente promissores. 

No mundo dominado pelos homens de tecnologia e startups, essas jovens demonstraram sua inteligência, impulso, determinação, resiliência e coragem para ter sucesso. 

Elas compartilham suas percepções sobre como se tornar empreendedoras bem-sucedidas, desde começar a conceituar, construir tecnologia, contratar, obter financiamento e escalar até finalmente administrar a vida profissional.

Go Against the Flow, “Vá contra o fluxo” em tradução livre, está na lista de 5 filmes para mulheres em tecnologia e empreendedorismo da Hackbright Academy.

Esses são apenas alguns dos filmes e documentários que reunimos com o intuito de engajar e estimular mulheres que queiram iniciar carreira em programação.

Conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio do IBGE, só 20% dos profissionais que atuam no mercado de TI são mulheres. Mais do que nunca, devemos incentivar mulheres a darem forma ao sonho de entrar na área da tecnologia! 

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Mulheres na tecnologia: iniciativas

Algumas pessoas se mobilizaram e desenvolveram iniciativas para mulheres que têm como propósito inserir cada vez mais meninas na tecnologia. Continue lendo e acompanhe 10 iniciativas e projetos para mulheres que desejam ingressar na área!

PrograMaria

Com a missão de diminuir a disparidade de gênero no mercado de trabalho e combater preconceitos, o PrograMaria surgiu da iniciativa de designers e jornalistas que tinham como objetivo aprender a programar.

Buscando estimular que as mulheres tenham voz e espaço na programação, o PrograMaria, em parceria com a Intel, lançou em 2020 o projeto #MulheresPodem. Através de ações e eventos, o projeto possibilitou a inserção, capacitação e valorização de mulheres apaixonadas pelo mundo da tecnologia.

Com quase 22 mil seguidores no Instagram, o PrograMaria ainda possui mais de 5 mil mulheres na base, organizou 27 eventos e teve participação em mais de 55, sempre abordando temas sobre tecnologia e diversidade. 

Minas Programam

Criado por Ariane Cor, Fernanda Balbino e Bárbara Paes, o projeto “Minas Programam” está desde 2015 buscando desconstruir estereótipos de gênero e de raça e promover a democratização na programação.

Através de cursos de introdução gratuitos, oficinas, treinamentos e conteúdos, o projeto ajuda na inclusão de diversas meninas e mulheres. O blog Minas Programam ainda apresenta dicas de leitura, resenhas, entrevistas e muito mais!

A ideia é promover um espaço de formação básica para mulheres que queiram saber mais sobre programação, mas não sabem por onde começar. 

Pyladies Brazil

A área da tecnologia é uma das áreas que mais crescem no Brasil, porém falta mão de obra qualificada. Um estudo da Brasscom revelou que a área de TI deve ter até 2024 cerca de 290 mil vagas abertas. 

A comunidade mundial PyLadies é uma das iniciativas que veio ao Brasil com o objetivo de inserir mulheres nesse mercado promissor e promover uma comunidade Python mais diversificada. 

O PyLadies Brazil possui um blog que oferece dicas, auxilia iniciantes, promove reflexões e mostra um panorama das mulheres na área da tecnologia. Além disso, sempre na última sexta-feira do mês acontece o Boteco das Pyladies no Discord. Já anota na sua agenda!

Women Up Games

A pesquisa Game Brasil 2017, realizada todos os anos pela agência de tecnologia interativa Sioux, revelou que as mulheres são maioria quando se trata de videogame, sendo que 56,6% dos jogadores no país são do público feminino. 

Pensando nisso, a Ariane Parra criou o Women Up Games, uma organização que promove a inclusão de mulheres no mundo dos games através de palestras, eventos corporativos, campeonatos femininos e eventos de desenvolvimento de games.

+Mulheres em UX Rio

“+Mulheres em UX Rio” é a versão brasileira do “+Mujeres en UX LATAM”, uma iniciativa que busca promover um espaço acolhedor para todas as mulheres da área. Não importa se você é iniciante ou está no mercado há muitos anos, todas são bem vindas.

Através de lives no YouTube, o +Mulheres em UX proporciona debates com profissionais da área para promover e viabilizar a presença feminina na área de Experiência do Usuário. Também vale conferir o IGTV do canal, onde várias palestrantes compartilham o seu depoimento.

A versão latino americana possui o podcast Nota Mental con +Mujeres en UX, que está disponível no Spotify e procura explorar e compartilhar os desafios enfrentados pelas mulheres, tanto em ambiente profissional, quanto no dia a dia. 

InfoPreta

Com mais de 30 colaboradores, o “InfoPreta” é a primeira empresa especializada em tecnologia no Brasil que tem por objetivo inserir pessoas negras, LGBTQI+ e mulheres no mercado de tecnologia.

Um dos projetos do InfoPreta é o #NoteSolidárioDaPreta. A partir de doações de notebooks que estão em bom estado, ou de equipamentos usados que necessitem de algum reparo, a InfoPreta doa, sem custo algum ao beneficiado, notebooks para estudantes que estão cursando o ensino superior. 

Além disso, a empresa também possui uma parceria com uma cooperativa sem fins lucrativos para receber lixo eletrônico. Assim é possível realizar o descarte de forma correta.

Fico interessado em ajudar #NoteSolidárioDaPreta? É só levar o equipamento até o lab localizado na Rua Artur de Azevedo, 774 – Pinheiros, São Paulo. O local funciona de segunda a sexta, das 10h às 18h. 

Girls Make Games 

A Iniciativa internacional “Girls Make Games” busca valorizar o papel das mulheres na produção de jogos, oferecendo condições para o surgimento de uma nova geração de designers de games do sexo feminino. 

Basicamente, a equipe do projeto realiza workshops e jams de games durante os acampamentos de férias para garotas de várias partes do mundo, com o objetivo de inspirar a próxima geração de designers de jogos. 

A meta do projeto, iniciado em 2014, era ensinar 1 milhão de garotas a desenvolver, programar e criar games até 2020. Em apenas seis anos de trajetória, a iniciativa já alcançou mais de 6.400 meninas que desenvolveram jogos e ingressaram na área. 

De uma pequena oficina de quintal, o projeto já alcançou 14 localidades internacionais em poucos meses e conta com o auxílio de grandes parceiros, entre eles: Google Play, PlayStation, Unity, Nintendo, PayPal e outros.

WoMakersCode

A WoMakersCode é uma das maiores comunidades de tecnologia formada por mulheres na América Latina. Foi fundada em 2015 no interior do Rio Grande do Sul por Cynthia Zanoni, Engenheira de Software que tem como objetivo tornar a área da tecnologia mais acessível para todas as mulheres.

Um dos projetos da WoMakersCode são os Meetups, encontros informais que buscam promover o networking e troca de conhecimentos sobre tecnologia e carreira. Ao longo dos anos, a comunidade já organizou mais de 300 eventos, capacitando mais de 30 mulheres. 

Outro projeto organizado pela comunidade são os Bootcamps de Capacitação. A WoMakersCode já apresentou capacitação em Ciência de Dados, Front-end, Primeiros passos em Programação e Aceleração de Carreira.

Game Jam das Minas 

Realizada por mulheres, a Game Jam das Minas é uma iniciativa pernambucana que  incentiva a inserção do público feminino na indústria de desenvolvimento de jogos digitais, especialmente no mercado local, fortalecendo a comunidade gamer do Recife e de Pernambuco. 

Este incentivo contribui para a descoberta e capacitação de talentos femininos na área, possibilitando uma maior diversidade nas empresas, que resulta em mais criatividade, identificação e todos os benefícios que equipes diversas são capazes de gerar. 

Além de produzir a maratona, a equipe da Game Jam das Minas tem o objetivo de ajustar a fortalecer o senso de pertencimento e oferecer um ambiente diverso e acolhedor de aprendizagem e networking para as que desejam entrar nesta indústria.

Ladies That UX São Paulo

O Ladies That UX São Paulo é um chapter do Ladies That UX para a cidade de São Paulo, com a proposta de ser uma comunidade acolhedora e colaborativa de mulheres criativas e curiosas. 

O principal objetivo da iniciativa é reunir e promover as mulheres na área de UX Design para trocar conhecimento, contar experiências e fornecer apoio umas às outras.

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Desenvolvedor Web: tudo sobre a carreira e profissão!

Algum dia você já se perguntou quem é o responsável pelo desenvolvimento dos aplicativos e sites que você utiliza? Se não, agradeça ao Desenvolvedor Web! Ele é responsável pela criação de muitas ferramentas que você usa diariamente e nem imagina. Continue lendo e saiba o que é um Desenvolvedor Web, o que faz e como se tornar um!

Desenvolvedor Web: o que é?

Antes de falarmos sobre o Desenvolvedor Web, devemos entender o que é Desenvolvimento Web. 

Desenvolvimento Web é a área da tecnologia voltada à construção de sites, aplicativos, softwares, bancos de dados e quaisquer outras ferramentas que, de certa forma, constroem a internet que conhecemos e utilizamos hoje em dia.

Dentro da área de Desenvolvimento Web, existem diversas especialidades e dentre elas, podemos encontrar desenvolvedores front-end, back-end e full stack

O Desenvolvedor Front-End é responsável por todo o conteúdo que fica visível para o público, ou seja, ele é responsável pela interação com o usuário, cuidando do layout, efeitos visuais e até mesmo a validação dos formulários dos sites que você visita.

Enquanto isso, o Desenvolvedor Back-End é responsável por toda parte interna de um site, ou seja, tudo aquilo que diz respeito ao seu funcionamento e armazenamento de dados e informações.

Já o Desenvolvedor Full Stack é capaz de atuar tanto em front-end, quanto em back-end. Esse profissional tem a capacidade de receber, entender e entregar um projeto completo, podendo contribuir em todas as partes de um sistema.

Desenvolvedor Web: o que faz?

Os profissionais dessa área são conhecidos como programadores, ou, desenvolvedores web. Eles são responsáveis por compreender, manusear e utilizar linguagens de programação com o objetivo de construir sistemas voltados ao serviço do usuário.

Essencialmente, um Desenvolvedor Web realiza o desenvolvimento de websites na internet. Ele é o responsável por toda a estrutura de um determinado site. Ou seja, planeja, constrói e dá manutenção para tudo que roda em uma plataforma web. Esse profissional também precisa garantir que tudo funcione de acordo com o esperado.

Ao se tornar um Desenvolvedor Web, você vai ser capaz de construir uma aplicação web por completo, tanto de interface (programação da visualização) como de integração com o servidor (tudo que está por trás do que vemos). É ele quem planeja, desenvolve e faz a manutenção para tudo que roda em uma plataforma web.

Desenvolvedor Web: onde posso trabalhar?

Aos entusiastas e futuros desenvolvedores, a boa notícia é que o mercado de trabalho para profissionais dessa área é altamente promissor e muito bem remunerado.

Para quem almeja ingressar em uma carreira versátil que é sempre muito bem requisitada, investir no desenvolvimento web é a pedida certa! Segundo a Revelo, houve um aumento de 169% na procura por especialistas em desenvolvimento Web entre 2018 a 2019.

De acordo com pesquisa do Salario.com.br junto a dados oficiais do Novo CAGED, eSocial e Empregador Web com um total de 3.430 salários de profissionais admitidos e desligados pelas empresas:

A faixa salarial do Programador fica entre R$ 2.200,00 salário mediano da pesquisa e o teto salarial de R$ 7.959,36, sendo que R$ 2.972,77 é a média do piso salarial 2021 de acordos coletivos levando em conta profissionais em regime CLT de todo o Brasil.

Existem várias possibilidades de atuação para o Desenvolvedor Web. Todo tipo de empresa pode requisitar um profissional que seja capaz de desenvolver aplicações para a web. Portanto, você pode encontrar vagas em empresas de pequeno a grande porte, além de agências focadas em marketing digital e criação de sites.

Desenvolvedor Web: como se tornar um?

Nós, da Mentorama, oferecemos todo o suporte necessário para maximizar suas habilidades e impulsionar sua carreira! 

Além de ensiná-lo o Desenvolvimento Web do zero, nós te ajudamos na organização de portfólio e currículo profissional, oferecemos treinamentos para entrevistas com nossas empresas parceiras e consultoria personalizada para desenvolvimento de carreira e o melhor de tudo: te ajudamos a encontrar o seu emprego dos sonhos!

Com o Profissão de Desenvolvedor Web, você vai ser capaz de construir uma aplicação web por completo, tanto de interface, como de integração com o servidor. Esse curso é válido para iniciantes, aprendizes de front-end e desenvolvedores de back-end. 

São 5 cursos em um programa, 15 meses aprendendo na prática, projeto de conclusão de curso baseado em casos reais do mercado e os melhores profissionais do mercado para acompanhar o seu progresso de perto!

Tá esperando o quê para dar início a uma das carreiras mais promissoras do mundo? A hora de mudar sua vida é aqui e agora! Para mais informações, entre em contato conosco. 

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Ciência de dados: o que é, o que faz e para que serve?

Em algum momento da sua vida você deve ter ouvido falar sobre Ciência de Dados, também conhecida como Data Science. É por meio dela que extraímos informações extremamente valiosas, a partir dos dados obtidos em uma corporação ou empresa.

Vivemos em uma era onde a tecnologia está em constante evolução e, com isso, a Ciência de Dados tem ganhado cada vez mais evidência e tornou-se um campo muito promissor para ser explorado. Neste artigo, reunimos um compilado de informações para sanar todas as suas dúvidas. Continue lendo e saiba mais!

Ciência de Dados: o que é?

A tecnologia e a transformação digital estão em constante evolução e, para acompanhá-las, só é possível se explorarmos a capacidade dos dados gerados por essas inovações. 

Data Science é uma ciência que visa estudar as informações, processo de captura, transformação, geração e, posteriormente, análise de dados. A Ciência de Dados envolve diversas disciplinas, entre elas: estatística, computação, conhecimento do negócio e matemática.

Além da grande quantidade de dados disponíveis, o que incentiva a revolução na área de dados são as tecnologias que alteram a forma como coletamos, armazenamos, analisamos e transformamos as informações.

Ou seja, a Data Science vai muito além de interpretar números, a partir dela é possível tomar decisões, fazer previsões e estabelecer estimativas, sendo uma ótima oportunidade de crescimento para as empresas. 

Ciência de Dados: onde é utilizada? 

A Data Science estava presente, mesmo que indiretamente, no cotidiano dos nossos ancestrais quando desenvolveram ferramentas e métodos práticos para medir volume, temperatura, distância, peso, tempo e localização.

Com ferramentas avançadas de análise de dados, os profissionais de Data Science conseguem realizar previsões que resolvem grandes problemas e melhoram a nossa vida cotidiana, como o Uber e o Waze que transformaram a forma como nos transportamos para os lugares.

Apesar de muitos desconhecerem, a Data Science está em praticamente tudo. Aqui estão algumas aplicações do nosso dia a dia:

  • Airbnb: usa dados para fornecer os melhores resultados de pesquisa para quem deseja alugar uma acomodação, mostrando as melhores opções, contendo localização ideal e até mesmo hosts compatíveis;
  • Amazon: por meio da filtragem colaborativa, ela oferece os produtos que pessoas de perfil semelhante compraram e com a ajuda de insights de análise de Big Data, consegue prever quem solicitará a compra de um produto e quando;
  • Fraude e risco: as informações referentes aos perfis dos clientes, a análise do histórico de gastos e a avaliação do poder de compra permitem avaliar as probabilidades de risco para a instituição financeira;
  • Jogos: muitos títulos vêm usando algoritmos que se atualizam quando o jogador avança na aventura, possibilitando que o adversário analise movimentos anteriores para se adaptar ao estilo do jogador;
  • Reconhecimento de imagem e fala: Google Voice, Siri, Cortana e o próprio WhatsApp utilizam a ciência de dados. Quando é preciso enviar uma mensagem escrita ou fazer uma pesquisa, basta dizê-la para o aplicativo.

Quanto ganha um Cientista de Dados?

Segundo a Glassdoor, o salário de um cientista de dados com 3 a 5 anos de experiência é de R$ 90.000 por ano, e o salário médio de um cientista de dados junior é de R$ 72.000 por ano.

Onde o Cientista de Dados pode trabalhar?

O Cientista de Dados trabalha em conjunto com os setores de tecnologia e negócios de empresas em geral. Esse serviço ganha cada vez mais espaço nas grandes empresas e principalmente nas startups que entenderam o valor que há no conjunto de dados que podem recolher diariamente de seus clientes. 

Em resumo, praticamente todas as empresas precisam de profissionais qualificados para analisar grandes quantidades de dados e, consequentemente, resolver problemas complexos. 

O cientista de dados encontra boas oportunidades em empresas de tecnologia, bancos, corretoras de investimento, empresas de marketing, centros de pesquisa, empresas de seguro e empresas de segurança cibernética.  

Como se tornar um Cientista de Dados?

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, qualquer pessoa pode se tornar um cientista de dados e não existe um pré-requisito para embarcar nessa carreira promissora. 

Com o curso Cientista de Dados: do zero ao PRO,  você terá todo o suporte necessário para se tornar um cientista de dados, e a única exigência é ter força de vontade. Com oito meses aprendendo Data Science na prática, auxílio de experts e treinamento com dados reais, nós ensinaremos a linguagem python desde o zero, bem como os conceitos teóricos.

Após a conclusão do curso, você estará apto para:

  • Dominar Python e trabalhar automaticamente com grandes sequências;
  • Aprender a representar dados na forma de painéis e infográficos interativos para que todos possam entender;
  • Trabalhar com as bibliotecas Pandas e NumPy, bem como dominar os bancos de dados PostgreSQL, SQLite 3 e MongoDB;
  • Organizar e realizar testes A/B;
  • Treinar redes neurais usando frameworks e aumentar significativamente a velocidade de trabalho;
  • Aprender a criar um sistema de recomendação e criar o seu próprio.

Atualmente, cientista de dados é uma profissão altamente procurada e muito bem remunerada! Não deixe para amanhã a carreira de sucesso que você pode embarcar hoje mesmo. 

Nosso objetivo é transformar o seu desafio em solução! Entre em contato conosco e saiba como podemos te ajudar.

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JavaScript em Front-End: saiba tudo sobre!

Imagina reunir o melhor dos dois mundos: JavaScript e Front-End, duas áreas extremamente promissoras e bem remuneradas. Para os entusiastas de plantão e futuros desenvolvedores, a boa notícia é que iniciar uma carreira de sucesso é aqui e agora! Continue lendo e saiba tudo sobre JavaScript em Front-End.

JavaScript em Front-End: o que é?

Também conhecida como JS, JavaScript é uma linguagem de programação usada para desenvolver aplicações, sistemas e serviços de alta complexidade. Ela é uma das linguagens mais populares e isso é dado pelo fato dela possuir uma curva de aprendizado consideravelmente fácil, por mais que a linguagem tenha as suas particularidades. 

Sabe quando você passa o mouse em um ítem do menu, e aparece um submenu com vários outros itens? Isso ocorre graças ao JavaScript. 

Com o JavaScript é possível incluir, em uma página estática, elementos dinâmicos como mapas, formulários, operações numéricas, animações, infográficos interativos e muito mais.

O JavaScript é uma das mais importantes tecnologias voltadas para o front-end e, unindo-se ao trio HTML, CSS e PHP, formam um grupo de linguagens que abrangem praticamente todas as exigências do desenvolvimento de uma página completa, dinâmica e com boa performance.

Com o grande sucesso do JavaScript, tal tecnologia evoluiu para atender às mais diversas demandas que surgiam com a evolução da internet. Atualmente, é possível não apenas desenvolver sites e aplicativos ricos, mas também aplicativos para smartphones e até mesmo programas desktop. 

Os códigos criados em JavaScript são de fácil interpretação e, geralmente, os comandos são provenientes da língua inglesa, sempre com instruções básicas relacionadas ao que a programação deseja direcionar para aquela linha do código. Ou seja, é como se o profissional dissesse de forma escrita o que ele deseja da aplicação naquele momento.

JavaScript: onde é utilizado?

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a aplicação de JavaScript vai muito além de websites e aplicativos. Você pode encontrá-lo em:

E-commerce: o pequeno box onde é feito o cálculo do total da sua compra, e que se modifica quando um item é incluído ou excluído, ou ainda quando é ativado um cupom de desconto, pode ser desenvolvido com o JavaScript;

Jogos:  com o auxílio do HTML5, o JavaScript auxilia bastante no desenvolvimento de jogos, devido à sua versatilidade e tamanho de conteúdo;

SmartTVs: com o JavaScript, é possível criar aplicativos para SmartTVs, como a Netflix e a Amazon, contidas nas televisões inteligentes;

Hardware: podemos usar o JavaScript para trabalhar além das telas dos computadores e celulares, como controlar drones;

ioTs: ao programar placas, podemos criar códigos para até mesmo integrar vários objetos, podendo controlar, lâmpadas, portas e janelas de acordo com a iluminação do ambiente, por exemplo.

JavaScript: onde posso trabalhar?

Com o surgimento de novas empresas de tecnologia no Brasil e negócios cada vez mais disruptivos digitalmente, estima-se que neste ano, mais uma vez, cerca de 70 mil vagas ficarão sem preenchimento na área de TI. 

Segundo o levantamento da Brasscom, a procura por profissionais na área de TI é de 420 mil pessoas, até 2024, no país. Atualmente, segundo a entidade, o Brasil forma 46 mil profissionais com perfil tecnológico por ano, ou seja, sobram vagas e falta mão de obra.

Devido às soluções web cada vez mais interativas, os usuários elevaram seu nível de exigência em serviços, exigindo cada vez mais dos desenvolvedores, que devem entregar muito mais do que trabalhos repetitivos.

Outro fator importante é que Javascript é o conhecimento essencial para o desenvolvedor de software avançar para tornar-se um Desenvolvedor full-stack completo e atuar com ReactJS, React Native, Angular e Node.js.

A tecnologia é uma das áreas que mais crescem e, consequentemente, está entre as que mais contratam. Com a possibilidade de trabalho inteiramente remoto, as contratações não pararam durante o período com regras mais rígidas de isolamento social e continuam a todo vapor.

Geralmente, há vagas disponíveis em startups dos mais diversos segmentos, empresas da área tecnológica, streaming e até mesmo via varejo.

JavaScript: o que é preciso para ser um desenvolvedor?

Segundo o Glassdoor, o salário médio de um Desenvolvedor JavaScript nas grandes cidades do Brasil é de R$ 6.800,00.

Devido a alta demanda do mercado de trabalho, a cada dia são abertas 3.000 vagas exigindo o domínio da linguagem JavaScript na plataforma de trabalho Indeed, apenas no Brasil.

Além disso, sendo um Desenvolvedor JavaScript, você poderá trabalhar com todas as plataformas, isso porque o código escrito em JavaScript se adapta automaticamente às diferentes plataformas nas quais é executado (por exemplo, MacOS e Windows).

Você quer uma profissão moderna, está interessado em programação, mas não sabe por onde começar? A Mentorama oferece todo o suporte necessário para que você possa se tornar um desenvolvedor de sucesso com o auxílio de mentores, aprendizagem na prática e um projeto real no portfólio.

Com o JavaScript em Front-End, você vai dominar a linguagem de programação mais usada no mundo, escrevendo códigos para programas variados. Na primeira parte, você aprenderá a lógica da programação em JavaScript, e a segunda parte se debruça no desenvolvimento desta linguagem em Front-End.

São 20 módulos descrevendo cada passo, 5 meses aprendendo na prática, um mentor estabelecido na área para orientar seus projetos e um portfólio para te preparar para entrar no mercado.

Nos cursos da Mentorama não mostramos tutoriais, mas criamos situações reais com o cliente. Assim você obtém as habilidades práticas necessárias para o dia-a-dia de trabalho. 

Após a conclusão do curso, você estará apto para:

  • Escrever um código bem estruturado;
  • Otimizar o tempo de software;
  • Desenvolver aplicativos de desktop e móveis;
  • Habilitações do JavaScript na Interface web;
  • Animações de interfaces;
  • Trabalhar em frameworks com Vue.js, React e Angular.

Venha mudar o seu futuro com a Mentorama! Não deixe para amanhã a carreira de sucesso que você pode começar hoje mesmo. 

A Mentorama conta com um time de especialistas preparados para ouvir o seu desafio e transformá-lo em solução. Entre em contato com um de nossos especialistas e saiba mais!

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Desenvolvedor front-end: o que é, o que faz e como se tornar um?

Sabe quando você acessa um site e fica impressionado com a usabilidade e experiência do usuário? Então, agradeça ao Desenvolvedor Front-End! Esse profissional é responsável por criar a interface de utilização de um site ou aplicação web, proporcionando uma melhor experiência para você.

O Desenvolvedor Front-End desempenha um papel de grande importância, afinal, ter um sistema super funcional no back-end é interessante, mas se ele não for atraente e de fácil acesso, de nada adianta. E é justamente nesse cenário que o front-end atua facilitando a usabilidade de um sistema web e mudando a experiência do usuário para melhor.

Se você está em busca de uma recolocação ou até mesmo de um desafio, tenho uma boa notícia para você: A carreira de Desenvolvedor Front-End só tem crescido e é uma ótima escolha para quem deseja investir em uma área promissora e bem remunerada. Continue lendo e saiba mais!

Desenvolvedor front-end e back-end: qual a diferença?

Antes de falarmos sobre o que é um desenvolvedor front-end, é importante esclarecermos a diferença entre front-end e back-end. Se, dentro de uma aplicação, você souber distinguir a diferença entre esses termos, já é um bom começo!

Quando falamos de back-end, estamos falando da parte que está por trás das interfaces, se comunicando com os servidores, guardando informação no banco de dados e definindo as regras do negócio.

Enquanto front-end refere-se a todo o conteúdo que fica visível para o público, ou seja, ele é responsável pela interação com o usuário. Para exemplificar, o layout, efeitos visuais e até mesmo a validação dos formulários do site que você visita são feitas por um Desenvolvedor Front-End. 

Apesar de serem diferentes, ambos se complementam e são igualmente importantes para o desenvolvimento de um site ou aplicação web de qualidade.

Desenvolvedor front-end: o que faz?

Falando especificamente em front-end developers, esses profissionais possuem o importante papel de criar páginas utilizando HTML, CSS e Javascript, normalmente utilizando um layout pré-definido por um designer. Ou seja, ser um Desenvolvedor Front-End exige muito trabalho em equipe com o intuito de oferecer a melhor experiência possível ao usuário.

Ser um Desenvolvedor Front-End requer muita atenção aos detalhes e, principalmente, espírito de equipe. O objetivo principal é garantir que o design esteja de acordo com o que foi pré-definido, ou que a usabilidade esteja fluida. O usuário é a prioridade desses profissionais, afinal, a experiência do usuário é crucial para mantê-lo em seu site.

O Desenvolvedor Front-End pode desempenhar várias funções dentro de uma empresa, entre as que mais comuns, podemos citar:

  • Garantindo o bom desempenho visual de um site;
  • Assegurando que os elementos gráficos do site fiquem semelhantes aos que foram pré-definidos pelo designer;
  • Verificando se a relação entre layout e código produzido está compatível e faz sentido;
  • Organizando a disposição textual e gráfica de um site/aplicação web;
  • Harmonizando a estrutura da página, equilibrando elementos visuais, como tamanho do cabeçalho, fonte da letra, tamanho do rodapé, número de colunas textuais/gráficas, cores e outros;
  • Proporcionando uma boa velocidade de processamento das informações visuais pelos diferentes hardwares.

Desenvolvedor front-end: onde posso trabalhar?

A carreira de Desenvolvedor Front-End está entre as profissões mais promissoras do mercado, consequência dos investimentos em transformação digital nas empresas e a disseminação de startups. 

A profissão de Desenvolvedor Front-End foi a mais procurada no Brasil por 3 anos consecutivos e, segundo o Indeed.com, o salário médio de um front-end no Brasil é de R$ 79.735 por ano!

Um Programador Front-End Júnior ganha em média R$ 4.008,91, o nível pleno recebe cerca de R$ 4.615,18, já o sênior tem uma média salarial de R$ 6.928,45 mensais de acordo com pesquisa do Salario.com.br junto aos dados oficiais do CAGED de profissionais demitidos no mercado de trabalho.

Segundo o levantamento da Brasscom, a procura por profissionais na área de TI é de 420 mil pessoas, até 2024, no país. Atualmente, segundo a entidade, o Brasil forma 46 mil profissionais com perfil tecnológico por ano, ou seja, sobram vagas e falta mão de obra.

Assim como ocorre com outros cargos na área de TI, o desenvolvedor front-end pode atuar em empresas de todos os tamanhos. Apesar disso, é mais comum encontrá-los em empresas mais novas, como startups.

Há espaço em várias áreas, como grandes empresas de software, departamentos de TI corporativos e empresas de serviços. Esses profissionais também podem atuar como consultores e autônomos para pequenas e médias empresas. Além de também haver espaço no meio acadêmico, para a realização de pesquisas. 

Esses profissionais tendem a encontrar oportunidades em grandes empresas de desenvolvimento de softwares e também em outros setores. O mercado automotivo, por exemplo, precisa de desenvolvedores para seus computadores de bordo. Além disso, é possível atuar de forma autônoma.

Desenvolvedor front-end: como se tornar um?

Para os entusiastas e futuros desenvolvedores, a boa notícia é que o mercado de trabalho para profissionais de front-end é altamente promissor e bem remunerado. Além disso, há muitas possibilidades de vagas na área, podendo atuar desde os níveis de conhecimento mais básicos, até o modo mais avançado.

A profissão de Desenvolvedor Front-End foi a mais procurada no Brasil por 3 anos consecutivos e, segundo o Indeed.com, o salário médio de um front-end no Brasil é de R$ 79.735 por ano!

Se você está em dúvida ou não sabe por onde começar, fique tranquilo! Nós oferecemos todo o suporte necessário para maximizar suas habilidades e transformá-los em sucesso.

Com o Desenvolvimento Front-End: do zero ao PRO, você aprenderá a marcação com o HTML, a estilização com o CSS e os básicos de interatividade com o JavaScript. Além disso, você terá a oportunidade de criar interfaces fáceis de usar e rápidas de carregar, que os usuários vão adorar.

São 6 meses de aprendizagem na prática, 20 módulos descrevendo cada passo, os melhores profissionais do mercado como mentores para acompanhar o seu projeto e 3 projetos para incluir no seu portfólio!

Após a conclusão do curso, você estará apto para:

  • Criar interfaces convenientes e apresentar a informação da melhor maneira possível;
  • Criar páginas web que serão igualmente lindas em qualquer navegador e qualquer dispositivo, desktop ou aparelho móvel;
  • Aprender as técnicas para prevenir o carregamento lento;
  • Dominar o JavaScript e habilitá-lo em suas interfaces para que sejam funcionais e interativas;
  • Aprender a trabalhar com o sistema de controle de versões — aplicar câmbios ao projeto ao mesmo tempo com outros desenvolvedores;
  • Tornar as páginas web mais atrativas e melhorar o UX com animações.

Incrível, não? Agora é a hora de tirar seus sonhos do papel e embarcar em uma carreira que pode te proporcionar no mínimo muito sucesso!

Nosso objetivo é transformar os seus desafios e dificuldades em solução! Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos ajudá-lo a se tornar um Desenvolvedor Front-End de sucesso.